Automóveis Toyota Aygo: O "X" da diferença

Toyota Aygo: O "X" da diferença

A Toyota deu uma volta geral à segunda geração do seu citadino de sucesso Aygo e fez alterações significativas a nível mecânico e de equipamento. Esteticamente, o "X" tridimensional marca a diferença.
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Adriano Oliveira 23 de junho de 2018 às 16:00
Características

11.295€

Toyota Aygo

Motor: dianteiro transversal, alumínio, três cilindros, 12 válvulas DOHC, injecção electrónica comando por corrente, gasolina, start/stop.
Cilindrada: 998 cc.
Potência máxima: 72 cv às 6.000 rpm.
Binário máximo: 93 Nm às 4.400 rpm.
Velocidade máxima: 160 km/h.
Aceleração máxima: (0-100 km/h): 13,8 s.
Tracção: dianteira.
Transmissão: manual de cinco velocidades.
Consumos homologados (litros aos 100 km):
4,8 (urbano);
3,6 (extra-urbano);
4,1 (misto).
Emissões CO2: 93 g/km (Euro 6.2).


O Toyota Aygo mudou de visual. Não muito, é certo, mas tanto quanto baste para manter viva a chama de um modelo que, quase década e meia depois do seu lançamento, em 2005, continua a cativar uma vasta clientela urbana, jovem, divertida, irreverente, e a sedimentar a estratégia da marca japonesa de conquista desse mesmo público.

Citadino por excelência, linhas modernas e atractivas, dimensões compactas, ágil, fácil de conduzir e de estacionar, económico nos consumos e com uma boa relação preço-qualidade, o Aygo vende na Europa mais de 80 mil unidades/ano. Tem sido assim desde a primeira geração, continua a ser esse o objectivo com esta actualização da segunda geração, que viu a luz do dia em meados de 2014. Em Portugal, foram vendidas 885 unidades Aygo em 2016 e 733 no ano seguinte.

Com chegada prevista para Setembro próximo, o Aygo vai ser comercializado a partir de 11.295 euros, mais cerca de 250 euros do que o antecessor.

Mecanicamente, é proposto com o mesmo tricilíndrico 1.0 VVT-i da anterior geração, mas com 72 cv de potência. Mais 3 cv do que o anterior bloco (69 cv), resultado de optimização e melhoramentos técnicos, em especial no escape e duplos injectores. Em contrapartida o binário desce dos 95 para 93 Nm. Tem acoplado uma caixa manual de cinco velocidades, mas em opção pode receber a transmissão automática "x-shift".

No cômputo geral, trata-se de um bloco que responde bem e satisfaz plenamente numa utilização diária urbana. O consumo combinado anunciado é de 4,1 litros aos 100 km e as emissões de CO2 de 93 g/km.

Entre outras alterações técnicas efectuadas, o Aygo beneficia de novas molas na suspensão e o software da direcção foi actualizado. A insonorização do habitáculo também foi reforçada com a aplicação de novos materiais de isolamento e absorção em vários pontos sensíveis, para tornar o modelo mais confortável, mas apesar disso o três cilindros continua muito presente nas acelerações. Já as vibrações diminuíram.

Em matéria de conectividade, o Aygo apresenta um novo sistema multimédia com integração de smartphone "Powered by Pioneer" e Apple CarPlay e Android Auto disponíveis.

Exteriormente, o "restyling" do Aygo incidiu na dianteira, com a execução tridimensional do icónico design frontal em "X", novos grupos ópticos dianteiro e traseiro com luzes de tecnologia LED, novas jantes e opção de oito cores de carroçaria, entre as quais duas novas metalizadas. 


Destaques

O Toyota Aygo é fabricado na TPCA, em Kolin, na República Checa, a par do Peugeot 108 e do Citroën C1.

Personalização e acabamento

Três níveis de acabamento (x, x-play e x-clusiv), uma edição especial (x-cite) que, segundo a marca, será renovada anualmente, e dois pacotes de exteriores e interiores (x-plus e x-play plus), constituem a gama de personalização do novo Aygo, que está disponível em três e cinco portas.

Segurança activa

O pacote de segurança activa Toyota Safety Sense está disponível de série. Inclui o Sistema de Pré-Colisão (PCS) e o alerta à mudança de faixa de rodagem (LDA). O PCS funciona entre velocidades de 10 a 80 km/h e ajuda a prevenir ou a reduzir colisões em várias situações de trânsito.


Negócios em Copenhaga, a convite da Toyota





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