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Frasquilho faz nova declaração para reiterar que não há opção tomada por cautelar

O vice-presidente da bancada social-democrata Miguel Frasquilho, após relatar que o PSD transmitira à 'troika' que considerava mais prudente um programa cautelar, fez uma nova declaração pública para reiterar que não há opção tomada nesta matéria.

Bruno Simão/Negócios
Lusa 26 de Fevereiro de 2014 às 21:37
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Nesta nova declaração feita nos Passos Perdidos da Assembleia da República, Miguel Frasquilho não retirou nada do que tinha transmitido aos jornalistas ao início da tarde, e escusou-se a responder a perguntas.

 

"Neste momento, não há nenhuma opção por qualquer dos cenários, sendo que ambos são favoráveis. O que seria altamente desfavorável era ter um segundo resgate, mas essa é uma situação que, obviamente, será evitada", declarou o deputado e vice-presidente da bancada do PSD, saindo em seguida dos Passos Perdidos.

 

Hoje ao início da tarde, na Assembleia da República, Miguel Frasquilho tinha declarado aos jornalistas que o PSD transmitira à troika a preferência por uma saída do actual resgate com um programa cautelar, por razões de prudência, desde que as condições sejam favoráveis.

 

"Transmitimos à 'troika' que, evidentemente, caso as condições sejam favoráveis, um programa cautelar nos pareceria mais prudente, tendo em conta que, por exemplo, os juros da dívida pública portuguesa a dez anos se encontram ainda nesta altura acima do que a Irlanda enfrentava quando saiu do programa", declarou, no final de uma reunião com representantes do Fundo Monetário Internacional, da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu.

 

Cerca de três horas mais tarde, na nova declaração que fez aos jornalistas, Miguel Frasquilho apontou como "fundamental" do que o PSD transmitiu à troika o facto de Portugal ter "conseguido evitar um segundo resgate", argumentando que, afastado esse cenário, a saída do actual resgate será sempre "favorável".

 

Miguel Frasquilho reiterou, depois, a ideia que tem sido repetida pela maioria PSD/CDS-PP e pelo Governo de que a opção entre "uma saída com programa cautelar ou sem programa cautelar" só será tomada mais tarde: "É prematuro para se saber. Não há nenhuma posição que esteja fechada sobre esta matéria".

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