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50 anos após o assalto ao Banco de Portugal na Figueira da Foz
16.05.2017
Cinquenta anos depois do assalto ao Banco de Portugal na Figueira da Foz, para financiar ações contra a ditadura, o momento é recordado por um dos protagonistas, Camilo Mortágua, como de viragem na necessidade de combater o regime.


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comentários mais recentes
Libertadores do dá cá o meu 16.05.2017

Aquele ar de abatido deve-se ao trabalho de uma vida de nada fazer. Ser gatuno dá direito a reforma antecipada? Quantos trabalharam sob intempéries para terem uma reforma miserável.

Alvaro 16.05.2017

Seja qual for o pretexto, o assalto a um banco é sempre um crime.
E se amanhã, por exemplo, o partido monárquico decidisse assaltar um banco para financiar uma revolta contra a "ditadura político-financeira actual" e promover um regresso à Monarquia? Era heroísmo ou crime?
Ou será que só não o é quando é praticado pela extrema esquerda?

zé dos bois 16.05.2017

sim senhor , vestidinho de pobrezinho a fazer de conta que está muito decrépito, cambaleante,.. até dá pena. Grande filme , e muito bem encenado...
Um ladrão no seu melhor, vestido de cordeirinho... etc