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Oito vitórias e oito derrotas do segundo ano de António Costa

O segundo ano de governação de António Costa correu bem. A economia começou a crescer de forma sustentada, o défice entrou nos eixos e a solução de governo funcionou sem grandes sobressaltos. Mas no dia-a-dia, o primeiro-ministro foi sofrendo as suas derrotas, umas mais pesadas do que outras.
Oito vitórias e oito derrotas do segundo ano de António Costa
Miguel Baltazar/Negócios
Negócios 01 de setembro de 2017 às 12:00

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mais votado Anónimo 01.09.2017

Entre 2011 e 2015, a função pública perdeu 69064 pessoas das 100 mil identificadas como colaboradores excedentários, uma redução de 9%. Não houve despedimentos. Não se fez gestão de recursos humanos porque a lei e os tribunais não deixaram. Ofereceram-se reformas antecipadas, saídas voluntárias com indemnização segundo a lei em vigor, licenças sem vencimento, mas não se pôde despedir excedentários onde eles existiam. Foi um processo caro e ineficiente porque gestão de recursos humanos implica que quem fica e quem é convidado a sair seja escolhido com base em critérios rigorosos bem definidos que vão ao encontro das necessidades e expectativas do empregador de acordo com a sua missão, visão e real propósito que não é seguramente empregar colaboradores. Foi o que se conseguiu numa jurisdição, cultura e sociedade como a portuguesa. Contudo, de lá para cá esse número tem vindo a reduzir-se. A este ritmo, no final das legislaturas socialistas o saldo será positivo tendo por base 2011.

comentários mais recentes
Tentando Perceber 02.09.2017

Como é possível alguém encontrar oito derrotas de Costa, esta habilidade de equilibrar derrotas com vitórias, é uma habilidade que mete dó, porque evidencia alguém triste consigo mesmo,sem Liberdade de pensamento e de Expressão, alguém atrofiado que para as suas Funções, precisava que o Costa tivess

pertinaz 02.09.2017

A GRANDE VITÓRIA É QUE ESTÁ VIVO POLITICAMENTE... TUDO O RESTO SÃO DERROTAS PARA PORTUGAL...!!!

genio 01.09.2017

Portugal por este caminho está a candidata-se a ser a Venezuela da Europa.

Anónimo 01.09.2017

Entre 2011 e 2015, a função pública perdeu 69064 pessoas das 100 mil identificadas como colaboradores excedentários, uma redução de 9%. Não houve despedimentos. Não se fez gestão de recursos humanos porque a lei e os tribunais não deixaram. Ofereceram-se reformas antecipadas, saídas voluntárias com indemnização segundo a lei em vigor, licenças sem vencimento, mas não se pôde despedir excedentários onde eles existiam. Foi um processo caro e ineficiente porque gestão de recursos humanos implica que quem fica e quem é convidado a sair seja escolhido com base em critérios rigorosos bem definidos que vão ao encontro das necessidades e expectativas do empregador de acordo com a sua missão, visão e real propósito que não é seguramente empregar colaboradores. Foi o que se conseguiu numa jurisdição, cultura e sociedade como a portuguesa. Contudo, de lá para cá esse número tem vindo a reduzir-se. A este ritmo, no final das legislaturas socialistas o saldo será positivo tendo por base 2011.

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