Caixa Empresas Linha Capitalizar tem candidaturas abertas para dinamizar empresas

Linha Capitalizar tem candidaturas abertas para dinamizar empresas

Desde o início do mês de Fevereiro, há 1,6 mil milhões de euros de crédito destinados a apoiar o tecido empresarial português. Micro, pequenas e médias empresas já podem candidatar-se junto dos bancos protocolados, caso da Caixa Geral de Depósitos.
Linha Capitalizar tem candidaturas abertas para dinamizar empresas

Na previsão do Ministério da Economia, que lançou a Linha Capitalizar a 16 de Janeiro, 20 mil empresas irão beneficiar dos mecanismos de crédito criados.

Os quatro instrumentos financeiros concebidos e geridos pela PME Investimentos com o IAPMEI, em articulação com o Sistema Nacional de Garantia Mútua, destinam-se a micro e Pequenas e Médias Empresas (PME), permitindo montantes por empresa entre os 25 mil e dois milhões de euros, com prazos entre os três e os dez anos.

Neste que é um dos mais importantes instrumentos de crédito governamental, os bancos protocolados surgem como intermediários fundamentais para concretizar os pressupostos da Linha Capitalizar. Nomeadamente, criar condições mais vantajosas de financiamento para as empresas; oferecer soluções para investimento em projectos com fundos comunitários, e no âmbito do Portugal 2020; promover a criação de emprego e o crescimento económico, incrementando as exportações.

O programa tem já abertas candidaturas às quatro Linhas Capitalizar, com montantes e destinatários específicos.

A Linha Capitalizar "Micro e Pequenas Empresas" tem uma dotação total de 400 milhões de euros para financiar investimentos e reforçar capitais de entidades com volumes de vendas até 10 milhões de euros.

Os montantes máximos a conceder são de 25 mil euros para as microempresas e de 50 mil euros para pequenas empresas, com uma cobertura de 70% do capital por garantia mútua. O prazo vai até seis anos, com 12 meses de carência.

Com um total disponível de 700 milhões de euros, a Linha "Fundo de Maneio" destina-se preferencialmente a PME, com volumes de venda até aos 150 milhões de euros.

O objectivo desta linha é o de ser uma alternativa ao crédito de curto prazo, ajudando as empresas a ter uma maior estabilidade dos seus recursos financeiros. Os montantes de financiamento podem chegar aos 1,5 milhões de euros, com uma cobertura por garantia mútua até 50% do capital e um prazo de quatro anos, com um período de carência até seis meses.

A Linha "Plafond de Tesouraria" tem um volume de apoios de 100 milhões de euros e pretende alargar a oferta de crédito em sistema de "revolving", dando uma maior flexibilidade à gestão corrente de tesouraria. Destina-se preferencialmente a PME, com vendas anuais até 150 milhões de euros. Tem uma cobertura por garantia mútua até 60% do capital, que pode atingir os 1,5 milhões de euros por entidade, com prazos de amortização entre um e três anos.

Por último, a Linha "Investimento" tem duas dotações distintas e um orçamento global de 400 milhões de euros, ou seja, 100 milhões para investimento geral e 300 milhões de euros para empresas com projectos aprovados no âmbito do programa Portugal 2020.

Em ambas as dotações, são elegíveis empresas, sobretudo PME, com volumes de venda até aos 150 milhões de euros, que podem receber financiamentos até aos dois milhões de euros. Terão uma cobertura por garantia mútua até 24 meses e prazos que vão dos seis anos, para as eleitas no Portugal 2020, e de sete a dez anos para as restantes.

Junto da Caixa, as empresas candidatas à Linha Capitalizar podem desde já apresentar o seu processo, que será prontamente enviado a uma sociedade de garantia mútua e posteriormente à PME Investimentos.

Com o programa Capitalizar, o Governo pretende "promover estruturas financeiras mais equilibradas; reduzir os passivos das empresas economicamente viáveis e melhorar as condições em que as micro, pequenas e médias empresas financiam os seus projectos e a sua actividade".

A Linha Capitalizar surge assim na sequência das anteriores Linha de Crédito com Garantia Mútua e Linha de Financiamento a Operações de Capital Reversível, instrumentos financeiros que a Caixa tem agilizado com franco sucesso.


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