Patrícia  Abreu
Patrícia Abreu 16 de fevereiro de 2017 às 19:50

Os máximos dos EUA e do ego de Trump 

As bolsas norte-americanas renovaram máximos históricos pela sétima sessão consecutiva. Um desempenho robusto sustentado pelo maior optimismo em torno da economia e pela expectativa do regresso da inflação, em 2017.

Mas, para Donald Trump ele é o único responsável pela subida das acções norte-americanas. E não se rogou em tentar colher os frutos dos recordes em Wall Street. "Os mercados accionistas bateram novos máximos na sua maior série de ganhos em décadas. Grande nível de confiança e optimismo - mesmo antes da implementação do plano fiscal", escreveu o Presidente norte-americano no seu Twitter. Esta não é, aliás, a primeira vez que o Donald Trump comenta a performance dos índices norte-americanos. Quando o Dow Jones ultrapassou pela primeira vez na sua história a barreira dos 20.000 pontos, o inquilino da Casa Branca usou o Twitter para manifestar o seu agrado em relação a mais este recorde: "Great". Sendo certo que o plano económico de Donald Trump acelerou os ganhos, as bolsas dos EUA já vinham a renovar máximos históricos bem antes das eleições. E, para já, o Trumpnomics continua sem sair do papel. Enquanto as acções somam e seguem. A questão é até quando vão manter este fulgor.

 

Jornalista 

A sua opinião0
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar