Que margem orçamental ganhou Portugal em Bruxelas?

Portugal saiu do Procedimento dos Défices aberto em 2009 e a Comissão Europeia garante estar mais focada no crescimento do que no défice, mas o que esta nova margem significará, na prática, para a política orçamental em Portugal é ainda uma pergunta sem resposta. Rui Peres Jorge, jornalista do Negócios, explica porquê.
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Negócios 24 de maio de 2017 às 18:02



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comentários mais recentes
Anónimo 24.05.2017

em Detroit, Vallejo e outros municípios dos EUA a falência originou cortes nas pensões de reforma e despedimentos de excedentários... Em Porto Rico vai pelo mesmo caminho. Grécia e Portugal são os senhores (drs) que se seguem. A verdade vem sempre ao de cima. Não vale a pena tentar tapar o sol com uma peneira. Resta saber por mais quanto tempo os agentes económicos sérios, honrados e inocentes irão continuar a ser extorquidos e pilhados pela casta dos prevaricadores.

Anónimo 24.05.2017

As esquerdas sindicais que vêem no factor trabalho um fim em si mesmo e no sindicato o clube que fanaticamente apoiam quais tiffosi inebriados pelo keynesianismo desmiolado e o marxismo anti-capital, como se houvesse alguma distinção entre os factores produtivos a não ser aquela que advém do valor que a sua combinação consegue gerar com base na mais economicamente racional alocação dos mesmos, têm que perceber que a crise económico-social de equidade e sustentabilidade que se vive é acima de tudo culpa sua porque é com base nas profundas distorções de mercado que fomentam que outras distorções de mercado obtêm as condições para surgir e proliferar.