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Vieira da Silva: “Não creio que os incêndios tenham afectado a confiança do Presidente”
21.10.2017
A relação institucional entre o Presidente da República e o Governo tem sido adequado e positivo para o País e assim continuará, acredita Vieira da Silva, que não crê que os incêndios venham mudar alguma coisa.


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mais votado Dinis Há 4 semanas

Este velho sabido a pôr água na fervura. Deveriam era ter posto água onde ela fazia falta no tempo certo. Tantas reuniões com o Bloco e com o PCP para ver onde podiam rapar e ninguém se lembrou de que os avisos dos bombeiros eram para levar a sério?! Marcelo provou quem manda e o que fez a Costa equivale a um grande puxão de orelhas. Bem dado e na hora certa. Só lhe fez bem e, mais importante que isso: fez bem ao País.

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Anónimo Há 4 semanas

O quanto positivo tem sido, para as populações e País, acabou de ser "confirmado", nestes últimos 4 meses!!!

Anónimo Há 4 semanas

Em organizações públicas e privadas do mundo mais desenvolvido, no âmbito da gestão das organizações faz-se gestão de recursos humanos (GRH). Sem GRH, nem criação de valor ocorre nem elevação dos rendimentos de colaboradores não excedentários se dá, uma vez que os excedentários, por definição, limitam-se a extrair valor. Economias com GRH enriquecem e desenvolvem-se de forma sustentável. Ser excedentário não significa por si só que se seja criminoso ou mesmo incompetente. Ser excedentário é como estar na condição de desempregado mas a ser suportado por uma organização que emprega o desempregado. O desempregado e o excedentário são apenas uma oferta sem procura, e isso não é crime, crime é não fazer GRH. O desempregado, sem procura no mercado laboral onde oferece trabalho. O excedentário, sem procura numa dada organização empregadora que tem que o suportar prejudicando a persecução da sua missão, visão e propósito. Ambos são um problema do Estado de Bem-Estar Social e não do empregador.

Anónimo Há 4 semanas

O governo genocida não pode defender, promover e proteger o excedentarismo e mais indecorosa e contraproducente rigidez no mercado laboral, onerosa, injustificável e absolutamente desnecessária, como a que flagela a banca e a administração pública portuguesas, e ao mesmo tempo mentir aos portugueses dizendo que acautelou e acautela os seus mais básicos e fundamentais interesses enquanto cidadãos deste território. É um contra-senso inqualificável e por demais evidente. Mas quem quiser continuar a comer desta palha dada a bestas de carga que a coma. Os tratadores das bestas agradecem.

Anónimo Há 4 semanas

É preciso ter muita presunção e muita lata. Só mesmo a parasitagem política pode pensar assim porque dos outros não creio que haja alguém que confie nos (des)governos.

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