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Freitas do Amaral compara medidas da troika a "conjunto de aspirinas" para a gripe

O fundador do CDS definiu hoje as medidas acordadas com a troika como de "curto prazo".

Lusa 16 de Maio de 2011 às 20:32
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O fundador do CDS Freitas do Amaral definiu hoje as medidas acordadas com a troika como de "curto prazo", comparando-as a quem dá "um conjunto de aspirinas" a uma pessoa com uma grande gripe.

"As medidas apontadas pela 'troika' são medidas de curto prazo, para reequilibrar as nossas finanças em três anos. É como quem dá um conjunto de aspirinas para uma pessoa com uma grande gripe. Uma vez passado isso, temos de reaprender a andar normalmente, sem nos endividarmos até ao pescoço todos os anos", disse Freitas do Amaral em Lisboa, à margem da apresentação do estudo 'Países Como Nós', organizado pelo jornal Expresso e pela consultora PricewaterhouseCoopers.

O "mais importante" para a recuperação da economia, sustentou, é definir claramente quais os sectores que Portugal deve apostar e investir para que o país "em dez, quinze, vinte anos" ultrapasse o seu "atraso crónico".

Corrigir o "défice da balança comercial e de transacções", "consumir mais que poupar" e "investir menos que o necessário" são opções que o estudo 'Países Como Nós' aponta, sublinhou ainda o ex-ministro dos Negócios Estrangeiros da primeira legislatura de José Sócrates.

Os ministros das Finanças europeus deram hoje, em Bruxelas, 'luz verde' ao programa de assistência financeira a Portugal de 78 mil milhões de euros, acordado entre o Governo e a 'troika', constituída pelo Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu.

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