Raquel Godinho
Raquel Godinho 14 de dezembro de 2017 às 21:28

E se conseguir crédito sem ser cliente do banco?

O crédito à habitação é um dos produtos preferidos dos bancos. Se tudo correr bem, garante a fidelização dos clientes por prazos longos, que podem ir até aos 40 anos.

E o Bankinter tem uma visão sobre o crédito à habitação do futuro. É com base nessa visão que lançou a sua nova oferta. Agora, permite aos clientes contratar o financiamento através da sua plataforma online Coinc, avança o Cinco Días. Mas, mais surpreendente, não requer a vinculação do cliente a quem empresta dinheiro. Isto significa também que o banco não vai exigir ao cliente a contratação de uma série de produtos associados para oferecer um "spread" mais baixo. Outra novidade: a prestação será debitada noutra instituição, aquela onde o cliente tem conta bancária. "Acreditamos que esta pode ser a forma como serão vendidos os créditos para a casa daqui a 20 anos", disse Nicolás Moya. E o director de negócios digitais do Bankinter frisou também que a taxa de juro no primeiro ano é de 0,99%, sendo depois revista anualmente de acordo com a evolução da Euribor a 12 meses. "Não é uma questão de vender barato, mas de vender digital e o digital é barato", frisou. A poupança na digitalização permitirá uma taxa de juro "simpática". Fará o mesmo em Portugal?

 

Jornalista

A sua opinião1
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
Joao Pestana Há 2 dias

Ora pois! Os Judeus (diga-se bancos) estão a começar a sentir o fogo a chegar-lhes aos pés, diria que começam a sentir o cheiro a churrasco, as fintech estão aí e a plebe está a ficar mais instruída, já não acreditam muito nos sermões do sr. abade.

pub