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Camilo Lourenço
Camilo Lourenço 17 de setembro de 2017 às 21:30

"A dívida permanece a quarta maior do mundo"

Quando uma agência de rating surpreende ao elevar a dívida portuguesa à categoria de ativo investível, a euforia é inevitável. Sobretudo por parte de quem detém o poder, que aproveita a ocasião para se apropriar dos louros (que na verdade deviam ser divididos com a troika). Não é que a economia não esteja no bom caminho. Está, embora devêssemos estar a fazer mais; isto é, sanear as contas públicas segundo critérios estruturais.

Voltemos à subida do rating e à euforia. Das quatro razões avançadas pela Standard & Poor's para subir a notação da República (reforço do crescimento, redução continuada do

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