1. Gregos bem comportados convencem o FMI - finalmente
O parlamento da Sérvia adotou uma nova lei para o banco central que desagrada ao Fundo Monetário Internacional e à
União Europeia, somando pontos negativos para a candidatura do país. A lei confere poderes de supervisão ao parlamento.
O governador demitiu-se em protesto. O FMI critica a "perda de independência" do banco. Mais bem comportadas andam 2 outras nações. O Egito, que para este ano espera uma taxa de crescimento de 3,5 a 4%, pretende um empréstimo de 2.585 milhões de euros para enfrentar a crise e convidou o FMI a retomar a repetiva negociação.
E a Grécia parece estar a entrar nos eixos, depreende-se das palavras de Poul Thomsen, o chefe da missão da troika: "progrediram", referiu na despedida da missão fiscalizadora. Os últimos cortes orçamentais pouparão 11.500 milhões de euros e o plano do governo eleito há 2 meses convenceu finalmente os credores. Mas Thomsen volta a
Atenas em setembro.
2. General MotorsDurou 9 horas a reunião entre os sindicatos e a General Motors do Brasil, seguida a par e passo pela imprensa. A GM queria despedir entre 1.500 e 2.000 funcionários da fábrica de São José dos Campos (São Paulo), que emprega 7.500 e da qual saíram de produção três modelos. O acordo adiou a decisão: 940 trabalhadores entram para um lay-off de 4 meses e a GM abre um programa de demissão voluntária. Mas voltam a negociar medidas de flexibilização.
3. Tesco BankO braço financeiro da maior cadeia de supermercados do
Reino Unido começa hoje a vender hipotecas. Três produtos de taxa fixa e um de taxa variável que vão aumentar a competição num setor a atravessar uma guerra de preços. A cadeia Tesco lançou o Tesco Bank há 3 anos com seguros, cartões de crédito e contas poupança -- e o objetivo de o tornar num banco comercial. Esteve para comprar o banco Northern Rock, mas desistiu.
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