Cronista
André Veríssimo Jornalista

André Veríssimo é director do Negócios desde Novembro de 2017, tendo iniciado funções na direcção em 2013. Antes foi editor de Mercados Financeiros durante seis anos. Licenciado em Comunicação Social pela Universidade Católica, foi jornalista de Internacional e Economia na revista Focus. Antes de se juntar à equipa do Negócios esteve três anos no Semanário Económico, onde foi editor. Recebeu por duas vezes o prémio de jornalismo económico do Santander Totta/ Universidade Nova de Lisboa na categoria de Mercados Financeiros. Nasceu em 1976 e vive em Lisboa.

André Veríssimo Angola: economia vs. justiça 15.01.2018 André Veríssimo
Deveria a justiça portuguesa ter transferido para Angola o processo sobre Manuel Vicente em nome da normalização das relações diplomáticas entre os dois países? Deveria ter-se preocupado com o impacto nas exportações das empresas portuguesas para aquele país e nos portugueses que lá trabalham?
André Veríssimo E você, investia no Montepio? 10.01.2018 André Veríssimo 71
Se o leitor tivesse uma poupança de 10.000 euros, o Montepio seria a sua opção de investimento? Mesmo que achasse a hipótese atractiva, aplicaria 27% ou sequer 20% dessa poupança no banco? Não parece avisado. Mas é o que está em cima da mesa no negócio com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
André Veríssimo Mexia, mexe e mexerá 09.01.2018 André Veríssimo
Chegou a haver dúvidas e o desfecho podia ter sido diferente. O currículo de gestor-estrela manchado pelo estatuto de arguido, o ataque às rendas da energia a provocar mossa no valor da empresa, o antagonismo verbal do Governo. Tudo motivos atendíveis para que os accionistas pudessem justificar outra escolha. Houve nomes atirados para a praça pública. E, no entanto, Mexia sucedeu a Mexia. Outra vez.
André Veríssimo Se ao menos servisse de lição 03.01.2018 André Veríssimo
A primeira reacção dos partidos – PS, PSD, PCP e BE – às críticas às alterações na lei de financiamento foi de corporativa soberba. Que o processo legislativo foi o normal, que não existiam alterações de grande relevo, que nada havia de retroactivo ou mais dinheiro público. Negar o óbvio é uma grave forma de arrogância. Tardou, foi preciso um veto presidencial, mas lá lhes caiu a ficha.
André Veríssimo 2018 promete 01.01.2018 André Veríssimo
A incerteza, interna e externa, não desapareceu, ainda é uma das palavras mais apontadas para definir o que será 2018. Mas também o são "crescimento", "esperança" e "oportunidade". A que se impõe é, no entanto, "desafiante".
André Veríssimo A AR em modo clandestino 27.12.2017 André Veríssimo 45
Legislar em causa própria já é terreno sensível. Fazê-lo pela calada é impróprio de uma democracia evoluída. Mas foi o que fizeram PSD, PS, BE, Bloco, PCP e PEV com as alterações à lei do financiamento partidário.
André Veríssimo CTT, antes selo 19.12.2017 André Veríssimo 49
Os CTT foram para a bolsa há quatro anos com a áurea de quem vende uma das últimas jóias do Estado. E o Governo de Passos Coelho conseguiu fechar dois bons negócios. Já quem comprou acções a pensar no longo prazo sente-se ludibriado.
André Veríssimo Os pés de barro de Isabel dos Santos 17.12.2017 André Veríssimo 133
É evidente que Isabel dos Santos construiu um império empresarial à sombra do Estado, aproveitando-se do facto de ser filha de quem é. Não era evidente que sentando-se João Lourenço na cadeira do pai ela e os seus interesses deixariam de ser intocáveis. Afinal, levanta-se o véu. 
André Veríssimo Com a Fitch no sapatinho 14.12.2017 André Veríssimo
Se a Standard & Poor’s foi uma afirmação, a Fitch será mais do que uma confirmação. Ter duas das três "majors" (falta a Moody’s) com uma classificação de investimento permitirá que a dívida portuguesa receba o passe de entrada nos índices de obrigações em que estão os países recomendáveis da Zona Euro, o clube onde jogam a Alemanha, Espanha, Itália ou a Estónia.
André Veríssimo O risco de confundir a Raríssimas com a floresta 12.12.2017 André Veríssimo 67
A associação Raríssimas desenvolve um trabalho de grande mérito no apoio a quem tem doenças raras, muitas vezes sem cura e sem alternativa a que recorrer. A demissão de Paula Brito e Costa era a única forma de tentar preservar esse trabalho que a própria iniciou. Teve, ao menos, esse rasgo de bom senso.