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Fundo europeu de resgate avisa para dívida elevada do País

O FEEF faz um balanço positivo do programa nacional, mas avisa para elevados níveis de dívida. As reformas têm de continuar, alerta o fundo europeu de resgate.

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Rui Peres Jorge rpjorge@negocios.pt 18 de Maio de 2014 às 09:00
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O Fundo Europeu de Estabilidade Financeira, da responsabilidade dos 18 países da Zona Euro, e responsável por um terço dos 78 mil milhões de euros de empréstimo a Portugal faz um balanço positivo do programa de ajustamento nacional, mas avisa que as reformas estruturais têm de continuar para garantir um nível de crescimento económico que permita pagar as elevadas dívidas publica e privada do País.

 

"Os desafios permanecem para lá do fim do programa: elevados rácios de dívida pública e privadas/ PIB significam que a desalavancagem tem de continuar", lê-se numa apresentação publicada domingo no sítio da instituição, onde se sublinha que "os esforços de reforma têm de continuar – tanto a nível orçamental como estrutural – para assim permitir uma redução contínua do défice orçamental e uma melhoria do crescimento do PIB potencial".

 

O FEEF, liderado por Klaus Regling, considera que o programa de ajustamento dos últimos três anos foi um sucesso traduzido no regresso do País aos mercados com uma saída limpa apoiada pela Europa, uma redução do défice orçamental e um ajustamento externo "notável". O sistema bancário é também descrito como estando "significativamente" mais capitalizado.

 

O Fundo irá avaliar o País – em particular a sustentabilidade da dívida e a posição de liquidez do Páis – até receber de volta todo o dinheiro que emprestou, o que acontecerá apenas em 2040.

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