Negócios Em Rede Redesenhar o apoio às empresas

Redesenhar o apoio às empresas

Conheça três centros de negócios e empreendedorismo que mudaram processos para responder às necessidades das PME e start-ups.
Redesenhar o apoio às empresas
Miguel Baltazar
Technoport
Até 2012, o Luxemburgo tinha duas incubadoras públicas sem o envolvimento de empresas, ligação aos sectores criativos da indústria da música, design ou cinema. "Era uma infra-estrutura básica e que não puxava pela criatividade", recorda Diego de Biasio. A fusão das duas entidades, que passaram a financiar-se a si próprias, "acordou o ecossistema", disse o CEO da Technoport. Com 16.000 metros quadrados, modernos espaços de "co-working", laboratórios de robótica, impressão 3D e uma "fab lab" para designers industriais, dobrou o número de candidaturas (150), empresas instaladas (114) e novas start-ups por ano (12).

Saint-Etienne Métropole
Para reagir à crise económica, a região de Saint-Étienne queria nova estratégia e decidiu investir no design. Criou um programa de apoio a start-ups para encorajar "campeões tecnológicos" e pô-los em contacto com designers; e um de aceleração que inclui o design no conjunto de validações, a par da tecnologia ou serviço. "Com o design mudámos muitos projectos", apontou Genoviève Sorlin. Além disso, a região francesa tem outras ferramentas: "Cité du Design" para a inovação e "network" económico, Escola Superior de Arte e Design; e Bienal Internacional do Design, que atrai milhares.

Città della Scienza
Foi nos subúrbios de Nápoles, onde ninguém queria ter a sua empresa, que a Città della Scienza arrancou em 1996 para ser centro de ciência e cuja estrutura é hoje composta por museu científico, incubadora de empresas e centro de formação. O espaço de dez hectares acolhe PME e start-ups e atrai investimentos e talentos na área da inovação. "São precisos territórios disruptivos, locais em que os inovadores se encontrem e cumpram as expectativas da comunidade", exigiu o CEO, Vicenzo Lipardi.






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