Negócios num minuto  O que se passa com o curso que dá emprego no Estado?

O que se passa com o curso que dá emprego no Estado?

Numa altura em que avança com a regularização de precários, o Governo não abriu vagas para o curso que dá emprego no Estado. Nem diz quando vai abrir, até porque as regras estão em revisão. Catarina Almeida Pereira, jornalista do Negócios, explica o que se passa.
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Negócios 18 de maio de 2017 às 17:30

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mais votado Anónimo Há 6 dias

Portugal precisa de governos capazes de fazer o que Macron promete fazer ("Ingressaremos gradualmente numa época em que ter um emprego vitalício baseado em tarefas que não são justificadas será cada vez menos sustentável - na verdade já estamos lá." - Emmanuel Macron) e Schäuble afirma que Schröder já fez na Alemanha ("Alemanha e a França estavam praticamente ao mesmo nível em termos de performance económica em 2003, antes de o antigo chanceler Gerhard Schröder ter implementado uma reforma na área laboral." - Wolfgang Schäuble). Cursos que "dão emprego no Estado" são tão século XX.

comentários mais recentes
Anónimo Há 6 dias

Os ditos "precários" em Portugal teriam muito mais oportunidades e muito maiores expectativas se não estivessem constantemente tapados e prejudicados pelos "definitivos" blindados à prova de mercado, de alterações da oferta e da procura, à prova de avanço tecnológico, de inovação. Nada é definitivo na vida, na economia, nos mercados laboral, de capitais, de matérias primas ou de bens e serviços. Se fosse definitivo, suponhamos que desde a década de 1990, andávamos todos ainda dependentes da era do telemóvel do tamanho de um tijolo ao preço de 10 mil euros cada. Não seria agradável. Os "definitivos" fazem dos chamados precários o smartphone topo de gama que não consegue entrar no mercado porque o gigantesco e oneroso telemóvel obsoleto que parou no tempo e é de outra era arranjou um esquema legislativo que o protege a ele e ilegaliza a concorrência.

Anónimo Há 6 dias

Portugal precisa de governos capazes de fazer o que Macron promete fazer ("Ingressaremos gradualmente numa época em que ter um emprego vitalício baseado em tarefas que não são justificadas será cada vez menos sustentável - na verdade já estamos lá." - Emmanuel Macron) e Schäuble afirma que Schröder já fez na Alemanha ("Alemanha e a França estavam praticamente ao mesmo nível em termos de performance económica em 2003, antes de o antigo chanceler Gerhard Schröder ter implementado uma reforma na área laboral." - Wolfgang Schäuble). Cursos que "dão emprego no Estado" são tão século XX.

Conselheiro de Trump Há 6 dias

No dicionario canhoto nao existe a palavra;FLEXIBILIZACAO.Assim sendo e como achar uma agulha num palheiro.

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