Patrícia  Abreu
Patrícia Abreu 06 de dezembro de 2017 às 20:00

Fundo de índice ou uma escolha mais barata?

A popularidade dos fundos de índice continua a aumentar e a roubar clientes aos fundos de gestão activa. As baixas comissões cobradas pelos ETF e a simplicidade da aplicação são as principais vantagens que aceleraram a procura por estes fundos.

Mas, a propósito destes produtos tem vindo a sofrer alterações significativas. Se inicialmente a finalidade de um ETF era apenas replicar o desempenho do mercado, sem fazer selecção de acções ou tentar antecipar movimentos do mercado, actualmente há mais de 2.000 fundos de índice. Uma extensa lista que pode deixar os investidores baralhados na hora de escolher e que acaba por distorcer o próprio conceito do investimento. É que, tal como realça uma notícia do MarketWatch, existem ETF de índices dos mais variados sectores, curtos ou longos, alavancados ou que seguem determinados grupos de empresas. A escolha é infinita, mas o objectivo é bem mais do que seguir o desempenho de uma determinada bolsa. A aposta num determinado sector já exige uma estratégia de investimento focada num conjunto de empresas que se acredita que irá destacar-se e superar o mercado. Portanto, o oposto do que deve fazer um ETF. Certo é que, seja para replicar o mercado ou não, os fundos de índice estão para ficar.

 

Jornalista

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