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Fernando  Sobral
Fernando Sobral 08 de janeiro de 2016 às 00:01

Quem somos e para onde vamos?

Na primeira década do século XX, quando no horizonte já se adivinhava uma ruptura qualquer (seria a chegada do Republicanismo em Outubro), alguns governos monárquicos caiam por causa de duelos que o deputado Caeiro da Mata impunha a ministros e a líderes da maioria.

Em 1910 o regime está bolorento: os escândalos sucedem-se, da Companhia de Crédito Predial à Questão Hinton. Pelo meio, a dívida externa, surgia de vez em quando, como icebergue que afundava todas as veleidades.

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comentários mais recentes
Anónimo Há 1 semana

Vimos da rua do bicalho e seguimos em direção ao c...

Anónimo Há 1 semana

Vamos pá um buraco bem fundo que nunca mais saímos de lá,estes esquerdistas só estão a olhar para o imbigo deles estes dos sindicatos preferem levar o país ao abismo que abdicar das sus regalias estão se burrifando para o futuro do país e dos portugueses

Anónimo Há 1 semana

Esta gente ainda não percebeu que o problema não é um excesso de remunerações ou de folgas, mas um excesso de colaboradores que são excedentários, redundantes ou usando outra palavra, desnecessários, e não podem ser afastados das suas carreiras sagradas e despedidos? São uma espécie de nobreza feudal numa República de castas.

Maria Valentina Umer Há 1 semana

Portugal is only afloat as long as the EU wants to sustain you. Otherwise, Portugal will sink. The Portuguese politcians, and the so-called gestores are all so corrupt that this country will not survive without the EU. Shame on Portugal. Other small countries in the EU are much more fit!

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