Cronista
Celso Filipe Jornalista

Nasceu em 1964 e é actualmente subdirector do Jornal de Negócios. Frequentou o 4º ano do curso de Comunicação Social da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Começou a actividade como jornalista em 1986 na revista “África Hoje”, tendo depois transitado para a “África Confidencial”, uma publicação de circulação reservada a assinantes. Como jornalista passou depois pelos semanários “Tempo”, “Semanário” e “Expresso”. Entre 1995 e 2005 esteve no “Diário Económico” onde desempenhou as funções de editor e chefe de redacção. Entre 1998 e 1999 colaborou na Rádio Renascença com um comentário semanal sobre assuntos económicos. Em 2006 entrou no Jornal de Negócios como editor da secção de empresas.

Celso Filipe Uma greve para picar o ponto 26.05.2017 Celso Filipe
O título do trabalho que pode ler nas páginas seguintes sobre a paralisação da Função Pública, que se cumpre esta sexta-feira, resume o essencial: "Uma greve que dá jeito a todos (até ao Governo)."
Celso Filipe O comando é dele 24.05.2017 Celso Filipe 22
Começou o "requiem" pela PT e Meo. Duas marcas emblemáticas do universo empresarial português vão ser enterradas pela Altice em nome da criação de uma marca única que permitirá à Altice ter uma estratégia global. Todos os lamentos por este fim são possíveis e alguns deles até justificáveis, mas nenhum deles alterará o destino agora traçado para a PT e a Meo.
Celso Filipe O que ainda é excessivo 22.05.2017 Celso Filipe
Este clima de desanuviamento económico e social que o país atravessa é propício para fazer mudanças capazes de tornar o país mais competitivo. Se este Governo se limitar a fruir este presente, é certo e sabido que o futuro será sombrio. Por isso, esta é a hora de António Costa escolher o seu caminho.
Celso Filipe O bom é nosso, o mau é deles 16.05.2017 Celso Filipe 49
A política é fértil em tartufices. Esta segunda-feira, depois de ter sido conhecido o crescimento do PIB no primeiro trimestre, a deputada do PSD Inês Domingos foi a tartufo de serviço ao declarar: "Estamos contentes com a recuperação do PIB neste trimestre que se deve às reformas realizadas pelo anterior Governo, à conjuntura internacional e na União Europeia mais favoráveis."
Celso Filipe A pobreza das nações 08.05.2017 Celso Filipe 20
A vitória de Macron nas presidenciais francesas é muito mais do que uma injecção de calma para quem receia os extremismos. É sobretudo um desassossego para os actuais sistemas de representação política.
Celso Filipe O diabo está no "rating" 03.05.2017 Celso Filipe 41
problema não é mudar de opinião, mas sim emitir opiniões destemperadas que colocam quem as produz à mercê dos supostos alvos. Costa, que mandou as agências de "rating" para o inferno, está agora condenado a fazer um pacto com o diabo e a submeter-se às suas regras.
Celso Filipe Trump, o prolixo 28.04.2017 Celso Filipe
Entre a meia-noite e as 17h00 de ontem, Donald Trump publicou 13 mensagens no Twitter, ora revelando telefonemas mantidos com os Presidentes do Canadá e do México para renegociar os acordos comerciais, ora acusando o Partido Democrata de vários desmandos, tais como o de colocar em risco a segurança dos militares norte-americanos.
Celso Filipe May(be)* 19.04.2017 Celso Filipe
A primeira-ministra inglesa surpreendeu, ao pedir a marcação de eleições antecipadas no Reino Unido para 8 de Junho. Com o seu partido, os Conservadores, confortavelmente instalados nas sondagens, Theresa May considerou este o melhor momento para reforçar o seu poder através do voto. May tem argumentos atendíveis para justificar esta opção.
Celso Filipe A economia e a TV da sala 17.04.2017 Celso Filipe
Em 1995, no primeiro Governo de António Guterres, a participação de um jornalista de economia numa visita ao estrangeiro do primeiro-ministro, era uma bizarria.
Celso Filipe O plano A acabou no C 12.04.2017 Celso Filipe 40
Facto. Portugal fechou 2016 com um défice de 2,1% que pode até baixar para 2%. Polémica. O caminho escolhido para lá chegar. O Governo começou 2016 a dizer que ia atingir a meta do défice definida por Bruxelas, 2,5%, alicerçado num aumento do consumo e no crescimento da economia de 1,8% que mais tarde reviu em baixa.