Cronista
Celso Filipe Jornalista

Nasceu em 1964 e é actualmente subdirector do Jornal de Negócios. Frequentou o 4º ano do curso de Comunicação Social da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Começou a actividade como jornalista em 1986 na revista “África Hoje”, tendo depois transitado para a “África Confidencial”, uma publicação de circulação reservada a assinantes. Como jornalista passou depois pelos semanários “Tempo”, “Semanário” e “Expresso”. Entre 1995 e 2005 esteve no “Diário Económico” onde desempenhou as funções de editor e chefe de redacção. Entre 1998 e 1999 colaborou na Rádio Renascença com um comentário semanal sobre assuntos económicos. Em 2006 entrou no Jornal de Negócios como editor da secção de empresas.

Celso Filipe Adeus, Senhor Américo 14.07.2017 Celso Filipe 28
As conversas telefónicas com Américo Amorim eram invariavelmente iguais. Bom dia (ou boa tarde) Senhor Américo, como está. Diga lá. Queria saber a sua opinião sobre… Não tenho nada a dizer. Mas não acha que… Olhe, é assim, palavra seguida por uma, duas ou três frases curtas e a interrogação: já lhe chega?
Celso Filipe Costa deixa PT sem rede 13.07.2017 Celso Filipe 450
A resposta do primeiro-ministro esteve longe de ser fruto de um arrebate. Foi ponderadamente feroz e é um ataque ao grupo Altice, dono da PT Portugal.
Celso Filipe Quando é bom pisar a terra 11.07.2017 Celso Filipe
O Governo está a navegar por mares tumultuosos. A demissão de três secretários de Estado, a fragilidade de dois ministros decorrente da tragédia de Pedrógão Grande e do roubo de Tancos e a celeuma etérea em torno das cativações foram os elementos que desencadearam a tempestade num mar que era chão.
Celso Filipe A remodelação que é uma tripla 06.07.2017 Celso Filipe
Anunciar, para breve, uma remodelação governamental, é o mesmo que fazer uma tripla num jogo do totobola. É impossível errar. A remodelação está em marcha, mais que não seja na cabeça de António Costa, porque é ele que vai decidir quem sairá do Governo e quando é que isso acontecerá.
Celso Filipe Vem aí uma nova Europa? 05.07.2017 Celso Filipe 29
França arquitectada por Emmanuel Macron é um dado novo que promete desviar ainda mais o eixo do poder da União Europeia para a latitude alemã. Por razões ideológicas ou de conveniência, a França vinha sendo, até à eleição de Macron, um contra-poder à Alemanha. Macron pretende mudar este posicionamento e para mostrar a Angela Merkel que está empenhado em concretizar a sua visão promete uma reforma do trabalho em França, destinada a tornar o país mais competitivo.
Celso Filipe A guerra do Solnado 03.07.2017 Celso Filipe 56
Não fosse a gravidade dos factos o roubo de armamento em Tancos seria material de primeira água para reinventar a guerra do Sonaldo, que ainda hoje, pelo seu "nonsense", é uma peça brilhante de comédia.
Linhas Cruzadas Google, uma multa bizarra numa guerra que não é injusta 29.06.2017 Celso Filipe
A multa de 2,4 mil milhões de euros que a Comissão Europeia aplicou à Google por práticas anti-concorrenciais relacionadas com o Google Shopping tem uma dimensão que claramente ultrapassa este serviço.
Celso Filipe Uma Europa como o Canadá 29.06.2017 Celso Filipe 20
A União Europeia, parte dela, ainda está em estado de negação com o Brexit. Por isso, houve quem visse na pífia vitória de Theresa May, nas legislativas realizadas no início deste mês, uma possibilidade de o Reino Unido fazer marcha atrás neste processo.
Linhas Cruzadas O dia em que Passos Coelho não devia ter saído de casa 28.06.2017 Celso Filipe
Na segunda-feira, no quartel de bombeiros de Castanheira de Pera, Passos Coelho anunciou que tinha conhecimento de "pessoas que puseram termo à vida, que em desespero se suicidaram e que não receberam o apoio psicológico que deviam" na sequência da tragédia de Pedrógão Grande. O conhecimento, afinal, era falso, e o líder do PSD acabou o dia a pedir desculpa.
Celso Filipe Sua majestade, a Google 28.06.2017 Celso Filipe
A Comissão Europeia teve mão pesada para a Google, aplicando-lhe uma multa de 2,4 mil milhões de euros por práticas anti-concorrenciais em 13 países da União Europeia (Portugal não está incluído). Para justificar a sua decisão, Bruxelas argumenta que a Google abusou da sua posição de mercado de motor de busca para promover o seu serviço de comparação de preços, relegando para segundo plano os concorrentes.