20:00 | Yao Yang
Yao Yang : China: corrupção ou crescimento?
A campanha anti-corrupção lançada pelo presidente chinês Xi Jinping, que já derrubou muitos "tigres" de alto nível no governo, tem sido amplamente elogiada como uma componente fundamental das profundas reformas estruturais de que a China precisa para construir uma economia de mercado mais sustentável e inclusiva. Mas muitos temem que num país onde a actuação dos funcionários públicos é muito importante para o crescimento económico, eliminar a corrupção possa minar a prosperidade.   
27 de Maio | Jiří Šedivý
Jiří Šedivý : O imperativo estratégico do TTIP
Com as negociações entre a União Europeia e os Estados Unidos sobre o Acordo de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento (TTIP, na sigla inglesa) a encaminharem-se para um acordo final, os opositores do acordo estão a tornar-se mais sonantes.
26 de Maio | Bjørn Lomborg
Bjørn Lomborg : Os investimentos certos na saúde
As iniciativas relacionadas com a saúde não só podem salvar vidas, como também podem transformá-las, pelo que deveriam fazer parte da nova agenda para o desenvolvimento mundial.
25 de Maio | Yuriko Koike
Yuriko Koike  : Os julgamentos das democracias asiáticas
É altura para serem feitos julgamentos – literalmente nos tribunais – a um número crescente de democracias asiáticas. A lista de grandes líderes políticos nacionais na região que enfrentaram, ou estão prestes a enfrentar, acusações criminais cresceu tanto que é plausível duvidar se a própria democracia pode sobreviver em vários destes países.
25 de Maio | Angelien Kemna
Angelien Kemna : Os obstáculos da Europa ao investimento de longo prazo
Um dos maiores desafios que a economia europeia enfrenta é a falta de liquidez nos seus mercados de capitais. Desde a crise financeira mundial de 2008, um enorme número de novas regras foram impostas. De modo a facilitar o investimento de longo prazo que a Europa precisa desesperadamente, seria prudente reavaliar o ambiente regulatório mais amplo que emergiu durante os últimos seis anos.
21 de Maio | Shinzo Abe
Shinzo Abe : Rumo a uma aliança de esperança
No fim da Segunda Guerra Mundial no Pacífico, nós, japoneses, com sentimentos de remorsos profundos, embarcámos na reconstrução e renovação do nosso país. As acções dos nossos predecessores provocaram um grande sofrimento aos povos da Ásia, e nunca devemos esquecer-nos disso. Neste sentido, eu defendo os pontos de vista expressos pelos anteriores primeiros-ministros do Japão.  
Philippe Couillard, Iñigo Urkullu e Jay Weatherill : Lutar contra as alterações climáticas região a região
Um novo acordo global para combater as alterações climáticas está a ganhar forma, com os Estados Unidos a juntarem-se à União Europeia (UE) para, formalmente, submeterem junto da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas (UNFCCC, na sigla original) um plano para cortar as emissões de gases com efeito de estufa (GHG, na sigla original). Os Estados Unidos enviaram um forte sinal assumindo-se como um dos primeiros países a garantir o seu compromisso para uma acção concreta sobre o clima. Nos dias vindouros, espera-se que muitos países, incluindo a China e a Índia, apresentem os seus planos.
20 de Maio | Lucy P. Marcus
Lucy P. Marcus : A primavera dos accionistas continua
Estamos na época das assembleias-gerais – a altura do ano em que algumas das maiores empresas do mundo se reúnem para prestar contas aos accionistas e ter uma espécie de conversa com eles. Nos próximos meses, uma série de empresas vai falar sobre o que influenciou o seu desempenho no ano anterior, o que planeiam para o futuro e as decisões que os seus conselhos de administração têm tomado.
20 de Maio | Harold James
Harold James : Regular o "carry trade"
Nos Estados Unidos, onde os ganhos do dólar estão a ameaçar travar a recuperação económica, os responsáveis da Reserva Federal expressam sinais de preocupação.
19 de Maio | Anatole Kaletsky
Anatole Kaletsky  : Por que vai ceder o Syriza
Uma vez mais, a Grécia parece ter escorregado para a forca financeira. Ao recorrer às suas reservas financeiras depositadas no Fundo Monetário Internacional (FMI), foi capaz de pagar 750 milhões de euros (851 milhões de dólares) – ironicamente ao próprio FMI – precisamente quando o pagamento estava para vencer. 
18 de Maio | Jeffrey D. Sachs
Jeffrey D. Sachs : Argumentos favoráveis à paz com o Irão
O acordo-quadro sobre o nuclear entre o Irão e os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas (Estados Unidos, Reino Unido, França, China e Rússia) mais a Alemanha, é um importante marco para a diplomacia global. O acordo anunciado no início de Abril representa o triunfo de uma esperança racional sobre o medo irracional, e merece ser implementado. Mas agora a corrida difícil é contra os defensores de linhas duras dos Estados Unidos, Irão, Israel e de outros locais, que querem matar este acordo antes da data limite para um acordo final estabelecida para Junho.
17 de Maio | Jean Pisani-Ferry
Jean Pisani-Ferry : Reengenharia governamental
Desde que a crise financeira eclodiu em 2008, os governos dos países avançados têm estado submetidos a uma grande pressão. Em muitos países, as receitas fiscais caíram abruptamente quando a economia contraiu, os rendimentos diminuíram e as transacções imobiliárias paralisaram. Na maioria dos casos, a queda das receitas fiscais foi súbita, profunda e duradoura. Os governos não tiveram escolha a não ser aumentar os impostos ou adaptar-se ao tempo das vacas magras.
14 de Maio | Brahma Chellaney
Brahma Chellaney : A estratégia falhada de Obama no Afeganistão
Desde a queda do regime talibã no Afeganistão há 14 anos, os Estados Unidos vêm travando uma batalha imparável contra os seus soldados. Presos a uma guerra que já custou quase um bilião de dólares, os Estados Unidos pretendem agora fazer a paz com o inimigo. Mas não vai funcionar.
13 de Maio | Nouriel Roubini
Nouriel Roubini : O dólar entra na guerra cambial
Num mundo de fraca procura interna em muitas economias avançadas e mercados emergentes, os dirigentes políticos têm-se sentido tentados a impulsionar o crescimento económico e o emprego adoptando uma orientação virada para o crescimento por via das exportações. Isso requer uma moeda fraca, bem como políticas monetárias convencionais e não convencionais que provoquem a necessária depreciação.
12 de Maio | Robert Shiller
Robert Shiller : Quão assustador é o mercado obrigacionista?
Os preços das obrigações soberanas de longo prazo têm subido bastante nos últimos anos (ou seja, as suas rendibilidades têm sido bastante baixas). Nos Estados Unidos, os juros das Obrigações do Tesouro a 30 anos atingiram um mínimo histórico (desde que teve início, em 1972, a série da Reserva Federal) de 2,25% no passado dia 30 de Janeiro. A 'yield' das obrigações soberanas britânicas a 30 anos caiu para 2,04% no mesmo dia. Os juros das obrigações do governo japonês, na maturidade a 20 anos, foram de apenas 0,87% no passado dia 20 de Janeiro.
11 de Maio | Yanis Varoufakis
Yanis Varoufakis : Um plano para a recuperação da Grécia
Meses de negociações entre o nosso governo e o Fundo Monetário Internacional (FMI), a União Europeia e o Banco Central Europeu (BCE) resultaram em fracos progressos. Um dos motivos é o facto de todas as partes estarem demasiado focadas nas condições da próxima injecção de liquidez e muito pouco na perspectiva de como a Grécia poderá recuperar e desenvolver-se de forma sustentável. Se queremos ultrapassar o actual impasse, temos de perspectivar uma economia grega saudável.
economistas Em colaboração com Project Syndicate
  • A campanha anti-corrupção lançada pelo presidente chinês Xi Jinping, que já derrubou muitos "tigres" de alto nível no governo, tem sido amplamente elogiada como uma componente fundamental das profundas reformas estruturais de que a China precisa para construir uma economia de mercado mais sustentável e inclusiva. Mas muitos temem que num país onde a actuação dos funcionários públicos é muito importante para o crescimento económico, eliminar a corrupção possa minar a prosperidade.   
  • Com as negociações entre a União Europeia e os Estados Unidos sobre o Acordo de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento (TTIP, na sigla inglesa) a encaminharem-se para um acordo final, os opositores do acordo estão a tornar-se mais sonantes.
  • As iniciativas relacionadas com a saúde não só podem salvar vidas, como também podem transformá-las, pelo que deveriam fazer parte da nova agenda para o desenvolvimento mundial.
  • É altura para serem feitos julgamentos – literalmente nos tribunais – a um número crescente de democracias asiáticas. A lista de grandes líderes políticos nacionais na região que enfrentaram, ou estão prestes a enfrentar, acusações criminais cresceu tanto que é plausível duvidar se a própria democracia pode sobreviver em vários destes países.
  • Um dos maiores desafios que a economia europeia enfrenta é a falta de liquidez nos seus mercados de capitais. Desde a crise financeira mundial de 2008, um enorme número de novas regras foram impostas. De modo a facilitar o investimento de longo prazo que a Europa precisa desesperadamente, seria prudente reavaliar o ambiente regulatório mais amplo que emergiu durante os últimos seis anos.
10 de Maio | Yu Yongding
Yu Yongding : A oportunidade do baixo crescimento chinês
Após quarto anos desapontantes, os economistas chineses perceberam que o abrandamento do crescimento do PIB – dos 12,8% no pico do pó-crise para os cerca de 7% actuais – é meramente estrutural, em vez de cíclico. Por outras palavras, a taxa de crescimento potencial da China instalou-se num patamar significativamente menor. Apesar de o país provavelmente evitar uma aterragem brusca, deve esperar que o crescimento anual se mantenha entre 6% e 7% durante a próxima década. Mas isto poderão não ser necessariamente más notícias.
10 de Maio | Mariana Mazzucato
Mariana Mazzucato : O Estado criativo
A visão generalizada da economia convencional dos dias de hoje é que os governos têm pouca capacidade para incentivar a inovação. Segundo esta visão, o Estado deve desempenhar um papel tão limitado na economia quanto possível, intervindo apenas em casos de "falha do mercado". Mas isto está muito longe da verdade.
07 de Maio | Howard Davies
Howard Davies : Os perigos da desarmonia regulatória
Na sopa de letras das instituições envolvidas na regulação dos mercados financeiros globais, a Comissão de Direito dos Mercados Financeiros (FMLC, na sigla inglesa), não é muito proeminente. Dado que está sedeada em Londres, que derivou de uma iniciativa do Banco da Inglaterra há 20 anos, e que grande parte dos seus membros são advogados, a maioria dos bancos não quer sequer ouvir falar dela (embora alguns deles estejam representados no seu Conselho). Mas os serviços prestados pela FMLC são mais necessários do que nunca.
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