Cronista
André Veríssimo Jornalista

André Veríssimo é subdirector do Negócios desde 2013. Antes foi editor de Mercados Financeiros durante seis anos. Licenciado em Comunicação Social pela Universidade Católica, foi jornalista de Internacional e Economia na revista Focus. Antes de se juntar à equipa do Negócios esteve três anos no Semanário Económico, onde foi editor. Recebeu por duas vezes o prémio de jornalismo económico do Santander Totta/ Universidade Nova de Lisboa na categoria de Mercados Financeiros. Nasceu em 1976 e vive em Lisboa.

André Veríssimo Perplexidades sobre a Anacom 08.08.2017 André Veríssimo 34
O regulador considera que existiu um aumento abusivo, mas em termos práticos a penalização é quase nula. É revelador que seja essa a opinião dos analistas financeiros do BPI: "Não esperamos um impacto material para nenhuma das operadoras." E o que leva o regulador a decidir à beira de Agosto sobre um facto que ocorreu há 10 meses?
André Veríssimo Marcha atrás na Autoeuropa 03.08.2017 André Veríssimo 334
A Autoeuropa é um "case study" de como a negociação entre administração e trabalhadores pode ser frutuosa para ambas as partes. Os sucessivos acordos têm permitido manter a paz social, com segurança no emprego e níveis elevados de competitividade. O ingrediente do sucesso está agora ameaçado pelo que parece ser uma guerra sindical e partidária pelo poder.
André Veríssimo Cinismo político e comissões 01.08.2017 André Veríssimo 37
As agendas políticas andam amiúde ao sabor dos incêndios mediáticos. Fazem-se declarações inflamadas, prometem-se respostas legislativas, mas entretanto o lume baixa ou aparece outro fogo e nada acontece.
André Veríssimo Balbúrdia no Oeste 30.07.2017 André Veríssimo
É cada vez mais difícil levar a sério esta administração norte-americana. O Presidente é incapaz de levar adiante a sua agenda política. O partido que é suposto apoiá-lo está fracturado. Para compor o ramalhete, vive-se uma guerra aberta e desbragada na Ala Oeste da Casa Branca.
André Veríssimo A Impresa e os novos donos da banca 27.07.2017 André Veríssimo 31
Impresa foi obrigada a retirar a emissão de obrigações por falta de adesão dos investidores. E entre as razões para o insucesso pode estar a chegada de novos donos à banca portuguesa.
André Veríssimo O fardo sem fim da resolução 24.07.2017 André Veríssimo 42
Estão quase a cumprir-se três anos desde o colapso do BES e da resolução que criou o Novo Banco. As datas certas são alturas propícias a balanços. Ricardo Salgado não quis deixar de fazer, de antemão, o seu, em legítima defesa, preparando a sua defesa em tribunal. Mesmo que se discorde, mesmo que indigne, há sempre utilidade em ouvir a outra versão da história.
André Veríssimo O poder que voltou 21.07.2017 André Veríssimo
Antes de a banca cair do pedestal do poder em Portugal já ele se tinha esvaído. Nos tempos que correm só o dinheiro garante a autonomia e quando deixou de o haver entregámo-la. Partiu para outras geografias, Berlim, Frankfurt, Washington, Bruxelas. Mas está a voltar.
André Veríssimo A operadora “non grata” 18.07.2017 André Veríssimo 58
Não estamos aqui a fazer política, este é um forte projecto industrial para o país”, respondeu Michel Combes, CEO da Altice, quando questionado sobre o ataque desferido pelo primeiro-ministro português num local com a carga do Parlamento. Só esta resposta enche-nos de vergonha. É pensar na imagem que o episódio projecta, para quem esteja a pensar investir em Portugal ou já por cá ande.
Linhas Cruzadas Os dilemas morais de um produto revolucionário 30.06.2017 André Veríssimo
Há produtos que mudam o mundo, pela forma como alteram a cultura, hábitos sociais e a economia. O iPhone da Apple, que começou a ser comercializado há 10 anos, é um desses objectos icónicos. Steve Jobs nunca teve dúvidas que assim seria: "O iPhone é um produto mágico e revolucionário que está literalmente cinco anos à frente de qualquer telefone móvel". A Nokia que o diga.
André Veríssimo Subir o “outlook” já seria Fitch 16.06.2017 André Veríssimo 29
O défice desce, a economia acelera, os juros baixam e o risco do país melhora. Já o "rating" não mexe. Não é só teimosia, há razões de fundo para que assim seja. Mas, convenhamos, pelo menos uma melhoria do "outlook" Portugal já justifica.
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