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Camilo Lourenço
Camilo Lourenço 14 de fevereiro de 2017 às 00:01

Não! As contas públicas não tranquilizam

Bruxelas diz que o défice orçamental deverá ter ficado em 2,3% em 2016, duas décimas abaixo do limite fixado pela Comissão: 2,5%. A estimativa de Bruxelas motivou um incontido triunfalismo por parte do Governo e dos partidos que o apoiam.

O cumprimento do défice em 2016 é uma boa notícia. Mas não tranquiliza. Por três razões: 1 - O número de 2016 foi obtido com uma receita extraordinária (regularização fiscal); 2 -

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comentários mais recentes
Luís Pinto Há 1 semana

Este Sr. perde toda a credibilidade por ser incoerente...pensa que nos esquecemos do que defendeu no passado não muito longínquo em que se fazia passar por comentador independente...é sempre fácil sublinhar algo que pode ser melhorado ou que está mal....mas hoje critica o que outrora elogiava

Anónimo Há 1 semana

As empresas e os contribuintes pagam 8 mil milhões de euros de juros por ano a credores. Mas será que algum dia o autor nos vai explicar quem são estes credores? Estamos a pagar, vamos pagar e continuar a pagar, mas o importante é que agora estamos mais felizes! Não estamos deprimidos!

manuelfaf Há 1 semana

O défice estrutural é terrível, mas aparentemente existem um conjunto de indicadores que parecem estar a melhorar. A taxa de desemprego é uma das mais importantes, além de diminuir despesa do Estado, aumenta a circulação de moeda na economia e confiança na mesma. O dinheiro público tem que ser gasto e investido onde é preciso. Parece-me lógico que não deve ser gasto em subsídios aos primos para comprar carros de luxo, nem vender empresas públicas ao desbarato, nem pagar por erros de gestão (ou roubos) de empresas privadas.
Quando não se vê o elefante a passar e se pisa na formiga, mas tarde é ele que nos pisa.

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