PME 2018 Expansão internacional deve ser bem planeada

Expansão internacional deve ser bem planeada

Incorporação num novo mercado no estrangeiro torna a gestão do negócio mais complexa.
Expansão internacional deve ser bem planeada

Marcio Amaral, membro da Comissão Executiva e director-geral de programas do INDEG-ISCTE, explica que a aposta na internacionalização é cada vez mais uma questão de sobrevivência, dada a própria dimensão do mercado doméstico.

 

"Contudo, as PME enfrentam questões recorrentes nesta vertente que, em síntese, podem ser colmatadas com um melhor esforço de diagnóstico, preparação e acompanhamento", refere. Acrescenta: "Por exemplo, as vantagens competitivas de que a empresa dispõe em Portugal podem não ser facilmente replicadas noutras geografias. Do ponto de vista da gestão do negócio a nível internacional, a adição de um novo mercado no estrangeiro aumenta significativamente a complexidade, que pode rapidamente exaurir as capacidades de gestão das PME. Portanto, as decisões de expansão internacional devem ser cuidadosamente planeadas e geridas de modo a maximizar as possibilidades de êxito".

 

Questionado sobre de que forma o INDEG-ISCTE ajuda as PME portuguesas, responde que "além de ter formado inúmeros executivos de PME portuguesas nos últimos 30 anos, estão a ser implementadas neste momento duas iniciativas estruturantes que têm como foco as PME". E explica: "A primeira é o Export Advance, desenvolvido em parceria com a aicep Portugal Global. O Export Advance tem o objectivo de promover a internacionalização sustentada das PME portuguesas através da formação avançada e do desenvolvimento de um projecto aplicado de internacionalização à medida. A segunda, em parceria com o IAPMEI, consubstancia-se na oferta de três programas de formação teórico-prática para empresários e executivos de PME portuguesas, que visam potenciar o crescimento e a competitividade das empresas, além da profissionalização da gestão".




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