Formação de executivos José Crespo de Carvalho: "Temos tido professores doutorados a não licenciados como formandos"

José Crespo de Carvalho: "Temos tido professores doutorados a não licenciados como formandos"

Perguntas a José Crespo de Carvalho, coordenador académico da formação de executivos da Nova SBE
Os programas da Nova SBE estão abertos a todos, licenciados ou não. José Crespo de Carvalho, coordenador académico da formação de executivos, refere que a formação nesta escola é um investimento com retorno.

Em 2015, o FT elegeu a Nova SBE como a escola portuguesa com maior presença no mundo e a 14.ª à escala global. O que contribuiu para estes resultados?
Trabalho, estratégia, equipa. Diria que estas três palavras resumem o que tem sido feito pela Nova SBE Executive nos últimos anos. Trabalho, porque sem trabalho penso ser difícil conseguir algum resultado. Segundo, estratégia, porque implica imediatamente ter um sistema de visão-missão e objectivos, além de valores e princípios, em que claramente se pode perceber a ambição global. Terceiro, equipa, porque sem um conjunto de pessoas muito motivadas e muito empreendedoras nada disto seria possível.

Em que critérios a escola ficou mais bem classificada?
Componente internacional, claramente. O trabalho em mercados, para mercados e com mercados internacionais é uma marca da Nova SBE Executive. E sê-lo-á ainda mais no futuro. Mas não posso deixar de mencionar os programas, os conteúdos, os formatos e os materiais, e o corpo docente.

Qual o retorno que os alunos podem tirar dessa presença?
A presença e o trabalho com e em mercados internacionais proporcionam uma experiência multicultural muito rica e muito variada. Enriquece a experiência dos alunos (e dos docentes) e favorece um ambiente global que mimetiza bem os ambientes mais globais em "melting pots" de vários pontos do globo. Hoje essa globalidade sente-se e vive-se na Nova SBE Executive. A experiência de aprendizagem na Nova SBE Executive é absolutamente global.

Que programas estão a ter maior procura por parte dos licenciados?
Os programas estão abertos a todos, licenciados ou não. Temos tido professores doutorados a não licenciados como formandos. Os programas executivos são propostos para vários estádios e várias experiências de aprendizagem. Não consigo referir um padrão explícito sobre procura porque há apetência por muitos e variados temas. E há sempre nichos a funcionar. Pode-se dizer é que os temas de liderança, empreendedorismo, negociação e estratégia têm sempre mercado cativo, mas temas como "big data & analytics" e as aproximações digitais começam a ter uma procura interessante. Igualmente é a procura por novos formatos de cursos. Não apenas com aprendizagens tradicionais em sala de aula, mas com muitos outros formatos do tipo "bootcamp" ou "shark tanks" para as próprias empresas. Os concursos e a competição entre equipas em vários desafios internos às empresas são hoje uma constante e as mesmas pedem-nos essas aproximações, qualquer que seja o tema.
cotacao Fazemos parte da maior rede de escolas através do CEMS. Trinta universidades com que colaboramos em permanência, provenientes de todos os continentes. Delas recebemos alunos e colaboramos com docentes e com elas criamos programas e oferta conjunta.
Têm apostado nas parcerias com outras escolas e na internacionalização dos programas? Que investimento tem sido feito nesse sentido?
Estamos em vários mercados e com vários parceiros. Fazemos parte da maior rede de escolas através do CEMS. Trinta universidades com que colaboramos em permanência, provenientes de todos os continentes. Delas recebemos alunos e colaboramos com docentes e com elas criamos programas e oferta conjunta. Além disso temos parcerias pontuais para programas específicos.

Como é que a escola se tem adaptado às novas exigências dos candidatos?
Os candidatos são mais exigentes em necessidade de participação numa experiência diferente e marcante. Não se trata apenas do diploma, mas antes e também de aprender a sério e de passar por uma experiência marcante. Uma coisa é certa: os princípios que sustentam a credibilidade da Nova SBE, do rigor à exigência, não são secundarizados na Nova SBE Executive. Os candidatos sabem que podem contar connosco agora como no futuro. E que o que levam é o que há de melhor. Trata-se de um investimento e como é bom de ver é bom que ele tenha retorno. Pergunte-se a um ex-aluno se não teve retorno do seu investimento?





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