Raquel Godinho
Raquel Godinho 16 de novembro de 2017 às 19:10

Como é que as emoções mexem com o investimento?

A bolsa espanhola quer conhecer as emoções dos investidores. E, por isso, publicou um estudo em que avalia o comportamento dos investidores, se são ou não avessos ao risco, se as suas decisões são motivadas por factores emocionais ou por factores cognitivos.

Segundo o Cinco Días, a BME, gestora da bolsa espanhola, publicou o estudo de duas professoras da Universidade de Zaragoza. E este estudo começa por avaliar as predisposições dos investidores que os levam a cometer decisões erradas. Uma das principais é o excesso de confiança, que leva os investidores a sobrestimar a sua capacidade para avaliar activos, prever movimentos ou tomar decisões. Depois, fala também do autocontrolo que é mais característico de investidores que assumem uma posição mais arriscada. E é ainda mencionada a aversão aos remorsos que explicam, muitas vezes, o excesso de conservadorismo das carteiras. As autoras do estudo não esquecem também que muitos investidores tendem a investir em activos que consideram mais familiares ou mais conhecidos. Estas questões emocionais aumentam a dificuldade em prever comportamentos. E explicam que, muitas vezes, os preços dos activos se afastem dos seus fundamentais.

 

Jornalista
A sua opinião0
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
pub