Gestão e Recuperação de Créditos Há factores comuns entre os devedores

Há factores comuns entre os devedores

Má gestão das finanças, alteração da situação laboral familiar, consumismo ou baixos salários são alguns dos motivos que levam as pessoas a deixarem de pagar os seus créditos.
Há factores comuns entre os devedores

É "difícil" explicar de forma "concreta e esclarecedora" o que obriga as pessoas a deixarem de pagar os seus créditos, afirma Mário Oliveira. Não obstante, o responsável da True Recovery avança que existem factores comuns entre os devedores. São eles: "Má gestão das finanças, multiendividamento, alteração da situação laboral familiar, consumismo, baixos salários, situações laborais precárias e algumas questões culturais." Apesar de a facilidade ao crédito estar, actualmente, mais condicionada, "o passado recente e as dificuldades passadas são esquecidas facilmente", avisa.

 

Em relação ao endividamento em Portugal, Mário Oliveira diz que o que existe "ou ainda vem do passado, ou seja, as consequências da facilidade de crédito concedidas ou, actualmente, das dificuldades por que o país e os seus habitantes atravessam". "Como não há acesso a crédito, pouca nova dívida existe", refere.

 

Questionado se há mais empresas e emprego nesta área, o sócio-gerente da True Recovery responde que nos últimos anos várias empresas deste sector "fecharam as portas" em consequência da diminuição de portefólios relacionados com a crise bancária da última década e respectiva redução de financiamento. Ao mesmo tempo, adianta, "empresas ibéricas e internacionais conquistaram quota de mercado e acabaram por adquirir outras empresas nacionais", conjugando o já existente "know-how" com a capacidade das mesmas em "adquirir e gerir em exclusividade carteiras da banca".

 

No que toca aos desafios para o futuro, estes passam por "lutar para regulamentar e tornar reconhecida a actividade e simultaneamente ganhar a confiança das empresas e até mesmo do Estado". É que, embora o Governo português "necessite da ajuda" destas empresas, os seus responsáveis continuam "inertes e desconfiados com a actividade única e especializada que as empresas da área praticam".

É "difícil" explicar de forma "concreta e esclarecedora" o que obriga as pessoas a deixarem de pagar os seus créditos, afirma Mário Oliveira. Não obstante, o responsável da True Recovery avança que existem factores comuns entre os devedores. São eles: "Má gestão das finanças, multiendividamento, alteração da situação laboral familiar, consumismo, baixos salários, situações laborais precárias e algumas questões culturais." Apesar de a facilidade ao crédito estar, actualmente, mais condicionada, "o passado recente e as dificuldades passadas são esquecidas facilmente", avisa.

 

Em relação ao endividamento em Portugal, Mário Oliveira diz que o que existe "ou ainda vem do passado, ou seja, as consequências da facilidade de crédito concedidas ou, actualmente, das dificuldades por que o país e os seus habitantes atravessam". "Como não há acesso a crédito, pouca nova dívida existe", refere.

 

Questionado se há mais empresas e emprego nesta área, o sócio-gerente da True Recovery responde que nos últimos anos várias empresas deste sector "fecharam as portas" em consequência da diminuição de portefólios relacionados com a crise bancária da última década e respectiva redução de financiamento. Ao mesmo tempo, adianta, "empresas ibéricas e internacionais conquistaram quota de mercado e acabaram por adquirir outras empresas nacionais", conjugando o já existente "know-how" com a capacidade das mesmas em "adquirir e gerir em exclusividade carteiras da banca".

 

No que toca aos desafios para o futuro, estes passam por "lutar para regulamentar e tornar reconhecida a actividade e simultaneamente ganhar a confiança das empresas e até mesmo do Estado". É que, embora o Governo português "necessite da ajuda" destas empresas, os seus responsáveis continuam "inertes e desconfiados com a actividade única e especializada que as empresas da área praticam".