Automóveis Porsche Panamera: Mais desportivo e tecnológico

Porsche Panamera: Mais desportivo e tecnológico

Sete anos depois da sua estreia, o Porsche Panamera evolui em todos os sentidos: está não só mais elegante e confortável como oferece desempenhos mais desportivos.
Adriano Oliveira 17 de dezembro de 2016 às 15:00
Características

154.320€

Porsche Panamera 4S Diesel

Motor: dianteiro longitudinal, gasóleo, 8 cilindros em V, 32 válvulas, biturbo, injecção directa, geometria variável, intercooler, sistema "start/stop"
Cilindrada: 3.956 cc
Potência: 422 cv (3.500-5.000 rpm)
Binário: 850 Nm (1.000-3.250 rpm)
Velocidade máxima: 285 km/h
Aceleração: 4,5s 0-100km/h
Tracção: total
Transmissão: PDK 8 velocidades
Consumo misto: 6,8 l/100km
Consumo urbano: 7,9 l/100km
Cons. extra-urbano: 5,9 l/100km
Emissões CO2: 178 g/km (Euro VI)


Quando foi lançada a primeira geração do Porsche Panamera, em 2009, muitos dos puristas da marca alemã torceram o nariz à nova berlina de quatro portas e generosas dimensões. O tempo acabou, no entanto, por dar razão a quem tomou a decisão de avançar com o projecto, apesar das muitas críticas à estética, em particular ao desenho da traseira. Um possível erro agora corrigido: as novas linhas da traseira são claramente inspiradas no ícone da "casa" de Estugarda, o Porsche 911.

Mas também na parte dianteira há agora maiores semelhanças com a identidade da marca, sendo evidente que neste particular foi outro modelo que serviu de inspiração: o 918 Spyder. E assim o Panamera ganhou uma aparência mais consensual.

Destaque, por outro lado, para o ajustamento das dimensões. O Panamera cresceu 34 mm no comprimento (para 5,049 m), 6 mm na largura e 5 mm na altura, o mesmo sucedendo com a distância entre eixos, em mais 30 mm, que beneficiou a habitabilidade.

As mudanças estéticas estenderam-se também ao interior, onde se mantêm os quatro excelentes bancos desportivos envolventes, que à frente podem contar até 14 possibilidades de regulação eléctrica.

O que não passa de todo despercebido é o novo quadro de instrumentos digital Porsche Advance Cockpit, embora ao centro surja um conta-rotações analógico. O painel de bordo é agora dominado por dois ecrãs, sendo um de 7 polegadas e outro um LCD táctil de 12,3 polegadas, enquanto a consola central estreia o desenho e a disposição dos comandos tácteis, rompendo em absoluto com a configuração do modelo anterior.

Quanto a motores, estão disponíveis dois novos V8 biturbo, de 4.0 litros, a gasolina e gasóleo, e ainda o renovado V6 biturbo a gasolina, de 2.9 litros. Outra novidade é a caixa automática PDK de oito velocidades, bem como o facto de todas as versões disporem de tracção às quatro rodas.

Assim, o Porsche Panamera Turbo vem equipado com o V8 biturbo que debita 550 cv, para uma velocidade máxima de 306 km/h, e o Panamera 4S com o V6 biturbo de 440 cv, atingindo os 289 km/h. Já no Panamera 4S Diesel, a potência máxima do V8 biturbo fica-se pelos 422cv, para uma velocidade de 285 km/h.

Os preços variam entre os 134.644 e os 188.007 euros para o Panamera 4S e Panamera Turbo, respectivamente, enquanto o Panamera 4S Diesel custa 154.320 euros.

Negócios em Valência, a convite da Porsche


Destaques

154.000 é o número de unidades Porsche Panamera vendidas no mundo desde o lançamento em 2009.

Comportamento irrepreensível

Posto à prova num percurso de auto-estrada e estrada de montanha, entre Valência e Alicante, o novo Porsche Panamera mostrou um comportamento irrepreensível em todas as situações, mas sobretudo nas curvas encadeadas umas nas outras do traçado mais sinuoso.


Quatro modos de condução

Com quatro modos de funcionamento seleccionáveis, a electrónica é importante na condução do Panamera: Normal (máximo conforto), Sport (influencia a direcção, a caixa e a suspensão), Sport+ (mais desportiva e rebaixa a altura da suspensão) e Individual (personalizável).





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comentários mais recentes
António Ribeiro 21.12.2016

Certamente que uma das pessoas que o avisaram da situação do BES, deverá andar com o meu Porsche. Gostava de saber onde pára o meu dinheiro.

Anónimo 21.12.2016

Oh António Ribeiro, fizesses como eu, conhecia pessoas dentro do BES que me avisaram da queda eminente. Como tal, consegui retirar o meu dinheiro e comprar coisas mais caras e úteis que um Porche.

António Ribeiro 19.12.2016

Em vez de comprar um carro destes subscrevi produtos do BES. Fiquei sem o dinheiro e ando com uma viatura com 25 anos. A injustiça é maior porque quem emprestou a empresas sediadas no estrangeiro (papel com) vai ser ressarcido e quem emprestou ao Banco não vai ver cheta. Não se esqueça de poupar.