Há depósitos para todas as poupanças. Escolha o seu
07 Maio 2012, 12:00 por Paulo Moutinho | paulomoutinho@negocios.pt
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Depósitos há muitos. Com prazos mais curtos, mais longos, com juros à cabeça ou só no final, trabalham todos para as suas poupanças. A banca tem encontrado formas de reinventar este produto, tornando difícil a escolha do melhor para colocar o dinheiro a render. Conheça os prós e contras de cada um dos depósitos e descubra qual se adapta melhor às suas necessidades
Perante a incapacidade de obter liquidez nos mercados, os bancos viraram atenções para os seus clientes. O objectivo era o de captar recursos através dos "tradicionais" depósitos a prazo. Começaram pelo mais simples: juros elevados. A oferta de taxas altas mantém-se, mas para "colher" mais poupanças, o sector tem-se socorrido de uma série de invenções para que todos os portugueses lá pendurem o dinheiro.

Apesar das limitações introduzidas pelo Banco de Portugal, que avançou com penalizações sobre as instituições que praticam aplicações com juros altos, o sector tem procurado manter a aposta. Isso é visível através da evolução da taxa média praticada nos depósitos que continua a ser uma das mais generosas entre os países da Zona Euro.

Depois do máximo de mais de 4,5%, em Outubro, a taxa caiu, mas mantém-se acima da fasquia dos 3,5%, fazendo frente a muitos outros produtos de poupança, entre eles os do Estado. Mas, além da taxa elevada, a banca tem avançado com alternativas ao modelo base dos depósitos para atrair novos aforradores.

Já é possível arrematar uma taxa, com leilões de depósitos. E há, até, bancos que satisfazem de imediato as necessidades de liquidez dos clientes, entregando-lhes os juros à partida.




São tudo tácticas que os bancos estão a "colocar em campo" para poderem oferecer aplicações que se adequem às poupanças de todos. Têm tido sucesso, a julgar pelos números do Banco de Portugal que, mês a mês, revelam novos recordes nos montantes aplicados pelas famílias junto da banca. No final de Fevereiro, os portugueses tinham 131,3 mil milhões de euros investidos.





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