Mobilidade A força de informação sente-se nas vendas

A força de informação sente-se nas vendas

Nos dias que correm, a transformação digital está já presente em quase todos os segmentos de mercado e, de uma forma transversal, em todos os departamentos de uma organização, impactando as relações profissionais e o negócio em si.
A força de informação sente-se nas vendas
C-Studio 24 de fevereiro de 2017 às 16:49

Segundo dados da IDC, 62% das empresas europeias podem ser já consideradas "Digital Explorers" ou "Digital Players". Já no que diz respeito, especificamente, a Portugal, a IDC assegura que as organizações "estão atentas às oportunidades digitais" que se lhes colocam "e as grandes organizações já as integraram nos seus negócios".

 

Nesse sentido, 32% das empresas portuguesas estão enquadradas no conceito "Digital Explorer". No entanto, existe ainda cerca de 28% que são "Digital Resister" e apenas 4% das empresas portuguesas se enquadram já num conceito mais avançado de "Digital Disrupter".

 

De uma forma ou de outra, e independentemente do estágio em que se encontrem, a transformação digital é chave para o sucesso dos negócios. Importa assim que as empresas apostem cada vez mais numa presença forte no meio digital, seja através de canais próprios ou das várias redes sociais. Desta forma, torna-se possível manter os clientes e também os stakeholders a par do que se anda a fazer ao mesmo tempo que se potenciam as vendas.

 

Informação como as gamas de produtos e serviços que se oferecem no momento, promoções e ofertas de marketing mais ou menos direccionadas ou campanhas de marketing relacional como o cross-selling e up-selling são apenas algumas das mais-valias que o departamento de vendas e, consequentemente, a empresa como um todo, poderá assegurar com recurso a plataformas digitais e diferentes suportes tecnológicos.

 

Importa ainda não esquecer o quão importante é fidelizar os clientes, utilizando-se assim as plataformas online disponíveis para que eles sejam os primeiros a conhecer as novidades, por exemplo. Ao abraçarem este tipo de políticas, as organizações constroem uma relação diária com os seus clientes, melhorando a experiência de compra e a sua jornada globalmente.

 

Por outo lado, é indiscutível que tudo aquilo que são sistemas integrados e processos centralizados oferecem benefícios visíveis que vão muito para além da simples melhoria da eficiência e da qualidade.

 

Na realidade, o acesso a fluxos permanentes de dados sobre performance, hábitos de compra e tendências de consumo, comportamento dos clientes, e outros, abrem a porta à possibilidade de se conduzirem novas experiências e assegurar ofertas específicas. A verdade é que a força da informação sente-se, efectivamente, nas vendas.

 

E, quanto mais rapidamente os executivos perceberem esta realidade mais cedo dela retiram vantagens para o seu negócio. O marketing digital não pode e nem deve ser pensado apenas para as grandes marcas com grandes orçamentos. Nos dias que correm, o livre acesso à internet e a várias plataformas digitais, permite equilibrar os pratos da balança, contribuindo para que as pequenas e médias empresas possam tirar partido de técnicas de marketing digital que lhes vão permitir competir lado a lado com os seus concorrentes mais directos.

 

Contas feitas, o cliente fica mais satisfeito e o negócio sai a ganhar.