O raio-x do sector das TIC

Há falta de recursos humanos ligados às tecnologias de informação e comunicação (TIC). Um sector que este ano deverá crescer, segundo a IDC. Mas há mais indicadores para descobrir neste sector.

Os principais dados referentes ao sector da inovação e tecnologias de informação em Portugal estão em infografia no Negócios que, para os seus assinantes, disponibiliza o ficheiro onde estão os dados que serviram de base ao trabalho.

O Negócios preparou uma infografia com os principais dados deste sector e se for assinante pode ver o ficheiro com os dados que serviram de base à infografia.



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Anónimo 06.02.2016

Conviria incluir neste RX, o ponto de situação das TIC´s na AP, em particular a razão porque, não se fazem reformas estruturais neste setor, perguntado a este governo e ao anterior, qual a razão porque, apesar de concetualmente brilhante nunca se implementou a resolução do Conselho de Ministros 12/2012 de 7 de fevereiro?
https://dre.pt/application/file/543636 de que se transcreve:
" cujo objetivo final é conseguir alcançar ganhos de poupança e de eficiência que se antecipam que venham a concretizar -se para todos os ministérios. Tendo como visão um serviço público de qualidade que comporte custos mais reduzidos para os cidadãos e empresas, e simultaneamente reduza a despesa pública, em especial no âmbito das TIC, são propostas 25 medidas de racionalização, de acordo com os seguintes eixos de atuação: (i) melhoria dos mecanismos de governabilidade, (ii) redução de custos, (iii) utilização das TIC para potenciar a mudança e a modernização administrativa (iv) implementação de soluções TIC comuns, e (v) estímulo ao crescimento económico. Os ganhos resultam em parte de uma maior governabilidade, da concentração da função informática em cada ministério e da racionalização de meios, permitindo assim que, pela primeira vez, o Estado seja considerado como um todo por quem lhe presta serviços ou vende produtos TIC".
Uma verdadeira reforma estrutural que, diminuindo, drasticamente, os custo, permitiria prestar um serviço com mais qualidade aos cidadãos, ganhos de produtividade significativos, combater a corrupção, a economia paralela e a fuga aos impostos.
Posso adiantar a resposta à questão: porque a implementação desta resolução não agrada aos grandes interesses económicos dominantes e poria em causa o financiamento dos partidos.

Anónimo 06.02.2016

Conviria incluir neste RX, o ponto de situação das TIC´s na AP, em particular a razão porque, não se fazem reformas estruturais neste setor, perguntado a este governo e ao anterior, qual a razão porque, apesar de concetualmente brilhante nunca se implementou a resolução do Conselho de Ministros 12/2012 de 7 de fevereiro?
https://dre.pt/application/file/543636 de que se transcreve:
" cujo objetivo final é conseguir alcançar ganhos de poupança e de eficiência que se antecipam que venham a concretizar -se para todos os ministérios. Tendo como visão um serviço público de qualidade que comporte custos mais reduzidos para os cidadãos e empresas, e simultaneamente reduza a despesa pública, em especial no âmbito das TIC, são propostas 25 medidas de racionalização, de acordo com os seguintes eixos de atuação: (i) melhoria dos mecanismos de governabilidade, (ii) redução de custos, (iii) utilização das TIC para potenciar a mudança e a modernização administrativa (iv) implementação de soluções TIC comuns, e (v) estímulo ao crescimento económico. Os ganhos resultam em parte de uma maior governabilidade, da concentração da função informática em cada ministério e da racionalização de meios, permitindo assim que, pela primeira vez, o Estado seja considerado como um todo por quem lhe presta serviços ou vende produtos TIC".
Uma verdadeira reforma estrutural que, diminuindo, drasticamente, os custo, permitiria prestar um serviço com mais qualidade aos cidadãos, ganhos de produtividade significativos, combater a corrupção, a economia paralela e a fuga aos impostos.
Posso adiantar a resposta à questão: porque a implementação desta resolução não agrada aos grandes interesses económicos dominantes e poria em causa o financiamento dos partidos.

Anónimo 06.02.2016

Conviria incluir neste RX a situação da Administração Pública e perguntar aos governos, este e o anterior, porque ficou esquecida a famigerada resolução do conselho de ministros 12/2012, de 7 de fevereiro
https://dre.pt/application/file/543636
que permitiria, através de uma real e profunda reforma estrutural, reduzindo, drasticamente, custos aumentar a produtividade, a qualidade dos serviços prestados ao cidadão e combater a economia paralela e a fraude/evasão fiscal.
"Com efeito, a implementação de uma estratégia global da Administração Pública na área das TIC exige o cumprimento das orientações daquele plano estratégico, cujo objetivo final é conseguir alcançar ganhos de poupança e de eficiência que se antecipam que venham a concretizar -se para todos os ministérios. Tendo como visão um serviço público de qualidade que comporte custos mais reduzidos para os cidadãos e empresas, e simultaneamente reduza a despesa pública, em especial no âmbito das TIC, são propostas 25 medidas de racionalização, de acordo com os seguintes eixos de atuação: (i) melhoria dos mecanismos de TIC para potenciar a mudança e a modernização administrativa (iv) implementação de soluções TIC comuns, e (v) estímulo ao crescimento económico. Os ganhos resultam em parte de uma maior governabilidade, da concentração
da função informática em cada ministério e da racionalização de meios, permitindo assim que, pela primeira vez,
o Estado seja considerado como um todo por quem lhe presta serviços ou vende produtos TIC."
Teoricamente perfeito. de tal maneira perfeito que, pelos riscos que traria, aos grandes interesses económicos e ao financiamento dos partidos, ficou na gaveta ou melhor num cofre forte fechado a setecentas chaves.
Consolidar orçamentos fazendo reformas estruturais, que impliquem melhoria da qualidade dos serviços, redução de custos e combate à economia paralela e à fuga aos impostos. Para quê? Agrada ao poder económico dominante e é muito mais fácil subir impostos e pedir mais e mais sacrifícios, aos mesmos de sempre, os que não podem fugir ao pagamento dos impostos.

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