Recursos Humanos e Coaching 2017 Ferramentas analíticas

Ferramentas analíticas

Dados são utilizados para entender cada parte da operação e estas ferramentas são incorporadas na tomada de decisões do dia-a-dia.
Ferramentas analíticas

O estudo "2017 Deloitte Global Human Capital Trends" explica qual é a direcção que os Recursos Humanos (RH) estão a tomar, elencando uma lista de dez tendências. Nessa listagem, percebe-se a importância da tecnologia e do digital, o que inevitavelmente origina uma redefinição dos RH. No ponto número oito da supracitada lista, destaca-se a importância das "ferramentas analíticas para todos". Ou seja: actualmente, os dados são utilizados ??para entender cada parte da operação e as ferramentas analíticas são incorporadas na tomada de decisões do dia-a-dia. Para alcançar o sucesso neste ponto é preciso investir em "people analytics", criar uma liderança clara e ter uma equipa multidisciplinar e não apenas doutores e estatísticos. É que a análise técnica é apenas uma pequena parte da função. Função de dados, qualidade de dados, conhecer os negócios, visualizar dados ou ser perito em consultoria são também fundamentais para o sucesso.

 

Entre as recomendações, nota para a importância de desenvolver um roteiro a cada dois ou três anos para investir em programas analíticos. Este investimento tem como objectivo construir uma nova função comercial para a empresa e não apenas uma equipa técnica dentro dos RH.

 

Diversidade e inclusão

 

"Diversidade e inclusão" no local de trabalho são agora as principais preocupações dos CEO das empresas. Não obstante este tema parece ser frustrante e desafiador. Neste ponto número nove do documento da Deloitte, certifique-se de que a liderança entende a importância da diversidade e percebe o valor da inclusão para conseguir consensos nos níveis mais altos da organização. Utilize a tecnologia e os dados para identificar problemas e medir o progresso. E considere a diversidade e a inclusão como parte da infra-estrutura da empresa e não apenas uma responsabilidade dos RH.

 

A Deloitte avisa também para se ter em conta as diferenças globais. Convém recordar que os gostos e as preocupações dos colaboradores variam consoante o país ou a região onde estão situadas as organizações.

 

O futuro do trabalho

 

A automação, as tecnologias cognitivas e as pessoas estão a reformular a força de trabalho. Esta realidade leva as empresas a implementar ferramentas cognitivas e a treinar os colaboradores para trabalharem com essas ferramentas. Também o papel dos trabalhadores é redefinido à medida que cada vez mais trabalho é automatizado. Estas tecnologias cognitivas e a economia de talentos estão a mudar o paradigma e a reformular a força de trabalho, originando que muitas empresas reconsiderem como criam empregos, organizam o trabalho e planeiam o crescimento do futuro.

 

Para começar a dar respostas a temas como "o futuro do trabalho" – o ponto dez e último do estudo –, a Deloitte recomenda que se comece por avaliar como são executadas as tarefas principais da empresa. Isto quer dizer que deve desafiar-se a organização a repensar não só o trabalho que precisa de ser feito, mas também considerar a variedade de segmentos de talentos e tecnologias que podem ser usadas para completar esse trabalho. Identificar todos os segmentos da força de trabalho; bem como examinar todos os trabalhos que não são executados por pessoas; ou colaborar na implementação e planeamento de novas soluções de trabalho em todas as funções da empresa são algumas das sugestões da Deloitte para este tema.




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