Bens transaccionáveis: Exportação à prova de aço a partir de Cantanhede

"Aonde quer que esteja, já estamos por perto". É assim que a Fapricela define a sua estratégia de exportação. Os pregos foram o primeiro negócio. A gama de produtos é hoje mais diversificada.
Bens transaccionáveis: Exportação à prova de aço a partir de Cantanhede
Pedro Elias
Wilson Ledo 03 de Janeiro de 2017 às 16:05
Primeiro veio o fabrico de pregos de construção. É o ponto de arranque da história da Fapricela, empresa familiar de Cantanhede aberta em 1997.

Esta trefilaria - companhia dedicada à conversão de metais em fios - recebeu uma menção honrosa na categoria de grandes empresas exportadoras de bens e serviços na sexta edição dos Prémios Exportação e Internacionalização, iniciativa conjunto do Negócios e do Novo Banco que vai já na sua sexta edição.

Os dados que justificaram a distinção apontam para 63 mercados onde os produtos da Fapricela estão presentes, com a exportação a pesar 88% do volume de negócios fixado nos 110 milhões de euros.

No site oficial da Fapricela, é referido que este indicador se aproxima dos 125 milhões, "por contraposição aos 9.980 euros facturados no ano de 1977", compara a companhia face ao seu ano de abertura.


63
Mercados
Os dados em que assentou a análise para a atribuição do prémio à Fapricela referem a presença da empresa em 63 mercados.


Quanto à exportação, a empresa tem um lema breve no seu site: "Aonde quer que esteja, já estamos por perto".

Além dos pregos de construção, a Fapricela produz redes, arames, cordão de aço e arames para molas.

A empresa afirma-se como uma das maiores empregadoras da região Centro, com 320 trabalhadores.

Em Junho de 2007, recorda, a Fapricela adquiriu a Ibermetais, sediada em Paços de Ferreira. Também dedicada à trefilagem, esta última está vocacionada para a produção de arames macios.

Apesar dos vários contactos do Negócios, a Fapricela não respondeu às questões solicitadas até ao fecho desta edição.






A sua opinião0
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar