Formação de executivos MBA, mais uma opção para dar um grande salto

MBA, mais uma opção para dar um grande salto

Qualquer formação capacita e pode aumentar a hipótese de empregabilidade. Optar por um programa de formação de executivos ou por um MBA depende apenas dos objectivos do estudante ou profissional.
MBA, mais uma opção para dar um grande salto
O The Lisbon MBA resulta de uma "joint-venture" entre as duas escolas de negócios mais conceituadas em Portugal, a Nova-SBE e a Católica-Lisbon SBE. A parceria compreende um MBA Executivo com a duração de dois anos e um MBA internacional full-time, de duração de um ano (12 meses), em associação com a prestigiada MIT Sloan School of Management. Estes programas têm sido reconhecidos pelo apoio ao empreendedorismo, pela abordagem holística e pelo desenvolvimento de "soft skills" necessárias na arena avançada de gestão. Ficam quatro histórias de quem investiu no Lisbon MBA e mudou de vida.

José Queirós de Almeida cresceu na própria empresa
Optei por fazer o The Lisbon MBA em part-time porque, além da reputação e da qualidade do mesmo, era a oportunidade aplicar os conhecimentos à prática de forma quase imediata, sendo um desafio à minha capacidade de liderança e gestão. Para as empresas interessadas em pessoas capazes de gerir complexidade e recursos escassos, o MBA em part-time é um dos melhores. Finalmente, a possibilidade de combinar o programa em part-time com um trimestre de intercâmbio na UCLA foi decisivo pela possibilidade de consolidar as minhas competências profissionais num contexto internacional e desafiante de uma das melhores escolas de negócios do mundo. Além da parte óbvia da aquisição de conhecimentos técnicos completamente desconhecidos para um advogado, como finanças, marketing ou contabilidade, o MBA permitiu-me aumentar a capacidade de resolução de problemas, de forma eficaz e eficiente. Muitas das coisas que aprendi não são novas para alguém com anos de experiência profissional e, por vezes, parecem traduzir-se em "senso comum". Mas o MBA permite compreender que, em gestão, o senso comum só o é quando medido e suportado em factos. E foi decisivo para concretizar a evolução da minha carreira, passando a desempenhar funções de negócio na minha empresa. Após concluir o The Lisbon MBA, assumi a responsabilidade pela área de projectos transversais de marketing da EDP num momento desafiante de liberalização do mercado de energia e de afirmação da empresa como líder em soluções de energia e na satisfação dos seus clientes.

Francisco de Soure mudou de empresa
A decisão de ingressar no The Lisbon MBA foi a maior aposta e o maior risco que já correra. Em 2012, trabalhava há vários anos como psicólogo clínico, tendo funções de gestão na clínica onde trabalhava. O The Lisbon MBA surgia como uma escolha plena de desafios e exigência, desde logo económicas, mas fundamentalmente de tempo. Durante dois anos da minha vida, o meu tempo livre esteve canalizado quase exclusivamente para este esforço, implicando maior organização e escolhas difíceis nas minhas relações pessoais. Este esforço foi encarado com entusiasmo e energia na medida em que permitia a obtenção de vários objectivos, sendo que o primeiro era a aquisição de conhecimentos de gestão que me permitissem alcançar o estatuto de sócio na clínica. Nunca me ocorreu que o resultado da minha escolha pudesse ser aquele que veio a verificar-se. Ao longo do MBA, contactaei com extraordinários professores que me permitiram adquirir as competências técnicas e teóricas exigíveis a quem se dedica a trabalhar em gestão mas, muito mais do que isso, as longas horas de trabalho com colegas mais experientes, provenientes de outros contextos profissionais, em torno dos muitas vezes complexos desafios. Dei-me conta de quanto o exercício de identificar factores de perturbação ou ineficiência em organizações, ou promover crescimento nas mesmas, era na verdade um reflexo em contexto diferente do trabalho que fazia como psicólogo. A curiosidade transformou-se num grande interesse durante o segundo ano; l tive a oportunidade de aprofundar o tema e de optar por um conjunto de cadeiras orientadas para consultoria. Ser sócio da clínica começava a parecer um objectivo cada vez menos premente, à luz do interesse e entusiasmo com que ia entrando em contacto com o mundo da consultoria. Lancei os dados e, ano final, foi com uma enorme alegria que no dia em que concluí o Lisbon MBA recebi a proposta para me juntar à mais prestigiada consultora estratégica a nível mundial.

Nuno César mudou de país
Entrei no The Lisbon MBA com o intuito de melhorar os meus conhecimentos em gestão, estratégia e finanças. Na altura, era "team leader" numa área de TI de um banco em Portugal, mas após terminar o MBA, surgiram várias oportunidades para integrar outras áreas. Nunca tinha pensado em ter uma carreira internacional devido ao facto de estar numa boa posição em Portugal. Mas com a crise instalada no sector bancário, mudar para outro país tornou-se a única opção para continuar a crescer na minha carreira. Entrei no mercado de Londres quase sem qualquer experiência internacional e, apesar disso, consegui uma posição melhor aqui do que aquela que tinha em Portugal. O The Lisbon MBA permitiu-me competir com pessoas altamente qualificadas e com muitos anos de experiência no sector bancário em Londres, vindas das melhores universidades de todo o mundo.

Luís Martins é empreendedor
Há uma grande discussão se um MBA realmente ajuda um empreendedor. Acredito que pode auxiliar , mas o seu valor ou contribuição depende da forma como se encara o programa. No meu caso ajudou porque encarei o Lisbon MBA como uma preparação para começar o meu negócio, nomeadamente a Zaask (www.zaask.pt). As vantagens para um empreendedor são várias, mas destaco três. Primeiro, é uma excelente oportunidade para reflectir e ter uma perspectiva diferente, mais "out-of-the-box", que se tem se se trabalha a full-time: foi quando amadureci a vontade de criar a Zaask. Segundo, o "networking" e a troca de experiências com pessoas extraordinárias: foi no programa que conheci o meu actual sócio na Zaask. Terceiro, a aprendizagem transversal a todas as áreas de gestão, modelos de negócio e indústrias: quando se começa uma empresa, tem de se saber e fazer de tudo, desde recrutamento, ao financiamento, aos processos operacionais, pelo que dominar as várias áreas é uma boa alavanca.







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