Cronista
Celso Filipe Jornalista

Nasceu em 1964 e é actualmente director-adjunto do Jornal de Negócios. Frequentou o 4.º ano do curso de Comunicação Social da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Começou a actividade como jornalista em 1986 na revista “África Hoje”, tendo depois transitado para a “África Confidencial”, uma publicação de circulação reservada a assinantes. Como jornalista passou depois pelos semanários “Tempo”, “Semanário” e “Expresso”. Entre 1995 e 2005 esteve no “Diário Económico” onde desempenhou as funções de editor e chefe de redacção. Entre 1998 e 1999 colaborou na Rádio Renascença com um comentário semanal sobre assuntos económicos. Em 2006 entrou no Jornal de Negócios como editor da secção de empresas.

Celso Filipe Overdose de provincianismo 20.11.2017 Celso Filipe
Na manhã de ontem, António Costa escreveu no Twitter: "O Porto oferece à EMA (Agência Europeia do Medicamento) a melhor solução para a sua relocalização. A União Europeia aproveita esta oportunidade? Espero que sim." A resposta chegou à tarde: não.
Celso Filipe Sol a mais faz mal 19.11.2017 Celso Filipe 45
A estratégia de António Costa tem passado por resolver um problema de cada vez, mas ensina a prudência que sol a mais faz mal. Ícaro que o diga
Celso Filipe Angola e o teste do algodão 15.11.2017 Celso Filipe 51
O princípio tem uma racionalidade à prova de bala. João Lourenço está a afastar a família dos Santos do círculo do poder e dos negócios do Estado para dar um sinal claro de que pretende romper com o passado e implementar uma governação transparente. Ninguém pode contestar esta estratégia, nem mesmo Isabel dos Santos, que ontem foi demitida da liderança da Sonangol.
Celso Filipe Não é política, é economia 14.11.2017 Celso Filipe
Donald Trump vai enfrentar um teste sério. Não se trata da guerra de palavras da Coreia do Norte, da intriga sobre a intervenção da Rússia nas presidenciais norte-americanas, das pressões sobre a China ou sequer dos recuos da Casa Branca em relação às alterações climáticas.
Celso Filipe A geringonça não anda sozinha 12.11.2017 Celso Filipe 90
O barómetro de Novembro da Aximage, realizado para o_Negócios e o Correio da Manhã é um banho de água fria para António Costa, amenizado apenas pela forma como compara com os dois candidatos a líder do PSD, Rui Rio e Santana Lopes.
Celso Filipe A virtude do pessimismo 08.11.2017 Celso Filipe 30
O robô Sophia foi uma das estrelas do Web Summit. Num diálogo com outro robô, apropriadamente baptizado de Einstein, Sophia sentenciou: "Conheço muitas pessoas que têm medo de que a inteligência artificial destrua a humanidade e lhes tire o trabalho. Nós, robôs, não temos vontade de destruir nada, mas vamos tirar-vos os empregos."
Celso Filipe A ressaca de Angola 05.11.2017 Celso Filipe 98
A "notícia falsa" sobre a exoneração de Isabel dos Santos da Sonangol é a ponta do icebergue de uma realidade profunda. Angola está a viver (mal) a ressaca de 38 anos de José Eduardo dos Santos. Muitos querem urgência onde devia haver paciência, enquanto outros batalham para manter um "status quo" que terminou em Setembro com a tomada de posse do novo Presidente da República, João Lourenço.
Celso Filipe A pregar no deserto 01.11.2017 Celso Filipe
O drama da seca segue-se à tragédia dos incêndios. Chorados os mortos, Portugal lembra-se agora da falta de chuva e começam a enumerar-se os prejuízos daqui resultantes. Surgem os lamentos do costume e os pedidos para fazer face a esta circunstância extraordinária. E o problema está precisamente aqui, na premissa de considerar a seca deste ano como algo de excepcional. Não é.
Celso Filipe A China despertou, o Ocidente dorme  25.10.2017 Celso Filipe 30
Ao contrário do Ocidente e dos EUA, onde o tempo dos políticos é rápido e escrutinado pelo voto, na China, o tempo do PC é eterno e inquestionável, uma circunstância que permite planear e executar sem receio de perder o poder numa qualquer eleição.
Celso Filipe Xi Jinping ganha o estatuto de novo Mao 25.10.2017 Celso Filipe
A marcha lenta da China, que visa transformar o país na maior superpotência mundial, continua. A China já tinha inventado o conceito de capitalismo de Estado, internacionalizando a influência das suas empresas, que em última análise estão nas mãos do Partido Comunista.