Michael Boskin : "Crimes" políticos
Com a queda do Muro de Berlim, que teve lugar há 25 anos [caiu a 9 de Novembro de 1989], os especialistas liderados por Francis Fukuyama proclamaram o fim da história – o triunfo do capitalismo democrático sobre os sistemas rivais. O sucesso económico dos Estados Unidos da América e o colapso do comunismo alimentaram a narrativa. O longo confronto político, intelectual e por vezes militar que conhecíamos como Guerra Fria tinha terminado.
Michael Spence : O pacto da Europa
A estratégia de coesão da UE é admirável e inteligente. No passado, esse investimento estava muito centrado nas infra-estruturas físicas – particularmente transportes – mas a agenda focalizou-o num conjunto mais equilibrado de objectivos, incluindo os relativos ao capital humano, ao emprego, à economia baseada no conhecimento e tecnologia, à tecnologia de informação, ao crescimento com menores emissões de carbono e à gestão idónea dos assuntos públicos.
Ayesha Khanna e Parag Khanna : Disciplinar a economia partilhada
A crescente facilidade com que as pessoas podem trocar bens, serviços e mão-de-obra directamente, através de plataformas online, está a transformar a forma como as economias modernas funcionam. Mas para assegurar que esta ascendente "economia partilhada" funcione de forma eficiente e melhore a situação de todos é necessária alguma regulação.
29 de Setembro | Jeffrey D. Sachs
Jeffrey D. Sachs : Deixemos o Médio Oriente governar-se sozinho
É altura de os Estados Unidos e outras potências deixarem que o Médio Oriente se governe sozinho, em linha com a soberania nacional e com a Carta das Nações Unidas.
29 de Setembro | Adair Turner
Adair Turner : A ilusão sobre o comércio
Nos últimos 65 anos o rápido crescimento comercial desempenhou um papel vital no desenvolvimento económico, com uma descida acentuada média das tarifas industriais nas economias avançadas de mais de 30% para menos de 5%.
28 de Setembro | Lucy P. Marcus
Lucy P. Marcus : A empresa das pessoas
Actualmente, no mundo, estão a ocorrer duas grandes alterações de poder. Em primeiro lugar, o poder das empresas está a crescer em relação ao dos governos. Em segundo lugar, as pessoas comuns estão também a ter uma maior influência. O que é que significam estas alterações aparentemente contraditórias que estão a acontecer simultaneamente?
28 de Setembro | Eri Hotta
Eri Hotta : O fantasma de Hirohito
A conclusão dos 61 volumes sobre a vida do imperador Hirohito (1901-1989), pela Agência da Casa Imperial do Japão, tem gerado muito interesse e atenção no país.
26 de Setembro | Mark J. Roe
Mark J. Roe : A reconstrução do mercado monetário
No mês passado, na conferência da Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed) dedicada ao mercado monetário, os membros lamentaram a persistente fragilidade do mercado. De facto, quase seis anos depois da corrida ao mercado monetário que quase colocou o sistema financeiro dos Estados Unidos – de facto, mundial – de rastos, os riscos mais críticos que desencadearam essa crise não foram ainda controlados.
26 de Setembro | Yao Yang
Yao Yang : Os méritos da nova normalidade da China
A economia da China está, finalmente, num processo de reequilíbrio, com a taxa de crescimento a cair de mais de 10%, antes de 2008, para cerca de 7,5%, actualmente. Será esta a "nova normalidade da China", ou o país deve antecipar um crescimento ainda mais lento na próxima década?
26 de Setembro | Koichi Hamada
Koichi Hamada : O Abenomics está a funcionar?
No passado mês de Abril, o governo do Japão aumentou finalmente o imposto sobre o consumo, de 5% para 8%, um aumento há muito previsto e o primeiro de dois, que assim deverão levar a taxa do imposto para 10% em 2015. Esta subida – que é um traço fundamental do "Abenomics", a estratégia de três eixos para recuperar a economia japonesa – assinala o compromisso a longo prazo do governo com a consolidação orçamental. Mas também infligiu ao Japão um duro golpe macroeconómico.
25 de Setembro | Bjørn Lomborg
Bjørn Lomborg : A economia da violência
Qual é a maior fonte de violência no nosso mundo? Com os conflitos brutais na Síria, Ucrânia e e noutros lugares constantemente nas notícias, provavelmente muitas pessoas dirão que é a guerra. Mas essa resposta está totalmente equivocada.
24 de Setembro | Lee Jong-Wha
Lee Jong-Wha : Educação e oportunidade
A educação é um dos factores fundamentais para o desenvolvimento pessoal, nacional e mundial. Desde o início deste século que vários países reconhecem isto, pelo que muitos estão a perseguir os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio no sentido de alcançarem educação primária e erradicar as disparidades de género em todos os níveis de educação até 2015. Isto representa um contributo para um progresso considerável na expansão das oportunidades e concretizações educativas ao nível mundial. Mas há muito mais para ser feito.
24 de Setembro | Bjørn Lomborg
Bjørn Lomborg : O problema do ensino universal
À medida que se aproxima o fim do prazo para os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio da ONU, o mundo prepara-se para criar uma nova série de objectivos para os próximos 15 anos.
23 de Setembro | Adair Turner
Adair Turner : Enfrentar a realidade na Zona Euro
O recente discurso do presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, no encontro anual de presidentes de bancos centrais em Jackson Hole, Wyoming, tem gerado grande interesse, mas as implicações das suas observações são ainda mais surpreendentes do que muitos inicialmente reconheceram.
23 de Setembro | Kishore Mahbubani
Kishore Mahbubani : A trindade das reformas na Ásia?
A Ásia está a preparar-se para entrar num momento histórico favorável, com três dos seus mais populosos países – China, Índia e Indonésia – a serem conduzidos por líderes fortes, dinâmicos e reformistas. De facto a China de Xi Jinping, a Índia de Narendra Modi e a Indonésia de Joko "Jokowi" Widodo podem chegar a ser classificados como tendo os líderes mais modernos dos seus países.
17 de Setembro | Zhang Monan
Zhang Monan : Os truques do comércio da China
No ano passado, a China alcançou aparentemente outro marco na sua ascensão meteórica, ao ultrapassar os Estados Unidos e passar a ser a maior potência comercial do mundo, com as suas receitas comerciais totais avaliadas em 25,83 biliões de yuans (4,16 biliões de dólares). Mas este feito é, em grande medida, ilusório – e não se deve permitir que oculte a necessidade da China de transformar o seu modelo de comércio.
economistas Em colaboração com Project Syndicate
  • Com a queda do Muro de Berlim, que teve lugar há 25 anos [caiu a 9 de Novembro de 1989], os especialistas liderados por Francis Fukuyama proclamaram o fim da história – o triunfo do capitalismo democrático sobre os sistemas rivais. O sucesso económico dos Estados Unidos da América e o colapso do comunismo alimentaram a narrativa. O longo confronto político, intelectual e por vezes militar que conhecíamos como Guerra Fria tinha terminado.
  • A estratégia de coesão da UE é admirável e inteligente. No passado, esse investimento estava muito centrado nas infra-estruturas físicas – particularmente transportes – mas a agenda focalizou-o num conjunto mais equilibrado de objectivos, incluindo os relativos ao capital humano, ao emprego, à economia baseada no conhecimento e tecnologia, à tecnologia de informação, ao crescimento com menores emissões de carbono e à gestão idónea dos assuntos públicos.
  • A crescente facilidade com que as pessoas podem trocar bens, serviços e mão-de-obra directamente, através de plataformas online, está a transformar a forma como as economias modernas funcionam. Mas para assegurar que esta ascendente "economia partilhada" funcione de forma eficiente e melhore a situação de todos é necessária alguma regulação.
  • É altura de os Estados Unidos e outras potências deixarem que o Médio Oriente se governe sozinho, em linha com a soberania nacional e com a Carta das Nações Unidas.
  • Nos últimos 65 anos o rápido crescimento comercial desempenhou um papel vital no desenvolvimento económico, com uma descida acentuada média das tarifas industriais nas economias avançadas de mais de 30% para menos de 5%.
17 de Setembro | Nouriel Roubini
Nouriel Roubini : "Abenomics" ao estilo europeu
Há dois anos, a eleição de Shinzo Abe como primeiro-ministro do Japão levou ao advento do "Abenomics", o plano em três partes para resgatar a economia do lodaçal de estagnação e deflação.
16 de Setembro | Stephen Roach
Stephen  Roach : A síndrome do atraso
Recaída é a regra da pós-crise económica mundial. Nos Estados Unidos, Japão e Europa, o crescimento do PIB fraquejou novamente no primeiro semestre de 2014. Estes contratempos são dificilmente uma coincidência. Este crescimento persistentemente lento por todo o mundo desenvolvido deixou as grandes economias invulgarmente vulneráveis em relação às contrariedades inevitáveis.
16 de Setembro | Hans-Werner Sinn
Hans-Werner Sinn : A espiral descendente de Itália
Itália está mergulhada numa tripla recessão. Mas não chegou lá por si só. Sim, o longo declínio da economia reflecte o fracasso dos líderes italianos em enfrentar a perda de competitividade do país; mas é uma falha amplamente partilhada na Europa.
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