Dia Nacional da Energia 2017 Certificação energética: Uma nova forma de poupar

Certificação energética: Uma nova forma de poupar

Com a vaga de reabilitações a ser vivida nos dois principais núcleos urbanos nacionais, Lisboa e Porto, a necessidade de certificação energética torna-se ainda mais premente.
Certificação energética: Uma nova forma de poupar

O certificado energético é obrigatório na comercialização de uma habitação mas, mais do que uma obrigação, a certificação dos edifícios deve ser vista como um investimento no próprio imóvel e uma mais-valia para a redução de custos e poupança ambiental.

 

Ao certificar um imóvel, seja este habitacional ou de serviços, o proprietário está a investir na detecção de possíveis pontos de melhoria ao nível do seu desempenho energético e, por consequência, a abrir portas à introdução de melhorias para a redução de consumos e eliminação de possíveis problemas.

 

O tema da eficiência energética está na ordem do dia e os portugueses estão cada vez mais sensíveis a esta vertente sustentável da poupança. Nos novos edifícios, esta preocupação está assumida desde o início da sua construção e antes do seu planeamento. Nos edifícios já existentes, a preocupação passa pela sua adaptação ao novo quadro legal. Com a vaga de reabilitações que está a ser vivida nos dois principais núcleos urbanos nacionais, Lisboa e Porto, a necessidade de certificação energética torna-se ainda mais premente.

 

No caso dos grandes edifícios de serviços, a preocupação com a eficiência energética das infra-estruturas já faz parte do desenvolvimento do próprio projecto. A certificação energética vem depois de uma auditoria que permite, ao proprietário ou utilizador do edifício, entender a forma como a energia está a ser consumida, agir em conformidade para a sua redução e, consequentemente, eliminar desperdícios de consumo. No final do processo, a factura energética será substancialmente reduzida, pois as poupanças poderão rondar os 30% por ano.

 

Esta preocupação com o consumo de energia tende a estar cada vez mais presente na gestão diária dos responsáveis empresariais. Assim como a importância da separação de resíduos e a reciclagem levaram o seu tempo a entrar na vida e rotinas do consumidor e das próprias empresas, também a certificação energética está a fazer o seu percurso.

Mas este caminho faz-se caminhando e o apoio de entidades reguladas é crucial. Ter um certificado energético é muito mais do que ter um papel. Para a Bosch, o acompanhamento é feito durante todo o processo, de forma a garantir um trabalho de qualidade. A eficiência e a sustentabilidade constituem a aposta da marca, e avançar para um serviço de certificação energética foi o passo certo.

 

Os objectivos são simples: ajudar o cliente a encontrar a melhor solução para o seu imóvel, avaliar o seu desempenho energético, sugerir soluções para tornar as habitações mais confortáveis, eficientes e económicas e atribuir uma etiqueta de desempenho energético, que classifica os edifícios, ou fracções, numa escala de classes energéticas que varia de A+ (mais eficiente) a F (menos eficiente).

Através deste serviço, profissionais especializados diagnosticam o desempenho energético e a qualidade do ar interior nos edifícios. Ao mesmo tempo, disponibilizam ferramentas para os proprietários poderem ajustar o funcionamento dos seus imóveis e/ou investir na melhoria do conforto e redução de consumos de forma ponderada e reflectida.

 

Neste momento, cerca de 80% dos certificados emitidos dizem respeito a edifícios de habitação. Os particulares, proprietários ou arrendatários dessas habitações, podem, e devem, reforçar o benefício alcançado com a certificação energética do imóvel, adoptando alguns procedimentos para melhorar o seu bem-estar. O que importa reter é que a certificação energética veio para ficar.

 

O certificado é sinónimo de valorização do imóvel no mercado imobiliário e permite alcançar poupanças anuais na ordem dos 30%. O conforto e o bem-estar, dentro da habitação, podem ser melhorados significativamente através de medidas de eficiência energética que, ao mesmo tempo, rentabilizam o imóvel. É um custo único, que vale a pena despender se for de qualidade. Procure um perito (Bosch) para obter o seu certificado energético. Boas poupanças!



Etiquetas energéticas com novas regras

A Comissão Europeia, o Conselho e o Parlamento Europeus estabeleceram várias alterações a serem introduzidas na etiqueta energética dos equipamentos, que vai regressar à escala A-G, defendida pelas organizações de defesa do ambiente como a mais eficiente.

 

As instituições europeias chegaram a um acordo para retomarem a escala original para a etiqueta energética da União Europeia (UE), eliminando, assim, a confusão gerada pela introdução de mais classes (A+, A++, A+++). No entanto, não se conseguiu estabelecer um prazo comum para a implementação da nova escala em todos os produtos. Para os equipamentos de aquecimento, por exemplo, a aplicação da nova etiqueta poderá ocorrer apenas após 2030. No caso dos electrodomésticos e televisores, decorrerá até 2020.

As instituições europeias anunciaram também o desenvolvimento de uma base de dados de produtos, para se poder acompanhar o processo de alteração da etiqueta energética e consultar, no futuro, as novas regras. Isso permitirá, aos Estados-membros e às autoridades de fiscalização do mercado, ter acesso a dados em tempo real e uma visão global do mercado. Os consumidores beneficiarão de uma comparação mais fácil e acessível da eficiência energética entre os diferentes produtos.

 

Pieter de Pous, director de política do Gabinete Europeu para o Ambiente, federação constituída por 140 organizações ambientais baseadas nos países da UE, salienta que a nova etiqueta energética "irá promover os produtos mais eficientes para os consumidores, oferecendo-lhes uma alternativa imparcial e fiável em relação à publicidade agressiva de empresas que se afirmam falsamente como verdes. Para que os consumidores possam realmente colher seus frutos, a etiqueta energética deve passar a ser aplicada a mais produtos, sejam eles informáticos, equipamentos de escritório ou pequenos aparelhos eléctricos."




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