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Pedro Queiroz Pereira é o 19.º Mais Poderoso de 2017

O industrial está a perder poder e influência. Ao contrário do que se habituou nos últimos anos, Queiroz Pereira enfrenta agora forças hostis nas frentes política e sindical. Na Navigator e na Secil, já houve greves este ano por aumentos salariais. Por pressão do Presidente da República, o Parlamento aprovou com prontidão os diplomas para a reforma da floresta, com o agravamento das restrições à área de eucalipto. Para o dono da Semapa, os próximos anos adivinham-se complicados.
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mais votado Anónimo 15.08.2017

Constantes subsídios de ajuda ao investimento privado em bens de capital, inusitadas rendas energéticas excessivas, isenções e deduções fiscais à medida, para além de tarifas aduaneiras proteccionistas, são gravíssimas distorções de mercado e acarretam enormes custos de oportunidade sejam em que sector de actividade económica forem. O Estado quando quer fomento e participação num projecto empresarial considerado estratégico, viável, com potencial na economia e regido pelos mais elevados padrões da boa gestão lean com vista à obtenção de retorno sobre o investimento, deve, quando muito, adquirir participação accionista através de um Fundo de Riqueza Soberano e/ou conceder um crédito através de um banco de fomento ou investimento estatal. "Bruxelas autoriza subsídio de 100 milhões de euros à Portucel" https://www.publico.pt/economia/jornal/bruxelas-autoriza-subsidio-de--100-milhoes-de-euros-a-portucel-209644

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Anónimo 15.08.2017

Para além de certas empresas não bancárias do regime, existe lá malta mais subsidiada do que os funcionários vitalícios da Função Pública que não são lá precisos para nada ou do que os bancários resgatados semana sim semana não? Ganhem juízo e deixem de extorquir quem é sério e honesto. Dívida pública excessiva, fora de controlo, e tributação agravada, terrorista, têm sempre os mesmos destinatários, mas a factura é paga pelo Estado insustentável, pela economia cada vez menos competitiva e pela sociedade iníqua em que vivemos.

Anónimo 15.08.2017

Constantes subsídios de ajuda ao investimento privado em bens de capital, inusitadas rendas energéticas excessivas, isenções e deduções fiscais à medida, para além de tarifas aduaneiras proteccionistas, são gravíssimas distorções de mercado e acarretam enormes custos de oportunidade sejam em que sector de actividade económica forem. O Estado quando quer fomento e participação num projecto empresarial considerado estratégico, viável, com potencial na economia e regido pelos mais elevados padrões da boa gestão lean com vista à obtenção de retorno sobre o investimento, deve, quando muito, adquirir participação accionista através de um Fundo de Riqueza Soberano e/ou conceder um crédito através de um banco de fomento ou investimento estatal. "Bruxelas autoriza subsídio de 100 milhões de euros à Portucel" https://www.publico.pt/economia/jornal/bruxelas-autoriza-subsidio-de--100-milhoes-de-euros-a-portucel-209644

Anónimo 15.08.2017

É mais uma empresa do pérfido regime podre e insustentável português, inerentemente anti-mercado e frontalmente pró-compadrio sindical e corporativo. Um desperdício e uma oportunidade perdida à boa moda latina do sul. A UPM, a StoraEnso, a International Paper e a Smurfit, obviamente, ou a Oji, dão cartas, e é com esses que devem aprender a criar valor em vez de se focarem em aproveitar toda e qualquer oportunidade para o extrair do Estado, da economia e da sociedade.

Anónimo 15.08.2017

Implementem um verdadeiro acordo de comércio livre e veremos o que é que a Navigator será capaz de fazer no mercado. Por enquanto é beneficiária de subsídios, isenções e proteccionismo tornando os consumidores portugueses em vitimas dos preços artificialmente elevados e os contribuintes em vitimas de extorsão fiscal continuada...

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