Enviar por email
Reportar erro
Camilo Lourenço
Jornalista

Camilo Lourenço é licenciado em Direito Económico pela Universidade de Lisboa. Passou ainda pela Universidade de Columbia, em Nova Iorque e University of Michigan, onde fez uma especialização em jornalismo financeiro. Passou também pela Universidade ...

Camilo Lourenço é licenciado em Direito Económico pela Universidade de Lisboa. Passou ainda pela Universidade de Columbia, em Nova Iorque e University of Michigan, onde fez uma especialização em jornalismo financeiro. Passou também pela Universidade Católica Portuguesa. 

 

Experiência profissional - estágio na secção de Economia do semanário “O Jornal” (1987); estágio no jornal “Correio da Manhã (colunista da secção de Bolsa); jornalista na secção de Economia do jornal “Semanário” (1987); editor de Economia da Rádio Correio da Manhã (de 1988 a 1992); redactor principal do “Semanário Económico” (desde 1988); coordenador da secção Nacional do “Diário Económico” (de que foi um dos fundadores) desde 1990.

Director adjunto da revista “Valor”, que ajudou a fundar (1992). Director da mesma revista (1993), onde se manteve até 1995. Editor de Economia da Rádio Comercial, de 1992 a 1997.

Director editorial das revistas masculinas da Editora Abril/Controjornal: “Exame” (revista que também dirigiu); “Executive Digest”; “Turbo”; “Auto Guia”, “Exame Informática” e “Exame Digital” (de 1995 a 2002).

Comentador de assuntos económicos da Rádio Capital, de 2000 a 2005. Director da revista “Maisvalia” (de 2003 a 2005).

Comentador da RTP e RTP Informação, onde passou também a apresentar o programa “A Cor do Dinheiro”, sobre aconselhamento em Finanças Pessoais (desde 2007). Colunista do “Jornal de Negócios (desde 2007); comentador de assuntos económicos do Rádio Clube Português, de 2008 a 2010, estação onde apresentava dois programas: “Moneybox” (Macroeconomia) e “A Cor do Dinheiro” (aconselhamento financeiro).

Comentador de assuntos económicos da Media Capital Rádios (desde 2010). Numa das rádios do grupo, a M80, apresenta dois programas: “Moneybox” e “A Cor do Dinheiro”, herdados do Rádio Clube Português.

Comentador de assuntos económicos da televisão generalista TVI, onde apresenta “Contas na TV”, programa onde esclarece dúvidas dos telespectadores sobre questões de finanças pessoais.

A par destas funções Camilo Lourenço é docente universitário. Leccionou na Universidade de Lisboa, na Universidade Lusíada e no Instituto Superior de Comunicação Empresarial. Por outro lado lecciona pós-graduações e MBA.

Em 2010, por solicitação de várias entidades (portuguesas e multinacionais), começou a fazer palestras de formação, dirigidas aos quadros médios e superiores, em áreas como Liderança, Marketing e Gestão.

Em 2007 estreou-se na escrita, tendo co-autorado o livro “Como Tornar o Benfica Campeão”. Em 2009 lançou o seu primeiro livro a solo, “Como esticar o Salário e Encurtar o Mês”. Em 2012 lançou “Basta!”, um livro onde analisa os problemas da economia portuguesa e as soluções para os ultrapassar.

 

Contactos do Autor
Facebook
Email
últimos artigos do autor
20:30
Três mil e seiscentos milhões de euros. Os prejuízos do BES ultrapassam tudo o que era expectável até há poucas semanas.
30 de Julho
Eu sei que está na moda falar mal da iniciativa privada (até Marcelo Rebelo de Sousa alinha nisso). É o BPN, o BPP, o BCP na versão pré-Nuno Amado (que está a fazer um excelente trabalho, diga-se), o BES e agora a TAP.
29 de Julho
Há pelo menos 30 anos que ouvimos falar em reformas estruturais. Algumas dessas reformas têm sido elencadas nesta coluna.
28 de Julho
Portugal ficou a um passo de sair do "lixo" depois de a Moody's ter melhorado o "rating" do país (igualando a Fitch). A decisão não deixa de surpreender.
28 de Julho
António José Seguro tem apresentado notórias dificuldades em ajustar o discurso ao verbo de António Costa. Tanto na forma como na substância.
24 de Julho
Se estivesse a escrever esta crónica em 2012, bateria palmas à Justiça portuguesa. Mas estamos em 2014. Por isso a detenção de Ricardo Salgado, para depor no âmbito do processo "Monte Branco" (fraude fiscal e branqueamento de capitais), nesta altura, merece reservas.
23 de Julho
Portugal parece aquele fidalgo falido que fala grosso como se vivesse na opulência. Vem isto a propósito da nossa posição sobre a adesão da Guiné Equatorial à CPLP.
22 de Julho
Os exames servem (ou melhor, deviam servir) para saber quem deve ser professor, ou quem deve ir fazer outra coisa qualquer. Não há "natural born teachers"!
21 de Julho
Os chumbos do Tribunal Constitucional não eliminaram a necessidade de cortar salários no Estado e de substituir a Contribuição Extraordinária de Solidariedade.
20 de Julho
O disparate de Portas foi tão grande que facilitou a vida ao primeiro-ministro (e ao país) nos meses seguintes: o governo nunca funcionou tão coeso.
pub