Weekend Os incêndios e outros acontecimentos nacionais do ano

Os incêndios e outros acontecimentos nacionais do ano

Os incêndios foram o acontecimento nacional do ano. Veja todos os que foram seleccionados pelo Negócios.
Negócios 24 de dezembro de 2017 às 10:00



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mais votado Anónimo 24.12.2017

Numa economia, existem 2000 pilotos de aeronave apaga-fogos distribuídos pelos cargos de chefia do sector público, da banca privada e das empresas privadas de transporte terrestre que nada têm a ver com aviões-tanque. Essa economia precisa de 2000 pilotos de aeronave apaga-fogos, mas tem 2000 chefes a mais no sector público, na banca privada e nas empresas privadas de transporte terrestre. Estes chefes têm carreiras cheias de bónus, benefícios e progressões automáticas por antiguidade que os seus sindicatos negociaram com governantes eleitoralistas ao longo dos anos. O dinheiro que o sector público, a banca privada e as empresas privadas de transporte terrestre gastam para pagar a esses 2000 chefes desnecessários, mal alocados e incrivelmente qualificados em pilotagem sob condições extremas é equivalente ao que seria necessário ao mercado de capitais doméstico para investir no sector da aeronáutica aplicada aos incêndios naquela economia. O mercado laboral é rígido. O que fazer?

comentários mais recentes
Anónimo 24.12.2017

As pessoas podem-se autopropor enquanto ofertantes de factor trabalho no mercado de trabalho assalariado, avençado ou seja lá o que for. A partir do momento que um conjunto de leis permite que essas pessoas, quando chegadas a uma situação de injustificável sobreemprego ou sobrepagamento, sejam excedentárias de carreira ou sobrepagas bem acima do preço de mercado, o Estado, a economia e sociedade sofrem as consequências negativas e obviamente toda a pessoa contribuinte, utente, consumidora, trabalhadora com real procura de mercado, inovadora, empreendedora, investidora ou accionista, é implacavelmente prejudicada devido à actividade daninha das primeiras. A economia empobrece, o Estado definha, a sociedade torna-se iníqua. Mortes perfeitamente evitáveis acontecem também... E é isto que tem de mudar em Portugal.

Anónimo 24.12.2017

E assim se morre em Poortugal à espera de um avião de combate a fogos, de uma intervenção policial, de um diagnóstico, de uma ambulância urgente ou de uma intervenção cirúrgica enquanto o Estado de Bem Estar salarial mantém carreiras sempre a subir que em parte alguma do mundo desenvolvido, onde, não por acaso, se desenvolvem a aeronáutica, as armas de vária categoria, as câmaras e sensores de segurança e todo o equipamento hospitalar, se justificam.

Anónimo 24.12.2017

Numa economia, existem 2000 pilotos de aeronave apaga-fogos distribuídos pelos cargos de chefia do sector público, da banca privada e das empresas privadas de transporte terrestre que nada têm a ver com aviões-tanque. Essa economia precisa de 2000 pilotos de aeronave apaga-fogos, mas tem 2000 chefes a mais no sector público, na banca privada e nas empresas privadas de transporte terrestre. Estes chefes têm carreiras cheias de bónus, benefícios e progressões automáticas por antiguidade que os seus sindicatos negociaram com governantes eleitoralistas ao longo dos anos. O dinheiro que o sector público, a banca privada e as empresas privadas de transporte terrestre gastam para pagar a esses 2000 chefes desnecessários, mal alocados e incrivelmente qualificados em pilotagem sob condições extremas é equivalente ao que seria necessário ao mercado de capitais doméstico para investir no sector da aeronáutica aplicada aos incêndios naquela economia. O mercado laboral é rígido. O que fazer?

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