Cronista
Manuela Arcanjo Economista

Professora universitária (ISEG) e investigadora.

Manuela Arcanjo Decisões políticas 13.03.2017 Manuela Arcanjo
A tomada de decisão nas políticas públicas exige uma avaliação cuidadosa das condições de implementação, de eventuais problemas e, não menos importante, de possíveis situações de injustiça.
Manuela Arcanjo Público, privado e social 30.01.2017 Manuela Arcanjo
O argumento do menor custo é, na maioria das vezes, uma falácia. A diferença é que a despesa pública directa é conhecida enquanto as transferências financeiras para os outros dois sectores não tem idêntica transparência.
Manuela Arcanjo Preocupação, irritação e um elogio 05.12.2016 Manuela Arcanjo
Ao contrário do que é habitual não me dedico hoje a uma análise temática. São apenas algumas notas sobre assuntos diversos, a nível externo e interno, que suscitam efeitos que deram origem ao título.
Manuela Arcanjo Muitas medidas e pouca estratégia 03.10.2016 Manuela Arcanjo
As medidas vão surgindo - até para 2018 -, mas parece continuar a faltar uma verdadeira estratégia promotora do crescimento económico.
Manuela Arcanjo Elevada qualificação e baixo salário 05.09.2016 Manuela Arcanjo
Os actores políticos - governos e oposição - referem frequentemente que Portugal nunca teve uma geração tão qualificada, isto é, com formação superior (licenciatura, mestrado e doutoramento). Assim é, de facto.
Manuela Arcanjo Uma Europa desorientada e um país sempre em défice  11.07.2016 Manuela Arcanjo
Comecemos por uma questão formal: nos termos dos tratados, são os Estados-membros (EM) que são avaliados no cumprimento, ou não, dos critérios estabelecidos para avaliação das finanças públicas. É, portanto, Portugal que pode vir a ser sancionado.
Manuela Arcanjo Menos Estado, igual despesa 07.06.2016 Manuela Arcanjo
Estranhas razões levam o Estado, por via dos sucessivos governos, a celebrar contratos e protocolos, a pagar e a não auditar.
Manuela Arcanjo Défice e excedente 10.05.2016 Manuela Arcanjo
O Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC) foi desde o início objecto de críticas: a quantificação dos critérios relativos ao saldo global e à dívida pública (em % PIB) pressupunha um crescimento económico nominal de 5% ao ano.
Manuela Arcanjo OE 2016: a conjugação de múltiplas opções 15.02.2016 Manuela Arcanjo
Após quatro anos de políticas públicas que produziram efeitos nefastos à quase totalidade dos portugueses e de um governo que alternava na submissão às imposições da troika com a arrogância interna e um discurso de meias verdades, teríamos de ter algo muito diferente.
Manuela Arcanjo Uma estabilidade muito instável 16.11.2015 Manuela Arcanjo
Começo por recordar o que aqui escrevi no dia 20 de Outubro: "Continuando a admitir a hipótese da constituição de um Governo do PS […], será um Governo estável para uma legislatura ou meramente de curto prazo?"
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