Patrícia  Abreu
Patrícia Abreu 13 de novembro de 2017 às 20:55

Uma Black Friday de olhos em bico 

A Black Friday está longe de ser o maior dia de compras do mundo. Esse lugar é ocupado pelo Dia do Solteiro, na China.

Faltam menos de duas semanas para a Black Friday e é já grande a expectativa entre os consumidores mundiais. Adiam-se compras e actualizam-se listas de Natal à espera do tradicional desconto que, ano após ano, marca a última sexta-feira de Novembro, após o Dia de Acção de Graças nos EUA. Este dia de compras ganhou fama em todo o mundo e permite às grandes retalhistas facturar milhões num só dia. Mas a Black Friday está longe de ser o maior dia de compras do mundo. Esse lugar é ocupado pelo Dia do Solteiro, na China. O evento, que decorreu este sábado, permitiu à Alibaba engordar as suas receitas no valor de 25,3 mil milhões de dólares, segundo os números do Business Insider. Criado em 2009, como um evento anti-Dia dos Namorados, o Dia do Solteiro é agora maior do que a Black Friday e a Cyber Monday juntos. O Double 11, como foi chamado pela empresa de Jack Ma, ajudou a impulsionar o comércio electrónico no país. E o evento tem vindo a ganhar cada vez maior popularidade entre os chineses, que aproveitam os descontos para comprar desde material electrónico até roupa, videojogos ou máquinas de lavar. No fundo, o que americanos e europeus fazem na Black Friday, mas numa escala bem maior.

 

Jornalista

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