Weekend Uma "Caixa Negra" para perceber os últimos anos do banco público

Uma "Caixa Negra" para perceber os últimos anos do banco público

Os casos políticos e económicos que envolveram a Caixa Geral de Depósitos (CGD), desde o ano 2000, estão contados no livro "Caixa Negra" do jornalista do Negócios, Diogo Cavaleiro.
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Filipa Lino 15 de julho de 2017 às 12:00
É o banco de todos os governos. Mas até que ponto a Caixa Geral de Depósitos (CGD) foi um instrumento político ao serviço de quem estava no poder? Esta é uma das questões a que o jornalista do Negócios Diogo Cavaleiro procura responder no livro "Caixa Negra".

A obra faz uma viagem pelos últimos 17 anos da CGD, o mesmo período em análise na comissão parlamentar de inquérito ao banco público.

Logo no primeiro capítulo é revelado que a privatização do banco público era uma das intenções da troika quando chegou a Portugal, em 2011. Uma medida que não foi bem recebida pelo executivo socialista da altura e nunca chegou a ser escrita no memorando de entendimento. 







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mais votado Anónimo 15.07.2017

Na CGD é o que é. Não despedem nem que os 2200 colaboradores que não são mais lá precisos assaltem a caixa forte e cuspam em que lhes deu de comer. Nós vamos pagando chorudas comissões e impostos. As leis deste país protegem os ordinários. Na banca de retalho as leis também não os queriam deixar ser precários. Tinham que ser definitivos cheios de direitos adquiridos custasse o que custasse. Depois foi o que se viu.

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Anónimo 17.07.2017

As pensões obscenas dadas pela CGD, como ao cospe na sopa e as indmnizações milionarias pagas aos ex politicos que por la passaram e que as negociaram fraudulentamente. Escrutinio publico já.

Anónimo 15.07.2017

O que mais deve preocupar os portugueses junto do sector financeiro são os conflitos de interesse e as quebras do dever fiduciário. Conflitos de interesse como aqueles que se prendem com os resgates estatais e subsídios constantes à banca, aos banqueiros e, é bom nunca esquecê-lo, aos milhares de bancários e ex-bancários, agora aposentados, deste país. Isto constitui um onerosíssimo custo de oportunidade. As quebras de dever fiduciário prendem-se com situações de alterações de termos de contrato que prejudicam os clientes, comissões ocultas, aumento indiscriminado de comissões, burocracias anacrónicas, etc. Isto constitui um onerosíssimo custo de contexto.

Anónimo 15.07.2017

É bom que os sindicalistas portugueses se comecem a habituar às rondas de despedimentos quando estas são mais do que necessárias em determinada organização porque sem gestão de recursos humanos não existe equidade e sustentabilidade económica, criação de riqueza, nem soberania nacional.

Anónimo 15.07.2017

Ninguém está à espera que os excedentários se demitam. Terá sempre que ser alguém a activar esse processo. Portugal precisa desse alguém. As economias e sociedades mais avançadas já o têm há muito.

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