Automóveis Suzuki Swift: Japonês ao gosto europeu

Suzuki Swift: Japonês ao gosto europeu

Pensado e desenvolvido a pensar no gosto europeu, embora seja produzido no Japão, o novo Suzuki Swift chega este mês às concessões. Preços a partir de 14.038 euros.
Adriano Oliveira 06 de maio de 2017 às 16:00
Características

14.916€*

Suzuki Swift 1.0T GLE

Motor: dianteiro transversal, gasolina, alumínio, 3 cilindros em linha, 12 válvulas, injecção directa, turbo
Cilindrada: 998 cc
Potência máx.: 111 cv às 5.500 rpm
Binário: 170 Nm (2.000-3.500 rpm)
Velocidade máxima: 195 km/h
Aceleração: 10,6s 0-100 km/h
Tracção: dianteira
Transmissão: manual 5 velocidades
Consumo misto: 4,6l/100 km
Consumo urbano: 5,7l/100 km
Cons. extra-urbano: 4,0l/100 km
Emissões CO2: 104 g/km (Euro VI)

Outras versões:
- 1.2 GLE 14.038€*
- 1.2 GLE CVT 15.524€*
- 1.2 GLX SVHS** 16.272€*
- 1.2 GLE 4WD 15.687€*
- 1.0T GLX SHVS** 17.265€
* Campanha de lançamento com desconto de 2.033€
** Sistema híbrido da Suzuki


Nesta quarta geração do Suzuki Swift bem pode dizer-se que tudo, ou quase tudo, é novo. A começar pela plataforma, mais leve 120 kg. Mudou também a estética, assim como as dimensões gerais e as tecnologias de segurança. Tudo para agradar aos consumidores europeus. O resultado final é positivo, sobretudo em termos de espaço.

Na verdade, graças às novas dimensões da carroçaria - mais 40 mm na largura, menos 10 mm no comprimento e menos 15 mm na altura - e ao aumento da distância entre eixos (mais 20 mm), o construtor japonês melhorou substancialmente a habitabilidade interior, assim como a capacidade da bagageira, que se situa agora nos 265 litros (mais 55 do que o anterior Swift), podendo chegar aos 579 litros com o rebatimento dos bancos traseiros.

Esteticamente, a nova geração do modelo apresenta um ar mais elegante e musculado. Na frente, sobressai uma nova grelha mais larga e elevada que dá a ilusão de tornar o Swift mais baixo do que realmente é.

O habitáculo caracteriza-se pelo bom aproveitamento do espaço, sobressaindo um ou outro pormenor mais desportivo, como o volante cortado na parte inferior. Uma das novidades é o ecrã LCD de 4,2 polegadas no painel de instrumentos, onde são visualizadas informações sobre o estado e rendimento do veículo, como a distribuição do binário e a força "G" a que se está a ser submetido durante a condução.

Mas também não falta um ecrã táctil, de 7 polegadas, que permite a ligação de smartphones ao sistema áudio por Bluetooth, porta USB compatível com MP3/WMA/ACC e uma entrada para cartões SD.

Os motores são dois a gasolina, idênticos aos que já equipam outros modelos da marca, não estando prevista a introdução de motorizações a gasóleo. Assim, a oferta compreende um quatro cilindros de 1.2 litros e 99 cv de potência máxima, associado a uma caixa manual de cinco velocidades ou automática CVT, podendo optar-se por versões de tracção dianteira ou "All Grip", o sistema de quatro rodas motrizes da Suzuki.

A alternativa é o pequeno tricilíndrico turbo de 1.0 litro e 111 cv que, pela primeira vez, e a par do que já acontece com o motor de 1.2 litros, passa a estar disponível com a tecnologia híbrida SVHS, que em situações mais exigentes, como arrancar e acelerar, ajuda a reduzir o consumo de combustível ao proporcionar suporte do motor eléctrico utilizando energia gerada através da travagem regenerativa.

Negócios em Madrid, a convite da Suzuki


Destaques

Uma nova versão Swift Sport com um motor a gasolina de 1.4 litros e 140 cv será introduzida no final deste ano.

Eficiente e agradável de conduzir

No breve contacto por estradas da região de Madrid, o novo Swift, equipado com o motor turbo Boosterjet de 111 cv, mostrou-se bastante estável e ágil em curva, capaz de proporcionar grande prazer de condução e com consumos muito aceitáveis para o seu desempenho.

Preços e campanha promocional

Os preços do Swift variam entre os 14.038 e os 16.272 euros para as versões 1.2l de 90 cv, e entre os 14.916 e os 17.265 euros para o Boosterjet de 111 cv, desconto promocional de 2.033 euros já incluído. Adicionalmente, poderão ser deduzidos mil euros da campanha financeira.




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