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Camilo Lourenço
Camilo Lourenço 10 de Janeiro de 2017 às 00:01

É assim que os bancos dão problemas...

Quando uma instituição tem peso no mercado, como é o caso da Caixa, é obrigatório que outras instituições prestem atenção ao que ela faz.

A FRASE...

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mais votado 00SEVEN Há 1 semana

É a forma do socialismo operar e intrometer-se em todos os segmentos da economia acabando por entorpecê-la e torna-la ineficiente.
O resultado é uma economia hibrida que ninguém sabe o que é porque nem é capitalista nem comunista tal é a interferência estatal!
A mão do estado está em tudo que é empresa com a sua teia burocrática e custos administrativos!
E quando a CGD desinvestiu da esplêndida e altamente lucrativa participação de 12.8% que tinha no Unibanco do Brasil para investir em Espanha que tudo o vento levou?
O problema é que ninguém é responsabilizado pelos crimes de lesa pátria que se cometem!

comentários mais recentes
manuelfaf Há 1 semana

A ladroagem de esquerda e da DIREITA

AS CLASSES SOCIAIS EM PORTUGAL:

1. Burguesia = Os patrões que mamam do público e choram que é pouco
2. Nobreza = Políticos que pagam a patrões amigos com dinheiro público
3. Povo = Os Trabalhadores e Pensionistas (que são tratados como escravos e roubados para sustentar as 2 classes privilegiadas).

Só para ajudar, faltavam aqui umas palavras.

Da esquerda à direita casos não faltam. Deixem de tentar enganar, nenhum dos lados pode vestir a pele de cordeiro.

Anónimo Há 1 semana


A ladroagem de esquerda

AS CLASSES SOCIAIS EM PORTUGAL:

1. Burguesia = Os Patrões

2. Nobreza = Os Ladrões FP / CGA

3. Povo = Os Trabalhadores e Pensionistas do privado (que são tratados como escravos e roubados para sustentar as 2 classes privilegiadas)


manuelfaf Há 1 semana

Uma empresa seja privada ou pública deve ser bem gerida e dar retorno aos seus accionistas. O dono pode-se chamar Manel, António, Joaquim, uma SGPS, um fundo de investimento, e até o próprio Estado. A culpa não é do nome do proprietário, é do administrador que a gere. Que deviam exercer mais pressão para uma correcta gestão e libertar retorno, sem dúvida nenhuma.
A maior parte das empresas ex-públicas eram tão más, tão más, que apareceram vários interessados em comprar-las. Claro que o interesse era um dever patriótico de libertar os contribuintes de tão más empresas.
Que há situações em que afundam a empresa de propósito, os comentadores dizem que o público é mau, que tudo deve ser privatizado, que os contribuintes devem fazer um desconto para vender ao desbarato, e que por magia, a empresa começa a dar lucros, há. Mas isso é difícil de provar, e o acto de magia fácil de convencer.
Falta prisão a muita gente que lesa o contribuinte em benefício próprio.

JCG Há 1 semana

Suponho que no contexto de uma economia capitalista razoavelmente civilizada e em que o direito de propriedade é um pilar básico, os acionistas das empresas são os seus donos efetivos e como tal têm o direito de fazer repercutir na governação das empresas aquilo que serão os seus interesses legítimos. Normalmente quererão rentabilizade, sustentabilidade e valorização do seu ativo/ investimento.
Ora isto implica e confere o direito ao acionista de definir objetivos estratégicos e também linhas de orientação estratégica pois, por exemplo, sendo a reputação da empresa um elemento relevante no seu valor, o acionista não poder permitir que a gestão para maximizar a rentabilidade enverede por opções estratégicas (fazer o quê para quem e como?) e práticas que destruam a sustentabilidade da empresa.
O problema quando o acionista são os portugueses (um acionista difuso) é como é que os interesses legítimos destes acionistas são interpretados e repercutidos na gestão. Eis o real busilis.

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