Cronista
Adolfo Mesquita Nunes Advogado

Adolfo Mesquita Nunes tem mais de treze anos de experiência em advocacia nas áreas de direito público, nomeadamente em políticas públicas, contratação pública, regulação, contencioso, arbitragem e contratos públicos. É Sócio da sociedade Gama Glória. Foi Secretário de Estado do Turismo do XIX e XX Governos Constitucionais, entre 2013 e 2015. É licenciado em Direito pela Universidade Católica Portuguesa (2000) e Mestre em Ciências Jurídico Políticas pela Universidade de Lisboa (2008). Vice-Presidente do CDS-PP.

Opinião
E se revogássemos a Lei Cristas?  21.05.2018 Adolfo Mesquita Nunes
Opinião Eutanásia (II) 14.05.2018 Adolfo Mesquita Nunes
Opinião Eutanásia (1) 07.05.2018 Adolfo Mesquita Nunes
Opinião A nova tese da esquerda rumo às eleições  16.04.2018 Adolfo Mesquita Nunes
Opinião A encenação de uma cambalhota 09.04.2018 Adolfo Mesquita Nunes
Opinião O Bloco e o PCP também são Centeno 02.04.2018 Adolfo Mesquita Nunes
Opinião As reformas que faltam 19.03.2018 Adolfo Mesquita Nunes
Opinião O que pensariam Sá Carneiro e Amaro da Costa? 12.03.2018 Adolfo Mesquita Nunes
Adolfo Mesquita Nunes E se revogássemos a Lei Cristas?  21.05.2018 Adolfo Mesquita Nunes
A maioria dos casos que vêm sendo relatados na comunicação social como exemplos de uma onda de despejos que varre as cidades de Lisboa e Porto diz respeito à não renovação de contratos de arrendamento.
Adolfo Mesquita Nunes Eutanásia (II) 14.05.2018 Adolfo Mesquita Nunes 126
Se a eutanásia corresponde à liberdade de decidir quando e como morrer, pode alguém que se aproxima do liberalismo ter dúvidas sobre a eutanásia, aceitando que as mesmas impeçam alguém de, em liberdade, a ela recorrer?
Adolfo Mesquita Nunes Eutanásia (1) 07.05.2018 Adolfo Mesquita Nunes 176
O debate sobre a eutanásia confronta-nos com o medo de morrer em sofrimento. Mesmo os que intuitivamente desconfiam da eutanásia se perguntam: e se me acontecer a mim?
Adolfo Mesquita Nunes Para vencer António Costa há que combatê-lo, não propriamente juntar-se a ele  23.04.2018 Adolfo Mesquita Nunes 684
Sabendo que não pode ganhar eleições sem o centro, e que uma excessiva aproximação a comunistas e trotskistas pode comprometer esse objetivo, o PS iniciou o seu processo de recentramento. 
Adolfo Mesquita Nunes A nova tese da esquerda rumo às eleições  16.04.2018 Adolfo Mesquita Nunes 309
O caminho de PSD e CDS nunca passou por fazer recair o aumento da carga fiscal nos impostos cegos ao rendimento, que prejudicam desde logo aqueles que, por falta de recursos, já nem impostos sobre rendimento pagam.
Adolfo Mesquita Nunes A encenação de uma cambalhota 09.04.2018 Adolfo Mesquita Nunes 468
Há no setor quem passe a vida a criticar só para garantir que nada possa mudar. E o Governo, que devia estar a aperfeiçoar o modelo, deixou-se ficar pelas verbas, como se nada fosse.
Adolfo Mesquita Nunes O Bloco e o PCP também são Centeno 02.04.2018 Adolfo Mesquita Nunes 303
Somos todos Centeno, disse o ministro da Saúde à oposição, quando esta lhe deu a oportunidade de, por alguma via, se afastar da autoria das cativações e cortes que têm conduzido o SNS a uma situação de quase colapso.
Adolfo Mesquita Nunes Francisco Lucas Pires e o caminho para uma sociedade aberta 26.03.2018 Adolfo Mesquita Nunes 488
Se nunca me deixei comover pelo federalismo europeu, tão presente em Lucas Pires, sempre me impressionou a ambição, o otimismo, o sentido reformista, a liberdade consequente nas políticas públicas, a adesão a essa sociedade aberta que tanto me inspira.
Adolfo Mesquita Nunes As reformas que faltam 19.03.2018 Adolfo Mesquita Nunes 143
A digitalização da economia exigirá formação nova, trazendo oportunidades sem fim. Uma transformação tão brutal como esta só pode ser acautelada, aproveitada, se a reconhecermos, se nos prepararmos para ela.
Adolfo Mesquita Nunes O que pensariam Sá Carneiro e Amaro da Costa? 12.03.2018 Adolfo Mesquita Nunes 340
A morte de Sá Carneiro e Amaro da Costa causou um profundo sentimento de orfandade no PSD e no CDS, que dura até hoje, e que é compreensível se percebermos que os dois partidos foram muito cedo privados dos seus principais referenciais políticos.