Patrícia  Abreu
Patrícia Abreu 17 de maio de 2017 às 20:42

Está a acabar o estado de graça de Trump? 

Conhecido pelo seu estilo próprio, Donald Trump tem-se vangloriado frequentemente com os máximos das bolsas dos EUA.

O seu ambicioso plano económico - que ainda não saiu do papel - alimentou uma escalada nos mercados accionistas mundiais, um optimismo que foi recentemente suportado pela vitória de Emmanuel Macron nas eleições presidenciais francesas. Mas, se no início os "tweets" polémicos de Donald Trump ou as suas provocações não faziam mossa nas bolsas, as medidas controversas do Presidente norte-americano estão a passar para outro plano. Um bem mais grave e com implicações sérias. A polémica em torno da demissão do director do FBI e a divulgação de informação confidencial à Rússia colocou Trump sob pressão. E, à sua imagem, o inquilino da Casa Branca tentou mais uma vez assumir o papel de vítima. "Olhem para a forma como eu fui tratado ultimamente, especialmente pelos media. Nenhum político na História, e eu digo isto com grande segurança, foi tratado pior ou de forma mais injusta. Não podemos deixar que nos derrubem, não podemos deixar que os críticos e os opositores impeçam os nossos sonhos", afirmou. Mas os investidores começam a ficar inquietos. Terá terminado o estado de graça?

 

Jornalista

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