Paulo Querido
Paulo Querido 05 de agosto de 2012 às 23:30

Gregos bem comportados convencem o FMI - finalmente

Tópicos - as palavras que fazem as notícias do mundo
1. Gregos bem comportados convencem o FMI - finalmente
O parlamento da Sérvia adotou uma nova lei para o banco central que desagrada ao Fundo Monetário Internacional e à União Europeia, somando pontos negativos para a candidatura do país. A lei confere poderes de supervisão ao parlamento.

O governador demitiu-se em protesto. O FMI critica a "perda de independência" do banco. Mais bem comportadas andam 2 outras nações. O Egito, que para este ano espera uma taxa de crescimento de 3,5 a 4%, pretende um empréstimo de 2.585 milhões de euros para enfrentar a crise e convidou o FMI a retomar a repetiva negociação.

E a Grécia parece estar a entrar nos eixos, depreende-se das palavras de Poul Thomsen, o chefe da missão da troika: "progrediram", referiu na despedida da missão fiscalizadora. Os últimos cortes orçamentais pouparão 11.500 milhões de euros e o plano do governo eleito há 2 meses convenceu finalmente os credores. Mas Thomsen volta a Atenas em setembro.



2. General Motors
Durou 9 horas a reunião entre os sindicatos e a General Motors do Brasil, seguida a par e passo pela imprensa. A GM queria despedir entre 1.500 e 2.000 funcionários da fábrica de São José dos Campos (São Paulo), que emprega 7.500 e da qual saíram de produção três modelos. O acordo adiou a decisão: 940 trabalhadores entram para um lay-off de 4 meses e a GM abre um programa de demissão voluntária. Mas voltam a negociar medidas de flexibilização.



3. Tesco Bank
O braço financeiro da maior cadeia de supermercados do Reino Unido começa hoje a vender hipotecas. Três produtos de taxa fixa e um de taxa variável que vão aumentar a competição num setor a atravessar uma guerra de preços. A cadeia Tesco lançou o Tesco Bank há 3 anos com seguros, cartões de crédito e contas poupança -- e o objetivo de o tornar num banco comercial. Esteve para comprar o banco Northern Rock, mas desistiu.


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comentários mais recentes
Jorge Há 2 semanas

Apostar no crescimento das economias em contraponto com o equilíbrio orçamental não parece ser o ponto de honra das intervenções do FMI, apenas se preocupam em sacar o dinheiro de volta, com juros confortáveis mesmo que seja preciso liquidar a economia dos países que pedem ajuda.

LH @*(67g167g1)*;* Há 2 semanas

Não é necessário convencer o FMI k mais não é k uma organização supranacional k pretendia e pretende dominar financeiramente este planeta azul/comprar a Grécia a preço d saldo é uma pretensão d investidores privados e d outros estados soberanos apoiados pelo FMI ou seja são eles próprios e criar teorias é uma estratégia interna/ a especulação é a arte de iludir os incautos ou seja a maioria dos habitantes deste espaço d Via Láctea

Anónimo Há 2 semanas

terá a última palavra!

Anónimo Há 2 semanas

terá a última palavra!

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