20:08 | Daniel Gros
Daniel Gros : A arma defeituosa do BCE
Com a inflação na Zona Euro teimosamente em trajectória descendente, cresce a pressão sobre o Banco Central Europeu para fazer "alguma coisa" de forma a evitar um cenário de deflação. Esse "alguma coisa" é geralmente entendido como a compra de activos em massa, ou flexibilização quantitativa (QE, na sigla inglesa). Mas será essa a solução para o problema?
Ross Buchanan : Constrói a tua própria Silicon Valley
A Califórnia pode ser o maior e mais conhecido hub de tecnologia, mas não está sozinho na tarefa de impulsionar start-ups inovadoras. De facto, tais empresas estão a surgir – quase despercebidas – por todo o lado, desde as megalópoles asiáticas, como Singapura e Xangai, até às pequenas cidades europeias como Espoo na Finlândia e Dwingeloo na Holanda. Muitas start-ups internacionais – incluindo a sueca Spotify, o Skype da Estónia e o Waze de Israel – e mais recentemente, o Alibaba da China – arrecadaram valorizações de milhares de milhões de dólares.
Andrew Sheng  : Os Riscos do Subprime da China
É agora globalmente aceite que a recente crise financeira foi, na verdade, uma crise de balanços. Longos períodos de taxas de juro negativas permitiram e facilitaram o financiamento insustentável da compra de activos, com hipotecas de alto risco a enfraquecer os balanços nacionais. Quando a liquidez nos principais mercados interbancários secou, as fragilidades foram expostas – e com consequências devastadoras.
Nathan Eagle  : Explore o seu negócio digital
Quase todos temos uma pegada digital – o rasto dos chamados "dados passivos" que se produzem quando participamos em qualquer interacção online, por exemplo com conteúdos vinculados a uma marca nas redes sociais, ou quando fazemos uma transacção digital, como uma compra com cartão de crédito. Há alguns segundos, você pode ter gerado dados passivos, apenas por clicar num link para ler este artigo.
17 de Outubro | Nouriel Roubini
Nouriel Roubini : A complacência racional dos mercados
Um paradoxo cada vez mais óbvio surgiu este ano nos mercados financeiros mundiais. Apesar dos riscos geopolíticos – o conflito entre a Rússia e a Ucrânia, a ascensão do Estado Islâmico e a crescente agitação no Médio Oriente, as disputas territoriais da China com os seus vizinhos e os protestos em massa em Hong Kong, bem como o risco da sua repressão – se terem multiplicado, os mercados mantêm uma actividade sustentada, se não mesmo borbulhante.
09 de Outubro | Simon Johnson
Simon Johnson  : Duas visões das finanças
As reuniões anuais do Fundo Monetário Internacional (FMI) vão decorrer a 10-12 de Outubro em Washington e o sector financeiro mundial é um assunto central na agenda. Será um encontro interessante uma vez que as duas visões diametralmente opostas do sistema financeiro mundial vão enfrentar-se uma à outra.
02 de Outubro | Andrew Sheng
Andrew Sheng  : Grandes cidades e cidades fantasma
Em 2012, o responsável de capital de risco William Janeway argumentou que o desenvolvimento económico é um jogo com três jogadores que envolve o Estado, a inovação empresarial privada e o capitalismo financeiro, com excessos cíclicos inevitáveis que criam as condições para a próxima onda de invenção e crescimento de produção.
02 de Outubro | Carlo Ratti
Carlo Ratti  : A revolução das avaliações
"Bonjour Monsieur, comment pourrais-je vous aider?", pergunta o obsequioso concierge do meu hotel em Paris. Imediatamente me questiono sobre o que terá acontecido à infame arrogância desta cidade - especialmente perante um turista americano. Se a capital francesa já não é a cidade europeia mais rude, talvez o possamos agradecer ao crescimento de ferramentas de avaliação online, como o TripAdvisor.
30 de Setembro | Michael Boskin
Michael Boskin : "Crimes" políticos
Com a queda do Muro de Berlim, que teve lugar há 25 anos [caiu a 9 de Novembro de 1989], os especialistas liderados por Francis Fukuyama proclamaram o fim da história – o triunfo do capitalismo democrático sobre os sistemas rivais. O sucesso económico dos Estados Unidos da América e o colapso do comunismo alimentaram a narrativa. O longo confronto político, intelectual e por vezes militar que conhecíamos como Guerra Fria tinha terminado.
30 de Setembro | Michael Spence
Michael Spence : O pacto da Europa
A estratégia de coesão da UE é admirável e inteligente. No passado, esse investimento estava muito centrado nas infra-estruturas físicas – particularmente transportes – mas a agenda focalizou-o num conjunto mais equilibrado de objectivos, incluindo os relativos ao capital humano, ao emprego, à economia baseada no conhecimento e tecnologia, à tecnologia de informação, ao crescimento com menores emissões de carbono e à gestão idónea dos assuntos públicos.
Ayesha Khanna e Parag Khanna : Disciplinar a economia partilhada
A crescente facilidade com que as pessoas podem trocar bens, serviços e mão-de-obra directamente, através de plataformas online, está a transformar a forma como as economias modernas funcionam. Mas para assegurar que esta ascendente "economia partilhada" funcione de forma eficiente e melhore a situação de todos é necessária alguma regulação.
29 de Setembro | Jeffrey D. Sachs
Jeffrey D. Sachs : Deixemos o Médio Oriente governar-se sozinho
É altura de os Estados Unidos e outras potências deixarem que o Médio Oriente se governe sozinho, em linha com a soberania nacional e com a Carta das Nações Unidas.
29 de Setembro | Adair Turner
Adair Turner : A ilusão sobre o comércio
Nos últimos 65 anos o rápido crescimento comercial desempenhou um papel vital no desenvolvimento económico, com uma descida acentuada média das tarifas industriais nas economias avançadas de mais de 30% para menos de 5%.
28 de Setembro | Lucy P. Marcus
Lucy P. Marcus : A empresa das pessoas
Actualmente, no mundo, estão a ocorrer duas grandes alterações de poder. Em primeiro lugar, o poder das empresas está a crescer em relação ao dos governos. Em segundo lugar, as pessoas comuns estão também a ter uma maior influência. O que é que significam estas alterações aparentemente contraditórias que estão a acontecer simultaneamente?
28 de Setembro | Eri Hotta
Eri Hotta : O fantasma de Hirohito
A conclusão dos 61 volumes sobre a vida do imperador Hirohito (1901-1989), pela Agência da Casa Imperial do Japão, tem gerado muito interesse e atenção no país.
26 de Setembro | Mark J. Roe
Mark J. Roe : A reconstrução do mercado monetário
No mês passado, na conferência da Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed) dedicada ao mercado monetário, os membros lamentaram a persistente fragilidade do mercado. De facto, quase seis anos depois da corrida ao mercado monetário que quase colocou o sistema financeiro dos Estados Unidos – de facto, mundial – de rastos, os riscos mais críticos que desencadearam essa crise não foram ainda controlados.
economistas Em colaboração com Project Syndicate
  • Com a inflação na Zona Euro teimosamente em trajectória descendente, cresce a pressão sobre o Banco Central Europeu para fazer "alguma coisa" de forma a evitar um cenário de deflação. Esse "alguma coisa" é geralmente entendido como a compra de activos em massa, ou flexibilização quantitativa (QE, na sigla inglesa). Mas será essa a solução para o problema?
  • A Califórnia pode ser o maior e mais conhecido hub de tecnologia, mas não está sozinho na tarefa de impulsionar start-ups inovadoras. De facto, tais empresas estão a surgir – quase despercebidas – por todo o lado, desde as megalópoles asiáticas, como Singapura e Xangai, até às pequenas cidades europeias como Espoo na Finlândia e Dwingeloo na Holanda. Muitas start-ups internacionais – incluindo a sueca Spotify, o Skype da Estónia e o Waze de Israel – e mais recentemente, o Alibaba da China – arrecadaram valorizações de milhares de milhões de dólares.
  • É agora globalmente aceite que a recente crise financeira foi, na verdade, uma crise de balanços. Longos períodos de taxas de juro negativas permitiram e facilitaram o financiamento insustentável da compra de activos, com hipotecas de alto risco a enfraquecer os balanços nacionais. Quando a liquidez nos principais mercados interbancários secou, as fragilidades foram expostas – e com consequências devastadoras.
  • Quase todos temos uma pegada digital – o rasto dos chamados "dados passivos" que se produzem quando participamos em qualquer interacção online, por exemplo com conteúdos vinculados a uma marca nas redes sociais, ou quando fazemos uma transacção digital, como uma compra com cartão de crédito. Há alguns segundos, você pode ter gerado dados passivos, apenas por clicar num link para ler este artigo.
  • Um paradoxo cada vez mais óbvio surgiu este ano nos mercados financeiros mundiais. Apesar dos riscos geopolíticos – o conflito entre a Rússia e a Ucrânia, a ascensão do Estado Islâmico e a crescente agitação no Médio Oriente, as disputas territoriais da China com os seus vizinhos e os protestos em massa em Hong Kong, bem como o risco da sua repressão – se terem multiplicado, os mercados mantêm uma actividade sustentada, se não mesmo borbulhante.
26 de Setembro | Yao Yang
Yao Yang : Os méritos da nova normalidade da China
A economia da China está, finalmente, num processo de reequilíbrio, com a taxa de crescimento a cair de mais de 10%, antes de 2008, para cerca de 7,5%, actualmente. Será esta a "nova normalidade da China", ou o país deve antecipar um crescimento ainda mais lento na próxima década?
26 de Setembro | Koichi Hamada
Koichi Hamada : O Abenomics está a funcionar?
No passado mês de Abril, o governo do Japão aumentou finalmente o imposto sobre o consumo, de 5% para 8%, um aumento há muito previsto e o primeiro de dois, que assim deverão levar a taxa do imposto para 10% em 2015. Esta subida – que é um traço fundamental do "Abenomics", a estratégia de três eixos para recuperar a economia japonesa – assinala o compromisso a longo prazo do governo com a consolidação orçamental. Mas também infligiu ao Japão um duro golpe macroeconómico.
25 de Setembro | Bjørn Lomborg
Bjørn Lomborg : A economia da violência
Qual é a maior fonte de violência no nosso mundo? Com os conflitos brutais na Síria, Ucrânia e e noutros lugares constantemente nas notícias, provavelmente muitas pessoas dirão que é a guerra. Mas essa resposta está totalmente equivocada.
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