Cronista
Celso Filipe Jornalista

Nasceu em 1964 e é actualmente director-adjunto do Jornal de Negócios. Frequentou o 4.º ano do curso de Comunicação Social da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Começou a actividade como jornalista em 1986 na revista “África Hoje”, tendo depois transitado para a “África Confidencial”, uma publicação de circulação reservada a assinantes. Como jornalista passou depois pelos semanários “Tempo”, “Semanário” e “Expresso”. Entre 1995 e 2005 esteve no “Diário Económico” onde desempenhou as funções de editor e chefe de redacção. Entre 1998 e 1999 colaborou na Rádio Renascença com um comentário semanal sobre assuntos económicos. Em 2006 entrou no Jornal de Negócios como editor da secção de empresas.

Celso Filipe As três leis do imobiliário 22.04.2018 Celso Filipe
Neste momento, há três leis a funcionar no mercado nacional do imobiliário, a da procura, a da oferta e a da ganância. O fenómeno não é novo (lembra-se da bolha tecnológica?), mas adquire outros contornos devido ao activo em questão, as casas. E também não é um fenómeno à escala nacional.
Celso Filipe Os acordos de qual regime? 19.04.2018 Celso Filipe
Os acordos entre o Governo e o PSD em duas matérias, a descentralização (eufemismo para regionalização) e os fundos comunitários, têm sido vistos como uma ressuscitação do bloco central. Em termos teóricos, essa é uma evidência. Os dois partidos, do chamado arco do poder, chegam a acordo em assuntos estruturantes, uma novidade dos últimos tempos.
Celso Filipe As impressões e as verdades 16.04.2018 Celso Filipe
Os motores já estão a aquecer para as legislativas de 2019 e durante este processo poderão até acontecer partidas em falso que penalizem a sofreguidão dos contendores. Assim, embora sendo prematuro tirar conclusões definitivas, já é possível constatar tendências que devem provocar inquietação, tanto em São Bento como no Largo do Rato.
Celso Filipe A Síria dos horrores 11.04.2018 Celso Filipe
A Síria nunca foi propriamente um país pacífico, como o demonstra a sua história pós-independência, obtida em 1946. Este percurso de intranquilidade cíclica atingiu o auge em Março de 2011, com a confluência de dois fenómenos: a chamada Primavera Árabe e a ocupação de territórios por parte do auto-proclamado Estado Islâmico (EI).
Editorial Sem dinheiro não há glória 10.04.2018 Celso Filipe
Nos últimos dias, o Sporting tomou de assalto o espaço mediático. Pelas piores razões, ou melhor, devido à incontinência verbal e “facebookiana” do seu presidente, Bruno de Carvalho. Tudo começou quando o líder leonino resolveu desvalorizar os activos do clube, passando-lhes um ralhete público pouco ajuizado.
Celso Filipe As rosas da Ryanair 05.04.2018 Celso Filipe
É claro que se pode esgrimir que o turismo é cada vez mais importante para equilibrar as contas nacionais e que hostilizar a Ryanair pode, nestas circunstâncias, ser uma atitude leviana e perigosa. Contudo, é precisamente fazendo-se valer desta posição dominante que a Ryanair se julga no direito de agir a seu bel-prazer, desrespeitando leis e fazendo chantagem.
Celso Filipe Chover no molhado 03.04.2018 Celso Filipe
Veio a chuva e com ela o sossego. A seca ficou para trás, já só afecta 0,1% do território, e apenas três barragens têm as suas reservas abaixo dos 40%. Nos próximos dias deverá continuar a chover em Portugal, o que permitirá fortalecer as reservas de água e criar condições para um Verão relativamente tranquilo nesta frente.
Celso Filipe Ganância ou prudência 27.03.2018 Celso Filipe
As criptomoedas são virtuais, mas o seu risco é bem real. É verdade que este tipo de investimento tem proporcionado boas rentabilidades a quem apostou nelas, mas é indubitável que se constituem como uma bolha que pode rebentar a qualquer momento com consequências graves.
Celso Filipe O défice com duas caras 26.03.2018 Celso Filipe 32
O défice mais baixo da história da democracia portuguesa, 0,92% em 2017, ficou em banho¬-maria. O INE, a contragosto, decidiu acolher os argumentos do Eurostat e contabilizou a recapitalização da Caixa Geral de Depósitos no défice, fazendo-o subir para 3%. O ministro das Finanças,_Mário Centeno, discorda da interpretação feita pelo organismo europeu de estatísticas e o debate teórico irá continuar.
Celso Filipe Campo Grande e o Montijo 25.03.2018 Celso Filipe 45
Nos anos 20, Portugal começou a pensar na construção de um aeroporto internacional. A primeira solução encontrada foram os terrenos do Jockey Club, no Campo Grande, que por essa altura eram uma espécie de arredores de Lisboa. Andou-se às voltas, como de costume, até surgir a hipótese da Portela de Sacavém, que foi sendo protelada porque os campos de aviação de Alverca e Sintra ainda satisfaziam as necessidades.