Raquel Godinho
Raquel Godinho 25 de outubro de 2017 às 21:25

Emmanuel Macron vai à caça de investidores

Emmanuel Macron teve convidados especiais para jantar, esta quarta-feira. O Presidente francês convidou os maiores investidores do mundo para uma refeição no Eliseu.

Gestoras de activos, fundos de investimento, fundos de pensões e fundos soberanos reuniram-se com Macron, que pretende evidenciar as empresas francesas como atractivas na hora de investir. No total, foram 21 os investidores convidados que terão ouvido Macron expor argumentos no sentido de os convencer a aumentar e diversificar a exposição a empresas e a fundos de investimento franceses. E, ainda que não tenham sido divulgados os nomes dos investidores convidados, a Bloomberg conseguiu apurar que um deles foi o presidente da BlackRock. A gestora tem participações em várias empresas francesas como a Michelin, Renault, Airbus, PSA, Bouygues, Vinci, Eiffage, Vivendi, Sanofi, L'Oreal, STMicro, Atos, Capgemini, Orange, Publicis e Total. Além disso, também o maior fundo soberano do mundo, o da Noruega, esteve presente. O Norges Bank tem acções da Total, Sanofi e L'Oreal. Macron, que está no poder há seis meses, terá aproveitado para reiterar a sua mensagem de que a sua "ambição não é reformar a França, mas transformá-la". Veremos se este jantar dará frutos.

 

Jornalista

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mais votado Anónimo Há 3 semanas

Convém não esquecer que o resgate externo ao excedentarismo e sobrepagamento na banca e no sector público (contribuinte)-dependente em sentido estrito, foi facultado sob condição de se fazerem urgentes e necessárias reformas em termos de mercado de bens e serviços e de factores, incluindo o de capital e o laboral, de modo a que uma correcta e adequada política de gestão de recursos humanos nas organizações portuguesas passasse a ser a norma e não a excepção. Mas para que tal aconteça, toda a corrupção e tráfico de influências que sustenta e alimenta o status quo íniquo e insustentável terá de ser combatida eficazmente.

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Anónimo Há 3 semanas

Convém não esquecer que o resgate externo ao excedentarismo e sobrepagamento na banca e no sector público (contribuinte)-dependente em sentido estrito, foi facultado sob condição de se fazerem urgentes e necessárias reformas em termos de mercado de bens e serviços e de factores, incluindo o de capital e o laboral, de modo a que uma correcta e adequada política de gestão de recursos humanos nas organizações portuguesas passasse a ser a norma e não a excepção. Mas para que tal aconteça, toda a corrupção e tráfico de influências que sustenta e alimenta o status quo íniquo e insustentável terá de ser combatida eficazmente.

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