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Detenção de Strauss-Kahn não afectará aprovação de ajuda a Portugal

Os ministros das Finanças europeus vão aprovar a ajuda de 78 mil milhões de euros a Portugal, assegurou o porta-voz da Comissão Europeia.

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 16 de Maio de 2011 às 11:38
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A detenção do director-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn não vai afectar o “ok” aos programas de ajuda a Portugal, Grécia e Irlanda, afirmou Amadeu Altafaj, porta-voz da Comissão Europeia, citado pela Bloomberg.

“Estamos inteiramente confiantes de que vai haver continuidade total não apenas nas operações mas também no processo de tomada de decisão do FMI”, sublinhou Amadeu Altafaj.

"Portanto, que fique claro: esta situação não terá impacto, qualquer que seja, nos programas em curso, para a Grécia e para a Irlanda, nem tão pouco para a decisão que deve ser tomadas nas próximas horas para Portugal", assegurou Amadeu Altafaj Tardio.

Hoje o Eurogrupo reúne para debater a ajuda a Portugal e, amanhã, será a vez do Ecofin. Depois de aprovada a ajuda, pelo Ecofin, Portugal regressa aos mercados com mais uma emissão de dívida de muito curto prazo.


Depois de ter sido detido no Sábado, Dominique Strauss-Khan, vai comparecer hoje no tribunal criminal de Nova Iorque, onde deverá ser formalmente acusado de tentativa de violação de uma jovem empregada de hotel e saber se será libertado sob fiança.

Estava prevista a presença de Strauss-Kahn na reunião de hoje dos ministros das Finanças, onde vai ser aprovada a ajuda a Portugal e discutido o reforço do plano de ajuda à Grécia. O director-geral do FMI, que tinha previsto para ontem um encontro com Merkel, será substituído pela directora-geral adjunta que supervisiona o trabalho do FMI em alguns países da União Europeia, Nemat Shafik.


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