17:19 | Zhang Monan
Zhang Monan : Os truques do comércio da China
No ano passado, a China alcançou aparentemente outro marco na sua ascensão meteórica, ao ultrapassar os Estados Unidos e passar a ser a maior potência comercial do mundo, com as suas receitas comerciais totais avaliadas em 25,83 biliões de yuans (4,16 biliões de dólares). Mas este feito é, em grande medida, ilusório – e não se deve permitir que oculte a necessidade da China de transformar o seu modelo de comércio.
Nouriel Roubini : "Abenomics" ao estilo europeu
Há dois anos, a eleição de Shinzo Abe como primeiro-ministro do Japão levou ao advento do "Abenomics", o plano em três partes para resgatar a economia do lodaçal de estagnação e deflação.
16 de Setembro | Stephen Roach
Stephen  Roach : A síndrome do atraso
Recaída é a regra da pós-crise económica mundial. Nos Estados Unidos, Japão e Europa, o crescimento do PIB fraquejou novamente no primeiro semestre de 2014. Estes contratempos são dificilmente uma coincidência. Este crescimento persistentemente lento por todo o mundo desenvolvido deixou as grandes economias invulgarmente vulneráveis em relação às contrariedades inevitáveis.
16 de Setembro | Hans-Werner Sinn
Hans-Werner Sinn : A espiral descendente de Itália
Itália está mergulhada numa tripla recessão. Mas não chegou lá por si só. Sim, o longo declínio da economia reflecte o fracasso dos líderes italianos em enfrentar a perda de competitividade do país; mas é uma falha amplamente partilhada na Europa.
16 de Setembro | Kenneth Rogoff
Kenneth Rogoff : A morte exagerada da inflação
Chegámos ao fim da era da inflação elevada? Quando o mundo cresce de forma lenta, a dívida é elevada e existem tremendas pressões de distribuição é importante saber se a inflação está morta ou simplesmente dormente.
10 de Setembro | Michael Spence
Michael Spence : A boa e a má desigualdade
O aumento da desigualdade de rendimentos e da riqueza em muitos países, por todo o mundo, tem sido uma tendência de longo prazo, três décadas ou mais. Mas a atenção dada à questão tem aumentado substancialmente desde a crise financeira de 2008: com o crescimento lento, o avanço das desigualdades dói mais.
10 de Setembro | Harold James
Harold James : A Escócia deve abandonar a Zona Libra?
Numa altura em que a Escócia se prepara para o referendo deste mês sobre a independência, o Reino Unido - na verdade, toda a Europa - deve preparar-se para o impacto da vitória do "sim". A independência da Escócia iria revolucionar as estruturas constitucionais britânicas e europeias, e dar um grande impulso a outros movimentos separatistas europeus, da Catalunha ao norte da Itália. O impacto económico da independência, contudo, é mais difícil de prever.
08 de Setembro | Martin Feldstein
Martin  Feldstein : Levar o dinheiro de volta a casa
Um crescente número de empresas norte-americanas planeia transferir as suas sedes para a Europa. Estas chamadas "inversões" reduzirão a factura fiscal total dessas companhias, permitindo-lhes escapar às desfavoráveis regras tributárias dos EUA. O que devem então fazer os legisladores norte-americanos?
05 de Setembro | Jeffrey D. Sachs
Jeffrey D. Sachs : Responder ao ébola
A terrível epidemia do ébola em pelo menos quatro países do oeste africano (Guiné, Libéria, Serra Leoa e Nigéria) não exige apenas uma resposta de emergência para travar o surto; é, além disso, uma chamada de atenção para repensar alguns pressupostos básicos sobre a saúde pública mundial.
05 de Setembro | Adair Turner
Adair Turner : Quando pouco é melhor
A diminuição da população é sempre algo mau? A julgar pelas lamentações de alguns economistas e políticos nas economias desenvolvidas, onde as pessoas estão a viver mais e as taxas de natalidade caem, alguns podem certamente pensar que sim. De facto, os benefícios da estabilidade demográfica – ou mesmo uma queda ligeira – compensam qualquer efeito adverso.
05 de Setembro | Robert Skidelsky
Robert Skidelsky : O caminho em direcção ao pleno investimento
Há um espectro que assombra as tesourarias e os bancos centrais do Ocidente – o espectro da estagnação secular. E se não tivesse havido uma retoma sustentável da contracção económica de 2008-2013? E se as fontes de crescimento económico tivessem secado – não temporariamente, mas para sempre?
05 de Setembro | Yuriko Koike
Yuriko Koike  : Acabar com as guerras históricas na Ásia Oriental
Georges Clemenceau, primeiro-ministro francês que levou o seu país à vitória na Primeira Guerra Mundial, disse uma frase que ficou famosa: "a guerra é demasiado importante para ser deixada aos generais". O Japão está a descobrir agora que a história é demasiado importante para ser deixada aos editores dos jornais.
01 de Setembro | Robert Skidelsky
Robert Skidelsky : Fim do jogo para Putin na Ucrânia?
Vladimir Putin pode beneficiar (ou não) de 80% de apoio popular na Rússia devido à sua política na Ucrânia; mas torna-se cada vez mais claro que está a perder o controlo da situação. A pergunta é: em que ponto é que a sua posição, enquanto Presidente, se tornará insustentável?
01 de Setembro | Howard Davies
Howard Davies : A vacilante integração financeira da Europa
Os problemas do português Banco Espírito Santo, conhecidos neste verão, lembram-nos que os problemas financeiros da Zona Euro não estão, de forma alguma, resolvidos. Há, sem dúvida, factores idiossincráticos por trás dos problemas do banco, resultantes da sua exposição a outras partes do império da família Espírito Santo. Mas quando o banco anunciou prejuízos de 3,6 mil milhões de euros no primeiro semestre, o colapso repentino da confiança foi alarmante, e os investidores nervosos começaram a questionar se existiriam outras bombas-relógio semelhantes noutros lugares.
29 de Agosto | Jean Pisani-Ferry
Jean Pisani-Ferry : O investimento pode salvar a Europa?
O crescimento económico na Europa continua a desiludir. Espera-se que todos os Estados-membros da União Europeia apresentem melhores resultados em 2014; porém, de acordo com as últimas projecções do Fundo Monetário Internacional, o crescimento médio na Zona Euro mal vai exceder 1%. E apesar de a economia britânica estar a mostrar um ímpeto forte, só agora é que o PIB ultrapassou os valores anteriores à crise. Per capita, a UE ainda está mais pobre do que estava há sete anos.
29 de Agosto | Andrew Sheng
Andrew Sheng  : A futura guerra de classes
O estratega militar alemão do século XVIII Carl von Clausewitz definiu a guerra como a continuação da política por meios diferentes e, tal como o antigo estratega chinês Sun Tzu, acreditava que assegurar a paz significava preparar-se para um conflito violento. À medida que o mundo se torna cada vez mais tumultuoso – uma realidade evidente no renascimento da luta militar na Ucrânia, no caos no Oriente Médio, e nas crescentes tensões no leste da Ásia - tal pensamento não poderia ser mais pertinente.
economistas Em colaboração com Project Syndicate
  • No ano passado, a China alcançou aparentemente outro marco na sua ascensão meteórica, ao ultrapassar os Estados Unidos e passar a ser a maior potência comercial do mundo, com as suas receitas comerciais totais avaliadas em 25,83 biliões de yuans (4,16 biliões de dólares). Mas este feito é, em grande medida, ilusório – e não se deve permitir que oculte a necessidade da China de transformar o seu modelo de comércio.
  • Há dois anos, a eleição de Shinzo Abe como primeiro-ministro do Japão levou ao advento do "Abenomics", o plano em três partes para resgatar a economia do lodaçal de estagnação e deflação.
  • Recaída é a regra da pós-crise económica mundial. Nos Estados Unidos, Japão e Europa, o crescimento do PIB fraquejou novamente no primeiro semestre de 2014. Estes contratempos são dificilmente uma coincidência. Este crescimento persistentemente lento por todo o mundo desenvolvido deixou as grandes economias invulgarmente vulneráveis em relação às contrariedades inevitáveis.
  • Itália está mergulhada numa tripla recessão. Mas não chegou lá por si só. Sim, o longo declínio da economia reflecte o fracasso dos líderes italianos em enfrentar a perda de competitividade do país; mas é uma falha amplamente partilhada na Europa.
  • Chegámos ao fim da era da inflação elevada? Quando o mundo cresce de forma lenta, a dívida é elevada e existem tremendas pressões de distribuição é importante saber se a inflação está morta ou simplesmente dormente.
28 de Agosto | Bjørn Lomborg
Bjørn Lomborg : O ambiente da pobreza
Apesar do aumento da esperança de vida e do acesso à educação e da diminuição das taxas de pobreza e de fome, o mundo tem ainda um longo caminho a percorrer para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Cerca de mil milhões de pessoas continuam a ir para a cama com fome, 1,2 mil milhões vivem em pobreza extrema, 2,6 mil milhões não tem acesso a água potável e saneamento e quase três mil milhões queimam materiais perigosos dentro das suas casas para se manterem quentes.
Karl-Theodor zu Guttenberg e Richard A. Werner : Como é feito o dinheiro
No mês passado, os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) anunciaram a criação do seu próprio banco de desenvolvimento, que visa reduzir a sua dependência do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional, dominados pelo Ocidente e focados no dólar. Para estas economias, será vantajosa a maior influência e flexibilidade das suas políticas monetárias. No entanto, não devem ignorar as valiosas lições oferecidas pelas recentes inovações, em termos de política monetária, dos bancos centrais dos países avançados.
25 de Agosto | Lee Jong-Wha
Lee Jong-Wha : O sonho chinês da Índia
Nos últimos anos, a China e a Índia emergiram como super-potências da economia mundial, com a China a assumir a liderança. No entanto, perante a desaceleração do crescimento chinês e a necessidade cada vez mais aguda de alterações estruturais, será que os esforços da reforma económica do novo primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, vão permitir que o país recupere o atraso?
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