20:00 | Ashoka Mody
Ashoka Mody  : Testando a rede de segurança da Zona Euro
As autoridades monetárias da Zona Euro estão consumidas com ajustes triviais como o grau de "flexibilidade" nas regras orçamentais e o plano dúbio do BCE de comprar activos garantidos. Durante todo este tempo, mostraram-se confiantes no lema de Scarlett O’Hara: "Amanhã é outro dia".
Michael Spence : O crescimento na nova economia climática
Ao ritmo actual, daqui a três ou quatro décadas (ou menos), os níveis de CO2 na atmosfera atingirão níveis que rompem com os padrões climáticos, com consequências catastróficas para o ambiente e, por sua vez, para os sistemas económicos e sociais. Permitir que o "capital natural" do mundo - os recursos e ecossistemas que os sustentam – se esgote é, essencialmente, uma outra forma de subinvestimento destrutivo.
18 de Novembro | Simon Johnson
Simon Johnson  : O ingrediente que falta à Parceria Transpacífica
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, está à procura de formas de estimular o crescimento económico e a criação de emprego, e por isso está a tentar avançar com o mega-acordo regional de comércio livre conhecido como Parceria Transpacífica (TPP, no acrónimo original). Mas será que os Estados Unidos estão a ir no caminho certo?
18 de Novembro | Andrew Sheng
Andrew Sheng  : A repressão financeira à moda americana
A noção de que o domínio mundial do dólar está a contribuir para a repressão financeira representa uma mudança histórica significativa. Como McKinnon destacou, o dólar tornou-se a moeda internacional dominante depois da Segunda Guerra Mundial porque ajudou a reduzir a repressão financeira e a fragmentação na Europa e na Ásia, onde a elevada inflação, taxas de juro de referência negativas e a excessiva regulação prevaleceram.
18 de Novembro | Koichi Hamada
Koichi Hamada : Optimizar a Zona Euro
A Zona Euro enfrenta um cenário económico sombrio, com o crescimento estagnado e uma ameaça de deflação. O economista Martin Feldstein, que se mostrou céptico em relação ao projecto da Zona Euro desde o início, chama-lhe agora um "fracasso". Feldstein está certo, ou a Zona Euro poderia tornar-se a "área monetária óptima" que os seus criadores acreditavam que fosse?
18 de Novembro | Edward N. Wolff
Para muitas pessoas, a riqueza herdada evoca repugnância moral. Associam-na aos Rockefellers e Vanderbilts, cujas grandes fortunas têm apoiado geração após geração, e mais geralmente com "fundos para bebés", que herdam tanto dinheiro que não terão nunca que trabalhar.
14 de Novembro | Martina Larkin
Martina Larkin : Reiniciar a globalização
A globalização, tal como muitos recentemente sublinharam, está em retrocesso. Apesar de todos os seus inegáveis benefícios, tem gerado problemas de governação e de gestão que expuseram as carências dos governos nacionais e das instituições internacionais.
12 de Novembro | John Muellbauer
John Muellbauer : Flexibilização quantitativa para as pessoas
O "lançamento de dinheiro de um helicóptero" funcionaria - e não há qualquer lei na Zona Euro que proíba isso. Após anos de austeridade, lutas internas e desemprego, é altura de implementar um programa de flexibilização quantitativa que vá ao encontro daquilo que a Europa precisa.
11 de Novembro | Harold James
Harold James : A gota capaz de fazer transbordar o copo do Reino Unido na UE?
A Itália, como a Grécia, procurou ampliar a sua base de tributação. Actualmente, inspecções aéreas detectam piscinas nos jardins; os assessores fiscais investigam os iates atracados nos portos; e não se podem efectuar transacções acima de 1.000 euros em dinheiro.
11 de Novembro | Zhang Jun
Zhang Jun : A lei do equilíbrio de Li
É certo que o governo chinês estava numa situação semelhante há 10 anos, mas actualmente a economia não está a ter o mesmo desempenho que há uma década. A China precisa de novas soluções.
11 de Novembro | Achim Steiner
Achim  Steiner : Um despertar para a vida selvagem
A Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias pertencentes à Fauna Selvagem define políticas globais de modo a garantir que os animais possam movimentar-se livremente através das fronteiras internacionais.
10 de Novembro | Nouriel Roubini
Nouriel Roubini : A economia mundial com um só motor
A economia global é como um avião comercial, que precisa de todos os seus motores operacionais para poder levantar voo e enfrentar nuvens e tempestades. Infelizmente, apenas um dos seus quatro motores está a funcionar devidamente: a angloesfera (os Estados Unidos e o seu primo mais chegado, o Reino Unido).
10 de Novembro | Emily Jones
A razão pela qual a maioria das grandes negociações "plurilaterais" está a ocorrer fora da OMC é simples: os acordos no âmbito da OMC precisam da aprovação de todos os membros para prosseguir. Mas a aprovação unânime só acontece quando o conteúdo dos acordos não é controverso - daí a proposta de abandonar a regra.
Pekka Nykänen e Merina Salminen : Quem matou o telefone Nokia?
Parece ser uma lei da indústria tecnológica que as empresas líderes acabem por perder as suas posições – muitas vezes rápida e brutalmente. A pioneira dos telemóveis, Nokia, uma das maiores histórias de sucesso tecnológico na Europa, não foi excepção, perdendo a sua quota de mercado em apenas alguns anos. Poderão os novos campeões desta indústria, a Apple e a Google – já para não referir titãs de outros sectores das tecnologias – evitar o destino da Nokia?
05 de Novembro | Xia Yeliang
Xia Yeliang : O grande salto para trás da China
O tratamento do governo aos dissidentes chineses, dentro e fora do país, é deplorável. Ou estão presos pelos seus supostos crimes, ou proibidos de visitar as suas famílias na China – por vezes, por duas ou três décadas.
04 de Novembro | Jeffrey D. Sachs
Jeffrey D. Sachs : Uma nova estratégia macroeconómica
Enquanto os governos oscilam entre a economia da oferta e o neo-Keynesianismo com igual entusiasmo, a única realidade permanente é que nos últimos anos a maioria dos países com altos rendimentos registou uma considerável redução da quota do investimento no Produto Interno Bruto.
economistas Em colaboração com Project Syndicate
  • As autoridades monetárias da Zona Euro estão consumidas com ajustes triviais como o grau de "flexibilidade" nas regras orçamentais e o plano dúbio do BCE de comprar activos garantidos. Durante todo este tempo, mostraram-se confiantes no lema de Scarlett O’Hara: "Amanhã é outro dia".
  • Ao ritmo actual, daqui a três ou quatro décadas (ou menos), os níveis de CO2 na atmosfera atingirão níveis que rompem com os padrões climáticos, com consequências catastróficas para o ambiente e, por sua vez, para os sistemas económicos e sociais. Permitir que o "capital natural" do mundo - os recursos e ecossistemas que os sustentam – se esgote é, essencialmente, uma outra forma de subinvestimento destrutivo.
  • O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, está à procura de formas de estimular o crescimento económico e a criação de emprego, e por isso está a tentar avançar com o mega-acordo regional de comércio livre conhecido como Parceria Transpacífica (TPP, no acrónimo original). Mas será que os Estados Unidos estão a ir no caminho certo?
  • A noção de que o domínio mundial do dólar está a contribuir para a repressão financeira representa uma mudança histórica significativa. Como McKinnon destacou, o dólar tornou-se a moeda internacional dominante depois da Segunda Guerra Mundial porque ajudou a reduzir a repressão financeira e a fragmentação na Europa e na Ásia, onde a elevada inflação, taxas de juro de referência negativas e a excessiva regulação prevaleceram.
  • A Zona Euro enfrenta um cenário económico sombrio, com o crescimento estagnado e uma ameaça de deflação. O economista Martin Feldstein, que se mostrou céptico em relação ao projecto da Zona Euro desde o início, chama-lhe agora um "fracasso". Feldstein está certo, ou a Zona Euro poderia tornar-se a "área monetária óptima" que os seus criadores acreditavam que fosse?
04 de Novembro | Guntram B. Wolff
Guntram B. Wolff : O buraco orçamental da Europa
O Fundo Monetário Internacional estima um risco de deflação de 30% na Zona Euro, e os números do crescimento dentro da união monetária continuam a decepcionar. Mas os responsáveis políticos parecem presos num emaranhado de restrições económicas, políticas e legais que estão a impedir uma acção efectiva. O cumprimento das regras parece impossível sem crescimento, mas o crescimento também parece impossível sem quebrar as regras.
03 de Novembro | Marina Lou
Marina Lou  : Carvão e corrupção
Juan Pablo Perez Alfonso, um dos fundadores da OPEP, a determinada altura comparou o consumo mundial de combustíveis fósseis ao "afogamento no excremento do diabo". Existem, certamente, muitas provas que suportam a sua previsão de que a indústria dos combustíveis fósseis, com uma poderosa influência corruptora, "nos trará a ruína".
29 de Outubro | Donald Kaberuka
Donald Kaberuka : Pegar fogo à casa
O que é necessário para gerar uma resposta mundial a uma ameaça global? A crise financeira de 2008 e as ameaças decorrentes da insurreição e do terrorismo em 2014 são vistos por todos como "perigos evidentes e actuais" - e ambos provocaram uma reacção à escala mundial.
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