Bolsa Wall Street com subida tímida à espera de sinais da Fed

Wall Street com subida tímida à espera de sinais da Fed

As principais praças norte-americanas abriram em ligeira alta, com os investidores a avaliarem as probabilidades de a Reserva Federal subir ou não os juros ainda este ano, isto numa altura em que os receios em torno da banca europeia aliviaram.
Wall Street com subida tímida à espera de sinais da Fed
Reuters
Carla Pedro 04 de Outubro de 2016 às 14:41

O Standard & Poor’s 500 segue a somar 0,20% para 2.164,37 pontos e o índice industrial Dow Jones avança 0,19% para se fixar nos 18.287,64 pontos.

 

O tecnológico Nasdaq Composite, por seu lado, valoriza 0,31% para 5.317,23 pontos.

 

Os investidores estão de olhos postos nos discursos dos membros da Fed para tentarem perceber quando é que o banco central voltará a aumentar os juros de referência, actualmente entre 0,25% e 0,50%.

 

O mercado quer perceber se a economia dos EUA estará suficientemente sólida para aguentar um aumento das taxas de juro ainda em 2016 e os dados sobre o emprego que serão divulgados na sexta-feira.

 

Jeffrey Lacker, presidente da Reserva Federal de Richmond, falou esta terça-feira sobre as perspectivas económicas para os Estados Unidos. Numa conferência no estado da Virgínia, Lacker – que há um ano era um dos grandes defensores de uma subida dos juros directores dos EUA, o que veio a acontecer em Dezembro depois de quase uma década sem mexidas – instou a Fed a subir de novo os juros.

 

Na quarta-feira será o presidente da Fed de Chicago, Charles Evans, a pronunciar-se sobre a economia do país, e na sexta-feira é a vez de Stanley Fischer, vice-presidente do banco central. No passado dia 21 de Setembro, a Reserva Federal decidiu não mexer nos juros, apontando para o final do ano a probabilidade de isso poder acontecer – o que, a concretizar-se, será o único aumento em 2016. As bolsas, sobretudo em Wall Street, têm reagido a qualquer nova possibilidade de mexida – ou não – nos juros ainda este ano.




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mais votado Anónimo 04.10.2016


FP . CGA – 40 ANOS A ROUBAR OS TRABALHADORES DO PRIVADO

400 milhões de Euros para aumentar as pensões mínimas, são migalhas em comparação com...

os mais de 4600 milhões de euros que o Estado injetou, em 2015 (e injeta todos anos) através de transferências diretas do Orçamento do Estado (ou seja, com dinheiro pago em impostos pelos restantes portugueses) para assegurar o financiamento do buraco anual das pensões da CGA.

comentários mais recentes
Anónimo 04.10.2016


PS ROUBA OS TRABALHADORES DO PRIVADO

FP SEMPRE A ROUBAR À GRANDE

Por que razão o cálculo da pensão da sua CGA era mais generoso do que o cálculo da pensão do regime geral?

Porquê?

Por que razão uns tinham reforma de filhos e outros reforma de enteados?

Esta discrepância logo à partida é que é razão para indignação, meu caro amigo.

A equiparação prometida é da mais elementar justiça.

Por que razão trabalha V. Exa. menos 5 horas semanais do que os trabalhadores dos sectores privados?

Pior: além de trabalhar menos horas, ainda tem direito a mais dias de férias.

Porquê?

Que razões podem justificar estes privilégios injustificáveis?

Que aritmética laboral pode justificar esta diferença entre V. Exa. e a restante população?

Que equidade pode existir aqui?

Anónimo 04.10.2016


FP . CGA – 40 ANOS A ROUBAR OS TRABALHADORES DO PRIVADO

400 milhões de Euros para aumentar as pensões mínimas, são migalhas em comparação com...

os mais de 4600 milhões de euros que o Estado injetou, em 2015 (e injeta todos anos) através de transferências diretas do Orçamento do Estado (ou seja, com dinheiro pago em impostos pelos restantes portugueses) para assegurar o financiamento do buraco anual das pensões da CGA.

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