Quais as novidades do Plano Nacional de Reformas que o Governo vai enviar a Bruxelas?

O governo está a ultimar o Plano Nacional de Reformas que enviará para Bruxelas para a semana. Nele estima em dois mil milhões de euros os custos com as mexidas nas pensões, desde as actualizações do valor mensal, à redução das penalizações por reformas antecipada, até à extinção da CES. Esta é uma das medidas financeiramente mais volumosa num plano que ascende a 22 mil milhões de euros. Rui Peres Jorge explica as principais novidades.
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Negócios 11 de abril de 2017 às 17:55



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mais votado Anónimo 11.04.2017

Quer seja na banca ou no restante sector público oficial ou oficioso, a base do problema tem sido sempre a mesma: excedentarismo. O excedentarismo é a sobrealocação de factor produtivo trabalho sem procura real na economia, que quando associado ao fenómeno do sobrepagamento (pagamento acima do preço de mercado), torna os Estados, as economias e as sociedades em Estados insustentáveis, economias pouco competitivas e sociedades iníquas. Chama-se por isso a isto uma crise de equidade e sustentabilidade.

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Anónimo 11.04.2017

Quer seja na banca ou no restante sector público oficial ou oficioso, a base do problema tem sido sempre a mesma: excedentarismo. O excedentarismo é a sobrealocação de factor produtivo trabalho sem procura real na economia, que quando associado ao fenómeno do sobrepagamento (pagamento acima do preço de mercado), torna os Estados, as economias e as sociedades em Estados insustentáveis, economias pouco competitivas e sociedades iníquas. Chama-se por isso a isto uma crise de equidade e sustentabilidade.

Anónimo 11.04.2017

Para que o investimento estrangeiro pudesse acontecer em Portugal, primeiro seria necessário flexibilizar o mercado laboral português e criar condições para existir um forte e moderno mercado de capitais em Portugal, ou seja, seria preciso que as reformas e recomendações da troika UE-FMI e da própria OCDE, fossem postas em prática o quanto antes. Senão no final só ficaremos com dívida pública e dívida privada para pagar não se sabe como sem que isso se torne manifestamente injusto para grande faixa da população portuguesa actual e futura.

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