23 de Abril | Jeffrey D. Sachs
Jeffrey D. Sachs : A via perigosa de Putin
Se houvesse uma Segunda Guerra Fria, como aparenta ser cada vez mais plausível, a Rússia seria a maior prejudicada economicamente no longo prazo. A União Europeia pode, seguramente, sobreviver sem as importações de gás natural russo, mesmo com um corte total do abastecimento.
22 de Abril | Nouriel Roubini
Nouriel Roubini : A mudança de panorama dos riscos globais
Os riscos económicos, financeiros e geopolíticos mundiais estão a mudar. Alguns riscos têm agora uma menor probabilidade de acontecer – mesmo que não estejam totalmente extintos. Outros tornaram-se mais prováveis e importantes.
22 de Abril | Lee Jong-Wha
Lee Jong-Wha : O futuro feminino da Coreia do Sul
Ao longo dos últimos cinquenta anos, a Coreia do Sul tem assistido a um progresso económico considerável, com o rendimento per capita a aumentar de apenas 80 dólares, em 1960, para mais de 22 mil dólares, no ano passado.
22 de Abril | Chris Field
Chris Field  : Gerir o risco climático
Os efeitos das alterações climáticas que já aconteceram estão a espalhar-se significativamente e a afectar a agricultura, saúde humana, ecossistemas terrestres e marítimos, recursos hídricos e algumas indústrias. Os efeitos podem ser vistos dos trópicos aos pólos, das pequenas ilhas aos grandes continentes.
21 de Abril | Thomas Fricke
Thomas Fricke : Clima e competitividade
Com o atenuar da crise da dívida na Europa, outro desastre económico parece estar a aproximar-se – o preço da energia. Desde o início dos anos 2000, os preços da electricidade para as indústrias europeias quase duplicaram, e as empresas pagam o dobro de gás em relação às congéneres norte-americanas. Estarão as ambiciosas políticas climáticas – que procuram aumentar os custos das "más" fontes de energia – a destruir a base industrial da região?
17 de Abril | Robert Skidelsky
Robert Skidelsky : Os Lobos de Wall Street
"Mas que bela caracterização sobre o estado do capitalismo do século XX", exclamou o "motivador profissional" Jordan Belfort enquanto olhava para o seu passado de fraude, sexo e drogas. Como líder da empresa de corretagem Stratton Oakmont, ele espoliou investidores de centenas de milhões de dólares no início dos anos 90. Vi o filme "O Lobo de Wall Street" de Martin Scorsese e fiquei intrigado o suficiente para ler a biografia de Belfort, na qual se baseia o argumento do filme. Aprendi muito.
16 de Abril | Edward Jung
Edward Jung : Indicadores enganosos
"Se não podes medi-lo, não podes geri-lo". Esta é a ideia por detrás de métricas como o Produto Interno Bruto (PIB) e outros indicadores agregados que informam sobre a saúde das economias nacionais de todo o mundo. Os responsáveis políticos usam estes números há várias décadas para ajudá-los a orientar o crescimento económico interno.
16 de Abril | Minxin Pei
Minxin Pei : Tigre caído, dragão abalado
Menos de 18 meses depois de se tornar secretário-geral do Partido Comunista da China, Xi Jinping está prestes a prender o maior "tigre" político - um alto funcionário corrupto - da história da República Popular.
14 de Abril | Mahmoud Mohieldin
Mahmoud Mohieldin : O caminho da sede
Para que seja possível estabelecer metas para a gestão da falta de água, são necessários dados fiáveis e atempados para perceber que variações na qualidade e quantidade de água são causadas pelas mudanças climáticas ou pela degradação do ambiente.
13 de Abril | Jeffrey D. Sachs
Jeffrey D. Sachs : Ucrânia e a Crise do Direito Internacional
As acções da Rússia na Ucrânia constituem uma séria e perigosa violação do direito internacional. Em 1994, a Ucrânia aceitou entregar as armas nucleares que tinha herdado da União Soviética em troca de um compromisso solene dos Estados Unidos, Reino Unido e Rússia, de proteger a integridade territorial e a soberania ucranianas. A Rússia violou agora esta promessa, não apenas prejudicando a Ucrânia, mas minando o quadro jurídico internacional relativo à prevenção da proliferação nuclear.
economistas Em colaboração com Project Syndicate
  • Se houvesse uma Segunda Guerra Fria, como aparenta ser cada vez mais plausível, a Rússia seria a maior prejudicada economicamente no longo prazo. A União Europeia pode, seguramente, sobreviver sem as importações de gás natural russo, mesmo com um corte total do abastecimento.
  • Os riscos económicos, financeiros e geopolíticos mundiais estão a mudar. Alguns riscos têm agora uma menor probabilidade de acontecer – mesmo que não estejam totalmente extintos. Outros tornaram-se mais prováveis e importantes.
  • Ao longo dos últimos cinquenta anos, a Coreia do Sul tem assistido a um progresso económico considerável, com o rendimento per capita a aumentar de apenas 80 dólares, em 1960, para mais de 22 mil dólares, no ano passado.
  • Os efeitos das alterações climáticas que já aconteceram estão a espalhar-se significativamente e a afectar a agricultura, saúde humana, ecossistemas terrestres e marítimos, recursos hídricos e algumas indústrias. Os efeitos podem ser vistos dos trópicos aos pólos, das pequenas ilhas aos grandes continentes.
  • Com o atenuar da crise da dívida na Europa, outro desastre económico parece estar a aproximar-se – o preço da energia. Desde o início dos anos 2000, os preços da electricidade para as indústrias europeias quase duplicaram, e as empresas pagam o dobro de gás em relação às congéneres norte-americanas. Estarão as ambiciosas políticas climáticas – que procuram aumentar os custos das "más" fontes de energia – a destruir a base industrial da região?
11 de Abril | Brahma Chellaney
Brahma Chellaney : China amiga
Numa altura em que a ambição territorial da China tem enfraquecido os seus laços com vários países da região, e a sua influência em Mianmar diminuiu, a deterioração da sua relação com a Coreia do Norte, outrora o seu vassalo, torna-a uma potência sem verdadeiros aliados.
11 de Abril | Yasser Al-Saleh
Yasser Al-Saleh : O azul é o novo verde
Nos últimos anos, um coro cada vez maior de ambientalistas, membros da sociedade civil e instituições internacionais tem vindo a exigir que o convencional desenvolvimento económico “castanho”, que depende de combustíveis fósseis, seja substituído por um modelo de crescimento “verde”, com menos emissões de carbono. Mas há uma terceira opção, mais competitiva: uma economia “azul” impulsionada pela inovação ao nível das empresas, em vez de políticas orientadas de cima para baixo.
10 de Abril | Michael Spence
Michael Spence : Economias à prova da política?
A incapacidade dos governos para agir de forma decidida na recondução do crescimento das suas economias, do emprego e dos problemas de distribuição constitui um motivo muito importante de preocupação que surgiu em quase em todo o lado. Nos Estados Unidos, em particular, a polarização política, o impasse no Congresso e a futilidade irresponsável têm obtido muita atenção e muitos estão preocupados com as consequências económicas.
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